Capítulo 150

1841 Words

Mariana narrando Fé nas malucas, p***a. Eu amo isso. Eu amo ver a Débora fazendo o caos acontecer, sem medo, sem filtro, sem papinho. Com ela não tem tempo r**m, não tem linha tênue, não tem freio. É oito ou oitenta, e se deixar, ela te arrasta pelos cabelos da razão até você aprender a respeitar. E eu respeito. Porque quem é mulher de verdade, respeita. Quando eu vi a cena ali no camarote, a menina toda rasgada, chorando, a Débora com o cabelo desgrenhado, as mãos vermelhas de tanta raiva descarregada… eu gargalhei. Porque eu conheço a peste. Conheço esse temperamento. E sei o que tava vindo: agora era a vez da cabeça do Caveira virar um inferno. E eu amo minha amiga por isso. — O que que aconteceu aqui, hein? — o fofoqueiro do meu marido apareceu do nada, já com o copo na mão e a car

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