“Eu mandei que matassem o meu irmão. Ele me magoou. Matei o filho da minha mãe. Matei o filho do meu pai.”
Michael Corleone (O Poderoso Chefão: Parte 3).
Estou sentado na área VIP olhando as poucas pessoas que estão no local. No centro do palco, um show acontece. A mulher está pendurada no teto enquanto dois homens lhe fodem ao mesmo tempo. Bufo, qual o prazer em f***r uma mulher dessa maneira? Gosto de dar prazer às mulheres e mostrar o que sou bom. Não gosto de dividir uma garota com ninguém, não acho esse c*****o excitante. Sou um homem prático e pragmático. Trepei com uma mulher pela primeira vez ainda jovem. O meu avô me trouxe uma mulher experiente que me ensinou como dar prazer a uma mulher. Sei que sou um amante voraz e intenso, mas tenho minhas regras. Nunca olhei nos olhos de uma garota quando fodo e nunca nenhuma me beijou. Beijo é algo íntimo e se existe uma coisa que não busco no momento é relacionamento. Como Pakhan, sei que tenho que ter herdeiros, na hora certa, vejo como faço. Mas, agora, só quero fuder loucamente e desestressar um pouco.
O tal cara ruivo se aproxima de mim e com ele vem três lindas mulheres. Sorrio e tomo a minha bebida de uma única vez, a noite promete.
Nos deslocamos a um quarto privativo. A ruiva me olha de maneira safada, como se me reconhecesse. Será que eu já fudi com ela numa vez em que estive aqui? Ela não me encara, e gosto disso. Gosto da maneira que as mulheres se comportam quando estão diante de mim. Me aproximo dela e tenho vontade de segurar no seu pescoço fino e a colocá-la de joelhos, mas espero estarmos num local reservado.
— Que bom revê-lo Pakhan. Essas são Catarina e Antonella, – a loira e a morena me encaram de maneira sensual. Mas, sem fitar os meus olhos. Já gosto do que vejo e isso já me deixa extremamente e******o. — não sei se lembra de mim, mas sou Brianna e estamos ao seu dispor para lhe proporcionar uma noite repleta de prazer. Olho para as três e já começo a retirar o meu sobretudo e apenas digo:
— Brianna… – busco na memória e me recordo da f**a selvagem que tive com a ruiva, sorrio internamento e digo: — finalmente nos encontramos novamente. – sussurro no ouvido da ruiva. Consigo sentir o cheiro de sua excitação ao ouvir o som da minha voz. – não costumo fuder novamente com uma garota, mas uma como você, vou abrir uma exceção. – Ela sorri safado e leva a mão ate o meu peitoral, já abrindo a minha camiseta. — Já está pronta para ficar de joelhos para mim, kukla. (boneca em russo). Falo erguendo o seu queixo, que ela empina e sorri para mim. — Vocês mulheres são tão fáceis de serem lidas… os seus corpos dizem sempre que estão prontas e loucas para fuder. – digo lambendo a ponta da orelha dela que geme ao sentir o toque bruto da minha mão no seu seio esquerdo.
— Vstana koleni [ Ajoelha, agora! ]
Brianna não hesita e se ajoelha diante de mim, já abrindo a minha calça e puxando a minha ereção para fora. Meu p*u é grosso e grande, e sei muito bem trabalhar com ele. Olho para as outras duas que já estão ofegantes e cheias de t***o. Mordo os lábios e digo com propriedade:
— Você.. – aponto para a loira e digo… — de quatro na cama, agora!