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VIVENDO O AGORA - CONTINUAÇÃO DE FAÇA-ME SUA

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ISABELLE

Justo quando eu estava começando a confiar em meu marido, ele me traiu.

Justo quando eu pensei que estava me apaixonando, ele me mostrou a fera que ele realmente é.

Eu entendo sua sede de vingança. Mas eu não quero jogar esse jogo de peão e mestre de marionetes.

Não importa o quanto suas mãos façam meu coração acelerar e meu corpo anseie pelo toque do d***o, eu não vou desistir.

Eu amo a filha dele.

Mas não posso me deixar apaixonar pelo pai dela.

JERICHO

Eu tenho exatamente o que eu quero. Vingança.

Em breve tudo o que os Bishops têm será meu.

Mas vai me custar mais do que eu negociei.

Isabelle Bishop me odeia. Como ela deveria.

Eu sei o que sou. E agora ela também.

Mas me apaixonar por minha esposa nunca fez parte dos meus planos.

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ISABELLE Justo quando eu estava começando a confiar em meu marido, ele me traiu. Justo quando eu pensei que estava me apaixonando, ele me mostrou a fera que ele realmente é. Eu entendo sua sede de vingança. Mas eu não quero jogar esse jogo de peão e mestre de marionetes. Não importa o quanto suas mãos façam meu coração acelerar e meu corpo anseie pelo toque do d***o, eu não vou desistir. Eu amo a filha dele. Mas não posso me deixar apaixonar pelo pai dela. JERICHO Eu tenho exatamente o que eu quero. Vingança. Em breve tudo o que os Bishops têm será meu. Mas vai me custar mais do que eu negociei. Isabelle Bishop me odeia. Como ela deveria. Eu sei o que sou. E agora ela também. Mas me apaixonar por minha esposa nunca fez parte dos meus planos. CAPÍTULO UM JERICHO — O que você fez? — Isabelle sibila. Ela está nua, de pé batendo pequenos punhos no meu peito. Ela não tem energia, no entanto. Sua força é destruída por dias de não ser capaz de manter qualquer comida no estômago e provavelmente semanas de frustração. Ao olhar para ela agora, consegui o que queria. Pelo menos os primórdios. Uma Bishop em minhas garras. Fraca a ponto de m*l conseguir ficar de pé. Meu bebê na barriga dela. Meu futuro deve ser brilhante. Estou a caminho de enterrar Carlton Bishop. Mas não parece muito brilhante agora. Na verdade, não sinto nada além de uma escuridão assustadora quando a pego em meus braços tentando não machucá-la. Para não machucá-la. Do que eu acusei meu irmão, sua fraqueza quando se trata do sofrimento deste Bishop em particular, eu me tornei tão fraco? Ela me cansou tanto quanto eu a cansei? — O que está acontecendo? — vem uma vozinha do corredor. — Tire ela daqui! — Eu grito para quem está ouvindo. — Tire Angelique daqui! — Ela não vai testemunhar isso. Não vou permitir que ela veja Isabelle nesse estado. Veja-me neste estado. Ela não pode saber o que eu fiz. A voz calmante de minha mãe vem sobre as acusações de Isabelle e um momento depois ouço a porta se fechar. Minha mãe foi quem me alertou para o 'incomodo' de Isabelle. Ela sabia, tenho certeza, que não era nenhum incomodo. — Deite-a. Vou dar a ela algo para relaxá-la. — diz o Dr. Barnes. — Tire suas mãos de mim! — Isabelle protesta enquanto eu enrolo uma toalha em volta dela, levanto-a, embalando-a contra o meu peito. — Deixe-me ir seu bastardo! Seu mentiroso de merda! — Eu nunca menti para você. — eu esclareço calmamente enquanto a carrego para a cama. Ela luta. Ela ainda não sabe que eu não vou deixá-la ir? Especialmente agora. Mas sua luta não importa muito. Ela só faz com que a toalha caia no chão. Dr. Barnes puxa o cobertor para trás, mas eu balanço minha cabeça. — Eu a quero na minha cama. — digo a ele e deixo que ele me siga pela porta de conexão do meu quarto. — Não! Deixe-me ir! — Ela está meio soluçando, meio lutando agora. — Não, Isabelle. — eu digo, a voz baixa e firme. — Eu nunca vou deixar você ir. — Eu a deito e sento ao lado dela, mantendo seus dois pulsos em uma das minhas mãos com pressão suficiente sobre ela para mantê-la no colchão. — Pare de lutar comigo. — Eu nunca vou parar de lutar com você. — ela grita, sua voz travando enquanto lágrimas escorrem de seus olhos. Seu olhar se move além de mim e seu pânico é renovado. Um olhar por cima do ombro me diz que é o Dr. Barnes se aproximando com uma agulha. — Não vai machucá-la? — Eu pergunto. — Não. Se houver um bebê, isso não machucará