Kayra Arslan Faruk apareceu no quarto, depois do banho, e me convidou para acompanhá-lo. Não explicou nada, apenas disse que queria me levar a algum lugar. A forma como ele falou, todo sério, direto, me deixou sem escolha. Ainda sinti dor na perna, então ele me ajudou a descer as escadas, passo a passo, com o braço firme ao redor da minha cintura. Eu o segui, mas dentro de mim estava cheia de perguntas. Quando chegamos ao final do corredor, eu parei. A cena diante dos meus olhos me surpreendeu de uma forma que não deu para descrever. Uma mesa estava posta na varanda lateral da mansão. Velas acesas iluminavam os pratos, os copos de vinho, os talheres postos. O vento da noite soprou leve, espalhando um ar leve e bem frio de forma aconchegante. A mesa parecia saída de um cenário que não

