128- MORTE

1261 Words

CAPÍTULO 128 MORTE NARRANDO Depois daquele barraco na frente da boca, eu fiquei com a mente girando igual roleta. Por mais que eu tivesse segurado a onda e colocado a piranhä pra correr, o estrago já tava feito: metade do morro ouviu ela gritar que era amante do Macaco. E pior, tudo isso com o Cafu do meu lado, só observando, registrando cada detalhe. Entrei de volta na sala e fechei a porta com força, puxando uma cadeira e me jogando de qualquer jeito. Passei as mãos na cara, tentando aliviar o peso que já vinha no pescoço. A corrente bateu no peito, gelada, lembrando que a responsa agora era dobrada. Cafu entrou logo depois, calado. Encostou na parede, cruzou os braços e ficou me encarando. Aquele silêncio dele falava mais que qualquer acusação. Eu já sabia o que ele tava pensando:

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