“ Já acabou? Porque eu não dou a mínima para o que você sabe ou que não sabe, vou te torturar de qualquer maneira.”
Michael Madsen
A mulher sorri, sem olhar para mim e se posiciona na cama, mostrando o buraquinho que pisca me chamando. Cuspo no local e meto dois dedos.
— Pakhan… Ann…
Puxo seus cabelos e bato na sua cara com o meu p*u e digo entredentes:
— Cale a boca sua p**a, quero você caladinha. A loira se aproxima de mim e passa a beijar o meu peitoral. A morena assiste a tudo se masturbando na minha frente. Uma devassa p*****a. Puxo os cabelos ruivos de Brianna e a penetro sem dó. Ela geme e rebola ao meu encontro. A safada gosta de um anal, é apertada mais esta bem molhada. Entro e saio, entro e saio, entro e saio, sem pausa nem para respirar. Tiro o meu p*u de seu cuzinho e coloco na sua b****a que implora por mim.
— Ann Pakhan… – a v***a geme gostoso. A loira passa a chupar a morena na minha frente e o cenário é excitante demais. Seguro os cabelos longos de Brianna e grito:
— OLHA PARA MIM p***a! – grito estocando o p*u todo até o final, vendo a camisinha sair toda branca da sua excitação. Brianna me olha ladino obedecendo o meu comando. — SEM DESVIAR p***a! – eu grito. Ela sabe como deve me olhar, não diretamente nos meus olhos, mas para o meu rosto. Gosto de ver a expressão de dor e prazer que eu provoco nas mulheres.
Acerto um tapa forte na sua cara enquanto ela fecha os olhos para gemer de prazer, e meto mais forte ainda. Sinto o meu c****e ser esmagado com força, dando indícios de que ela está quase gozando.
— Não goza ainda, está entendendo? – digo puxando ainda mais os seus cabelos. O pó me deixa estigado. Como se fosse um combustível e atiçasse toda a minha libido.
Ela acena em concordância e aperta os lábios, lutando para obedecer às ordens. Porém ela falha, não consegue se conter, e depois de mais umas metidas, ela começa a gozar para mim, com os olhos fechados e um gemido estrangulado saindo de sua boca.
— OHH, céus! – ela grita convulsionando de prazer. Eu levo as mãos até o pescoço dela o apertando e digo irritado:
— Eu falei que não era para gozar, p***a!
Acerto outro tapa na sua b***a, mas é a minha vez de me esvaziar. Me retiro de dentro dela e tiro a camisinha do meu p*u e digo:
— Venham, as três.
As três se ajoelham na minha frente e passam a chupar o meu p*u que já está vermelho de tanto fuder. Reviro os olhos e tremo quando esporro meu g**o na cara das três.
— OHH c*****o… OHHH…
Sinto o meu corpo relaxar, apesar do meu coração bater acelerado dentro do peito. As três se beijam e depois voltam a me chupar, me deixando limpinho. Sorrio e digo:
— Muito bem, parabéns meninas. Agora… vazem! – falo me afastando.
Brianna, puxa Antonela e Catarina com ela, dando uma piscadela ao sair do quarto. Acendo um cigarro e solto a fumaça no ar. Vou até o banheiro e lavo o meu rosto com a água. O cheiro de sexo esta por todo o cômodo. Olho o meu corpo malhado, coberto com as minhas tatuagens. A rosa dos ventos, no pescoço, diz quem eu sou. Sou conhecido como demônio vermelho, não pelo o que sou, mas pelo o que faço! Não tenho pena nem remorso. Por mais que eu tenha subordinados, resolvo meus problemas pessoalmente. Isso é o que me difere do meu avô, e acho que é isso que o faz ter orgulho do homem que eu me tornei.
Trago novamente o meu cigarro e apago a bituca, entrando no box do banheiro. Vou lavar o meu corpo e voltar para o hotel. Afinal, amanhã, volto para casa e com certeza tenho muito trabalho a fazer.