a mãe ou a criança. Eu concordo. — Não! Por favor! — Isabelle se debate, chutando as pernas. Eu tenho os braços dela presos ao peito. Eu a viro de lado e prendo suas pernas com meu braço livre enquanto o Dr. Barnes esfrega uma preparação com álcool em seu quadril e depois enfia a agulha. Ela choraminga enquanto ele faz isso, mas o efeito é quase instantâneo. Sinto suas pernas e braços ficarem fracos, seu corpo ficar mole. Eu afrouxo meu aperto e a rolo de costas. Quando eu a solto, seus membros relaxam. Ela tenta uma vez me dar um tapa, mas não funciona. Ela m*l consegue levantar o braço alguns centímetros. — Por que você fez isso? — ela pergunta, suas palavras começando a se arrastar enquanto ela luta para manter os olhos abertos. — Por que você faria isso comigo? A culpa me agarra de uma forma que nunca aconteceu antes. Não quando Kimberly morreu. Não quando eu levei Isabelle. Não desde então e nunca antes. Isso, o que estou fazendo agora, estou fazendo ativamente. Eu estou fazendo o estrago. Causando o m*l. Estou conscientemente destruindo esta vida. É uma escolha. Você sempre tem uma escolha. Tudo na vida é uma escolha. Minhas próprias palavras me assombram. Quando eu falei com ela, elas estavam sobre algo tão inconsequente. Agora isso? É o contrário. Eu engulo a culpa. Endureço meu coração. Eu me obrigo a pensar em Kimberly. Como ela morreu em meus braços. Mas algo mudou. Alguma coisa mudou. E tudo que vejo é o rosto de Isabelle. Ouça o desespero dela. A derrota em sua voz. — Por quê? — ela pergunta fracamente uma última vez, fechando os olhos enquanto sua cabeça pende para o lado. Estou salvo de responder por que ela se foi agora. Dormindo. Eu puxo os cobertores sobre ela e escovo o cabelo molhado de seu rosto. Eu olho para ela aqui na minha cama. Pequena e vulnerável. Tão vulnerável. E inocente. Eu sei o monstro que sou. Sempre soube disso. Eu simplesmente nunca me importei. Até agora. — Sinto muito. — eu digo tão baixinho que ninguém poderia ter me ouvido. Dr. Barnes limpa a garganta. Eu me recomponho e fico de pé. Puxo um segundo cobertor para seu queixo. — Ela vai sonhar? — Pergunto ao médico sem tirar os olhos dela. — Perdão? Eu me viro para o homem que eu acho que está em seus quarenta e tantos anos. Ele é um dos novos médicos da Sociedade. Ele vai fazer exatamente o que eu preciso que ele faça. Eu penso sobre isso. Sobre como eu planejei cada detalhe disso. — Sonho. Ela vai sonhar? — Eu pergunto, meu tom mais curto do que eu pretendia. — Não. — Bom. — Porque eu não a quero presa naquele inferno que ela sonhou na noite do nosso casamento. Eu respiro fundo. — Faça o que você precisa fazer. Preciso da confirmação de que ela está grávida. Quanto tempo. Ela está doente. Perdeu alguns quilos. — Como eu não tinha visto como ela estava ficando magra? — Ela vai precisar de algo para que ela possa manter a comida no estômago. E vitaminas. Ela é vegetariana. — acrescento, me surpreendendo porque a única coisa que deveria importar deveria ser o bebê. — O que você puder dar a ela agora, faça. Ele coloca a mão no meu ombro. — Ela vai ficar bem. Vá esperar lá fora enquanto eu cuido de sua esposa. Eu balanço minha cabeça. — Vou ficar. — É melhor... — Vou ficar. Ele fecha a boca e assente. Tenho certeza de que qualquer médico que não fosse empregado da Sociedade questionaria o que diabos estava acontecendo, mas Barnes não faria isso. Outro benefício do meu status dentro da Sociedade. Obrigado pai. Pai. p***a. Preciso pegar um avião para a Áustria amanhã. Não posso deixá-la assim. Não até que eu tenha certeza que ela está bem. Não até que eu tenha certeza de que ela não vai machucar a si mesma ou ao bebê. Embora ela não vá fazer o último. Eu sei o suficiente sobre Isabelle para saber que ela não é capaz disso. Sento-me na poltrona e observo o médico fazer seu trabalho. Ele tira vários frascos de sangue e eu quero perguntar se ele deve ir com calma. Ela é tão pequena. Ele a examina, tomando o cuidado de cobri-la para que ela nunca fique totalmente exposta. Depois do que parece uma eternidade, ele lhe dá uma dose de vitaminas e coloca dois recipientes na mesa de cabeceira. Eu fico de pé. — Vou escrever uma receita que você pode reabastecer quando precisar, mas tente as vitaminas primeiro. Elas devem ajudar com a náusea. Se ela ainda não conseguir manter nada no estômago, você pode dar isso a ela. — Eles