“Você chega mais longe com uma palavra gentil e uma arma, do que apenas com uma palavra gentil. “
Al Capone (Os Intocáveis)
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Paris- França
L'scarpin clube BDSM
[23:45 p.m]
Nikolai Romanov
Todo mundo decidiu ser a p***a de um calo no meu pé na última semana. Todo tipo de problema aconteceu, e tem coisa que é mais eficaz quando resolvo pessoalmente. Tive que viajar de última hora para Paris, para resolver um pequeno problema. Na semana passada, o filho da p**a do Ferrari decidiu f***r com uma das minhas operações que estava levando drogas para outro país. O homem é apenas um velho com muito dinheiro que é conhecido por chantagear quem é burro o suficiente para dever favores a ele. Para mim, é apenas um agiota que costuma brincar de assustar as pessoas. Já era para eu ter matado o desgraçado há muito tempo, mas sei que quando eu fizer isso, vou começar uma guerra, porque gente rica apoia gente rica, e sei que ele não está sozinho nessa. Enfim, tive que pegar o meu jato e vir resolver esse c*****o pessoalmente. Aquele maldito e todos os problemas que ele me meteu, por mais que meu consigliere tivesse me aconselhado a não mata-lo, não consegui conter a minha vontade de tirar a própria vida desse filho da p**a com as minhas mãos. Foi prazeroso ver ele implorar por sua vida. Mas isso tomou mais tempo do que eu queria e me deu mais dor de cabeça também. Só queria f***r agora porque faz dias que não faço isso. Vim a um clube que sempre visito quando venho a Paris. Um clube noturno de diversão. As melhores mulheres e as melhores trepadas me aguardam nessa noite. Amanhã, terei que retornar para casa o mais cedo possível, pois tenho uma reunião com alguns líderes da máfia.
Tomo um banho rápido para lavar o sangue que estava impregnado ainda na minha roupa e visto um dos ternos que trouxe comigo. Coloco meu sobretudo n***o. Sorriu ao observar a minha imagem no espelho. Tenho trinta e dois anos e sou líder de uma das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Muitos me temem e gosto da maneira que fiz o meu nome e o meu personagem. Minhas tatuagens deixam claro quem eu sou. Gosto do homem que me tornei e estou pouco me fudendo se os conselheiros aprovam ou não. Crio as minhas próprias regras, doa a quem doer. Ponho um relógio dourado no pulso esquerdo, calço os sapatos sociais e saio em direção à garagem. Meus homens já me esperam ali, prontos para irem comigo ao clube.
— Pakhan. – fala Alexandrovich fazendo uma pequena reverência a minha pessoa. Olho para meu consigliere, braço direito e amigo e digo:
— Quando estivermos sozinhos, não precisa me tratar dessa maneira, Alexandrovich. Você e Maksin , são os únicos que têm esse direito, sabe disso. – digo irritado. Por mais que goste de ver todos se curvando para mim, meus amigos e meus pais, são liberados para isto. — Onde está o Maksin ? – pergunto ao meu amigo. O moreno faz uma careta e responde:
— Deve estar fudendo com aquela loira do aeroporto. Você sabe como aquele filho da p**a do Pavlova é? – sorrio ladino. Maksin é o mais depravado de todos. Galanteador, vive rodeado de mulheres. Diferente de mim, que apenas as uso para fuder. Não gosto de criar vínculos com nenhuma. Apenas um sexo forte, violento e prazeroso numa única noite. Não costumo repetir uma f**a, diferente do Pavlova que geralmente tem as suas garotas fixas.
— Então vamos embora, porque eu preciso beber, cheirar e fuder bastante. – digo sorrindo.
Vocês podem se perguntar onde estão os meus seguranças. Estão nas sombras. Os meus homens são treinados pelos melhores ex-agentes da antiga KGB. Sem contar que nenhum maluco ousaria chegar próximo de mim. Aquele que ousasse fazer isso, pagaria com a vida. Alexandrovich costuma dizer que sou insano, mas se matar filhos da p**a traidores de maneira c***l me transforma em um, então tudo bem.
Chegamos ao local que preserva a natureza sádica e excitante. Mulheres seminuas andam pelo salão, dando uma amostra do que teremos essa noite. No centro da boate, um palco enorme onde acontecem os shows. Não sou um dominador oficial, apesar de apreciar as práticas de b**m. Apenas porque não gosto de seguir regras impostas, eu crio as minhas próprias regras.
O homem alto e ruivo se aproxima de nós e já reconhece quem somos. Percebo temor em seu olhar e isso massageia o meu ego. Sorrio para o meu amigo e apenas escuto o que o mais velho tem a falar.
— Pakhan… é sempre um prazer tê-lo no nosso clube.
Olho no fundo dos olhos verdes dele e nada falo. Alexandrovich olha para o homem e diz:
— O que tem de melhor. – diz meu amigo sorrindo.
— Imediatamente. – o homem ruivo sai no mesmo instante e eu bufo dizendo para meu braço direito:
— Esses europeus são uns frouxos. — digo irritado!