“Se há uma coisa certa nessa vida, se a história nos ensinou alguma coisa, é que você pode matar qualquer um.!
Al Pacino
A morena olha para mim em expectativa, apenas aguardando o meu comando. Brianna já começa a me chupar e reviro os olhos de prazer quando sinto aquela boquinha brincando com a cabeça do meu p*u e meu piercing que tenho.
— Suka... sosi moi chlen, suka. (v***a… chupa meu p*u sua v***a). – digo segurando os cabelos da ruiva com força e socando meu p*u na sua boca, começando a fuder com a sua garganta. A loira está de quatro e começa a se tocar. A morena safada já está nua, olho para ela e digo: – va chupar a b****a da outra, deixe ela bem molhadinha para mim. A mulher sorri e se curva sobre a outra na cama, fazendo o que eu digo. Levanto a ruiva pelos cabelos e puxo o seu rosto para cima e digo entredentes:
— Pegue o chicote!
Bianna sabe muito bem o que pretendo fazer. Me aproximo da loira que se encontra de quatro gemendo como uma p*****a. Afasto a morena e me posiciono atrás dela. Visto uma camisinha e começo a punhetar o meu p*u, acomodando-a. Não fodo sem camisinha, não beijo na boca e não chupo b****a de p**a. Essa são as minhas regras numa f**a.
Lambo os lábios quando a b***a malhada e branca fica toda exposta para mim. O tecido pequeno m*l cobre o c******s inchado. Sem resistir, eu me curvo e arrebito ainda mais a b***a, deslizando o nariz pela sua excitação. Dou um tapa com força ali e a loira não reage. Ela não solta um pio, sem precisar que eu peça para que fique caladinha. Amarro os pés nas tornozeleiras e em seguida prendo as mãos antes de esticar para que as pernas fiquem bem separadas para mim. Ela fica completamente imobilizada e refém quando termino. Ela encosta o rosto no colchão para buscar equilíbrio e aliso a pele da sua b***a.
— Que visão bonita, p*****a… vou te fuder tanto que todas as vezes que você trepar com outro vai lembrar da surra de rola que eu te dei.
Apenas afasto a calcinha fina de lado antes de estocar de uma vez na b****a encharcada. O calor e a umidade me fazem apertar sua b***a com força por alguns segundos porque não consigo pensar direito. Puxo os cabelos loiros para mim, e a penetro novamente com força.
— AHH.. – ela grita de prazer.
Seguro o seu quadril e passo a meter sem piedade. Brianan sabe o que deve fazer. Se ajoelha perto de mim, e abre aquele r**o lindo, facilitando a minha penetração, e me dando a visão do meu c****e duro macetando aquela b****a pequena. Sinto a mulher me apertar gostoso. Olho para a morena e digo:
— Deita na cama e abre as perninhas para que ela te chupe gostoso!
Ela faz exatamente o que ordenei, e puxo os cabelos loiros da mulher, com a mão livre pego o chicote e bato naquele traseiro branco até ficar marcado.
Plaft
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Plaft
A v***a se contorce, gozando gostoso no meu p*u.
— Gosto assim… – digo puxando seus cabelos e jogando o seu corpo sobre a cama. Olho para a morena e digo: — vem cavalgar gostoso. A mulher se aproxima como uma gatinha, e senta no meu colo de frente para mim. Leva as mãos até os meus cabelos loiros, os acariciando e olha nos meus olhos… Ah, grande erro. Levanto minha mão e bato na sua cara com força.
Plaft
Plaft
Plaft
— Quem disse que podia me olhar nos olhos sua p**a? A mulher imediatamente fica apavorada, mas não se levanta. Gosto de ver o medo estampado no seu rosto. Levo a minha mão até o seu rosto, o aperto e digo com a voz estremecida pela fúria:
– Agora, cavalgue sua p**a, e acho melhor me fazer gozar, caso contrário será punida!
A morena começa a subir e descer. É tão v***a que vejo os m*****s eriçados pelo t***o. A b****a molhada facilita a sentada. Seguro na sua b***a com força, e dou mais um tapa no local.
— Você é tão v***a, que sua b****a está pingando…
Seguro na sua cintura e subo o seu corpo com força, descendo com brusquidão.
— Ann, … – ela geme gostoso revirando os olhos. Sei que tenho um p*u acima da média, e as vezes a f**a pode ser dolorosa, mas nunca nenhuma mulher reclamou, muito pelo contrario, elas se contorcem de prazer.
Bianna se aproxima de nós dois e começa a beijar a morena. Começo a macetar a b****a apertada da mulher. Seguro seu pescoço com força. Quero que ela goze assim. Sinto ela se contorcer sobre o meu p*u, gozando lindamente.
— AHHH por Deus… — ela grita. Sorrio ladino e me aproximo sussurrando:
— Nada de Deus, sua p**a, quem está te fudendo é o demônio vermelho!
Ainda não gozei, e ainda quero fuder. Retiro a mulher do meu colo, e ando pelo quarto nu. Meu p*u em riste pulsando de desejo, pendula necessitado. Vou até o pequeno bar, e coloco uma bebida, ingerindo de vez. Me aproximo de uma mesa, e cheiro um pouco de pó, apenas para aguçar os meus instintos mais primitivos. A ruiva sorri para mim, ela ainda não gozou e praticamente implora por isso. Seguro o meu p*u e digo:
— Vou comer o seu cuzinho Brianna… sei que você gosta, sua v***a.