Caveira narrando Empurro ela contra a parede do boxe com cuidado, mas com firmeza. Minha mão prende os pulsos dela acima da cabeça e eu começo a entrar, devagar, sem tirar os olhos dos dela. — Olha pra mim. Não fecha o olho, p***a. — eu ordeno. Ela obedece, e eu vou inteiro pra dentro dela, sentindo aquele calor, aquela entrega, aquele encaixe perfeito. A água escorrendo, o cheiro da pele dela, o vapor no ar… tudo me deixa mais louco, mais bruto. A movimentação começa lenta, ritmada, só pra fazer ela implorar. — Vai, guto… mais forte… — ela pede, quase chorando de t***o. — Agora sim tu tá falando minha língua. — eu sorrio de lado, puxando ela pela perna e colocando no meu colo, apoiada na parede. Ela me envolve com tudo, cravando as unhas no meu ombro enquanto cavalga ali mesmo, com