são seguros para ela e o bebê? — Sim. Embora a náusea deva desaparecer sozinha com o tempo. Vou pedir ao meu consultório por e-mail alguns panfletos. Ela está bem magra. Olho para a forma leve sob os cobertores e aceno com a cabeça. É por causa da gravidez ou eu já tinha começado o processo de derrubá-la no momento em que a trouxe para esta casa e a fiz minha prisioneira? — Vamos ficar de olho nela. Você apenas certifique-se de dar a ela o que ela pode suportar. Alimentos simples. Muitos lanches em vez de grandes refeições. — Ok. — Eu gostaria de vê-la em meu consultório em breve. Essa semana. Eu concordo. — Quando você saberá os resultados do teste de gravidez? — Em poucas horas. Eu vou deixar você saber assim que eu ouvir. — Obrigado, Dr. Barnes. — Claro, Sr. St. James. Uma batida vem na porta então. É minha mãe. Ela olha para Isabelle e depois para o médico e para mim. — Você pode levar o Dr. Barnes para fora? — Eu pergunto a ela. — Gostaria de ficar com minha esposa. — Minha esposa. Como soa estranho. Quão fora de curso a vida se foi em cinco anos. — Claro, Jericho. Por aqui, Dr. Barnes. Eles saem e a porta se fecha atrás deles. Quando isso acontece, vou até o quarto de Isabelle para pegar uma calcinha e debaixo do travesseiro, encontro aquela camiseta surrada que ela gosta de usar para dormir. Eu cuidadosamente a visto antes de colocá-la de volta para baixo. Percebo como seus pés estão frios, então volto para o quarto e encontro um par de meias felpudas. Eu coloco isso também antes de aconchegá-la. Sua respiração está suave e calma, tão oposta a como ela estava há pouco tempo. Eu olho para ela por um longo, longo minuto antes de me inclinar para beijar sua testa. A porta se abre no momento em que estou fazendo isso. Eu educo minhas feições e me viro, esperando encontrar minha mãe. Mas não é ela. É Angelique. Eu posso ver que ela está chorando e seus olhos se arregalam quando param em Isabelle. — Ela está machucada? — ela pergunta, um soluço quebrando a frase, seu lábio tremendo. Eu vou até ela, levantando-a para carregá-la para sua cama. — Não, ela vai ficar bem. Ela simplesmente não está se sentindo bem, então o Dr. Barnes deu a ela algo para ajudá-la a dormir. — Quando ela vai acordar? — Daqui a pouco, querida. — eu digo, afastando o cabelo do rosto. Ela herdou os cachos selvagens de Kimberly. — Eu vi você beijando ela. — Ela sorri, mas seus olhos ainda estão tristes. Eu não digo nada, mas sorrio de volta. Ela toca minha bochecha. — Você está sangrando, papai. Olho para seu pequeno polegar, vejo a mancha vermelha. Eu limpo o dedo dela. Isabelle deve ter me arranhado quando estava lutando. — Não é nada. Apenas me cortei me barbeando. — Eu assisto Angelique. — Ela não é sua mãe. Você sabe disso certo? Seus olhos voam para Isabelle novamente e ela assente. — Por que eu não tenho uma mamãe? Porra. Ela já perguntou isso antes e nunca fica mais fácil. Porque o irmão de Isabelle a assassinou. É por isso. — Sua mãe morreu antes de você nascer, querida. Eu sei que ela estava triste por não estar com você. Ela te amava muito. Posso dizer-lhe isso. Ela estava tão animada para conhecê-la. — Mas ela não podia. — Ela sabe essas respostas. Essa conversa nunca muda. Eu concordo. Minha garganta está fechando. É o olhar em seus olhos. Sua mente jovem incapaz de processar. Para entender algo tão antinatural. Tão errado. — Por que ela morreu? — Eu não sei. — eu minto. — Vamos consertar seu livro, ok? Eu sei que Isabelle gostaria de fazer isso, mas já que ela não pode, eu vou te ajudar. Se você me deixar. — acrescento. — Por que você estava lutando? — ela pergunta, olhos tão parecidos com os meus que é como se eles enxergassem direto no meu âmago. Ela vê o monstro lá? — Como ela está? — minha mãe pergunta da porta me poupando de ter que responder. — Ela vai ficar bem. Minha mãe me olha um pouco mais, mas sabe que não deve fazer a pergunta que todos queremos que seja confirmada. Isabelle está grávida? Viro-me para Angelique novamente. — O que você disse? Vamos pegar o seu livro e vamos consertá-lo. Dessa forma, quando Isabelle acordar, podemos mostrar a ela. — Você vai ler a história para mim depois? — Sim. — Ok. Mas deixe a porta aberta no caso de Belle precisar de nós. — Angelique diz enquanto eu a carrego para o corredor, deixando a porta aberta para o caso.  

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