O sangue corria pelas veias de Aurélio como se fossem sair do seu corpo. Ele sentia a sua boca secar, o seu m****o incomodava terrivelmente em suas calças, e ele não podia fazer nada. Oksana movia o corpo com sensualidade no palco, as suas pernas longas e alvas brilhando a luz que caia sobre o seu corpo.
A russa sábia como fazer uma boa tortura, e Aurélio era seu alvo naquela noite, e ela o conhecia bem o suficiente para saber onde tocar.
— Você me deixou irritada moreno. — diz ela entre uma performance que fazia Aurélio ter uma boa visão da sua i********e.
— Querida. — diz ele engolindo em seco. — Só... só queríamos tomar algo. Não íamos aprontar amor, eu juro.
Ver os olhos arrependidos de Aurélio só deixava Oksana mais quente. Ela gostava daquele controle que tinha sobre ele, e ainda mais das formas que usava para o punir por seu comportamento.
— Podia ter me avisado moreno, eu não o impediria. — diz ela se aproximando dele, a suas mãos deslizando por sua perna e dando uma leve apertada em seu m****o.
Aurélio suava, ele tentava arrancar as mãos que estavam presa, mas nada adiantava, a sua loira o tinha algemado muito bem.
Oksana inclinou a cabeça, os olhos claros brilhando com diversão ao observar o desespero dele. A proximidade fazia o perfume dela envolver Aurélio como uma armadilha doce, difícil de escapar. Ele amava aquele perfume, e ela sabia daquilo.
Oksana inclinou a cabeça, os olhos claros brilhando com diversão ao observar o desespero dele. A proximidade fazia o perfume dela envolver Aurélio como uma armadilha doce, difícil de escapar.
— Me perdoa amor, foi sem querer. — diz ele com olhos pidões.
— Jura? — ela sussurrou, tão perto que o hálito roçou a pele dele. — Porque não parecia só isso quando você entrou aqui como se fosse dono do lugar.
Os dedos dela subiram devagar pela coxa dele, traçando um caminho calculado, provocador, mas nunca o suficiente para aliviar de fato a tensão que ela mesma criava. Era um jogo… e ela estava vencendo com facilidade. Se tinha algo que Oksana conhecia era o corpo de Aurélio, assim como cada canto que o levava a loucura.
Aurélio soltou um suspiro pesado, a cabeça caindo levemente para trás. Ele sentia o seu corpo ferver, o seu m****o estava apertado na calça e aquilo doía pra caramba. Os seus olhos deslizam pelo corpo tentador de Oksana apenas desejando se enterrar o mais profundo possível nela.
— Oksana… — o nome saiu quase como um pedido.
Ela sorriu de lado, satisfeita com o efeito.
— Gosto quando você fala assim — murmurou, passando o polegar pela linha do maxilar dele. — Parece que finalmente lembra quem manda.
Ele soltou uma risada baixa, rouca, mesmo preso. Ele adorava aquele jogo, e na cama nada lhe dava mais prazer do que ser mandado por ela.
— Você adora isso… — rebateu, tentando recuperar um pouco do controle. — Me ver assim.
Os olhos dela escureceram com a resposta, e por um instante, a provocação ganhou um tom mais intenso. Ela o queria muito, mas não estava disposta a aliviar as coisas para Aurélio.
— Adoro — confirmou, sem hesitar. — Principalmente porque você merece.
Oksana se afastou apenas o suficiente para que a falta do toque fosse sentida imediatamente. A ausência dela era quase pior do que a provocação.
Ela voltou ao palco por alguns segundos, girando com graça, como se quisesse lembrá-lo de tudo que ele não podia tocar. Então, desceu novamente, dessa vez parando atrás de onde ele estava preso.
Os dedos dela deslizaram pelos ombros dele, firmes, possessivos.
— Sabe qual é o seu problema, moreno? — disse perto do ouvido dele.
Aurélio fechou os olhos por um instante.
— Qual?
— Você acha que pode fazer tudo… e depois vir aqui, sorrir pra mim, e ficar tudo bem.
Ela pressionou levemente as unhas contra a pele dele, o suficiente para marcar presença.
— Não funciona assim comigo.
Aurélio respirou fundo, virando o rosto na direção dela, mesmo sem conseguir vê-la completamente.
— Então me diz o que eu faço pra melhorar isso — provocou, ainda ousado apesar da situação. — Não seja malvada, loira.
Oksana soltou uma risada baixa, satisfeita.
— Gosto de te ver implorando moreno.
Ela deu a volta, parando novamente na frente dele, apoiando as mãos nos braços dele.
— Você vai ficar quietinho… — disse, encarando-o diretamente. — Vai olhar… vai querer… e não vai ter nada.
Ela inclinou o rosto, os lábios quase tocando os dele, mas sem encostar.
— Até eu decidir que você merece.
O silêncio que se seguiu foi carregado, denso.
Aurélio abriu um sorriso torto, mesmo completamente à mercê dela.
— Você é c***l.
Oksana sorriu de volta, satisfeita.
— Eu sei. — E então sussurrou: — E você adora.
Aurélio jamais esqueceria aquela noite em sua vida, a noite que ele passaria de bolas rochas por causa da sua mulher. Ela havia dançado, retirado as suas calças e sentado no seu colo esfregando aquilo que ele dando desejava provar. Oksana tinha sido implacável, não o deixando ter o que tanto queria.
Sempre que Aurélio chegava a beira de gozar ela parava os seus movimentos olhando nos seus olhos com um brilho divertido. Já era de madrugada quando ela tinha resolvido o soltar, e Aurélio tinha saltado sobre ela como um leão enjaulado, louco de t***o e desejo acumulado.
Quando tudo se acalmou ele olhava para a sua melhor deitada nos seus braços com alegria. As marcas que ele tinha deixado na pele dela um troféu que ele exibiria com orgulho.
— Te amo loira, e da próxima vez que eu sair vou te avisar. — Diz ele dando um beijo nos seus cabelos.
Oksana ergue a cabeça para encontrar o rosto de Aurélio. Ela estava desgrenhada e com os lábios inchados dos beijos dele.
— Se fizer isso, vai acabar com toda a minha diversão. — Diz ela com um bico no rosto.
Aurélio fica parado por um segundo tentando entender o que ouve, então começa a rir sem parar. Aquela era sua russa, e ele jamais a deixaria por nada no mundo.