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1364 Words

Faruk Arslan Kayra sai do quarto exalando fúria e uma certa decepção e eu fico aqui. No quarto. Eu nunca imaginei que minha mãe estivesse sendo torturada todo esse tempo. Torturada! A palavra queima dentro da minha mente como uma lâmina em brasa. Não foi algo recente, não foram meses… foram anos. Anos em que ela esteve deitada, imóvel, e eu acreditei que era apenas doença, apenas destino. Apenas a mene paralisada. Agora sei que era veneno, manipulação, privação. E eu me sinto um completo idiotä. Samia. Malditä Samia. Uma mulher em quem eu confiei mais do que em qualquer outra. Uma mulher que meu pai trouxe para dentro desta casa, que serviu à minha família como se fosse parte dela. Ela era governanta, sim, mas tinha a confiança de todos nós. Eu a conheço há anos. Minha mãe se abria

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