Capítulo 4

1025 Words
Eu arrasto meus pés para onde está o Sr. Alberto onde passa a maior parte de sua vida, no escritório nesta casa, trabalha a partir daqui, quando ele não quer ir para a empresa, é a segunda casa dele. Eu fico na frente das portas duplas pretas, com enormes alças redondas de ouro. Eu acho que se eu deveria entrar ou não, capaz de ter de interromper uma reunião ou algo assim, eu prefiro entrar de uma só vez, se há alguém tiver com ele que sai meu pai me pediu para ligar, só que não foi fazer o que ele sempre quer. Pois seus assuntos sempre são, mas importante do que eu. Eu empurro ambas as portas, abrindo espaço para eu entrar, eu fico sob a moldura da porta. Descobri que o pai tem mesmo uma reunião. Ele está atrás de sua mesa, bufando para mim com seu olhar verde, enquanto dois homens se voltam em minha direção para ver a ousadia chegando intocada. — Você me queria aqui, aqui você me tem. Entro, andando como se eu estivesse em uma passarela. — Olá, papai. Eu zombo dele só de sua raiva. — Samantha! Grita, levantando, os homens fazem o mesmo que ele. — Não te ensinaram a bater antes de entrar num lugar? — Não, as centenas de baby-sitters que eu só queria um bom salário não cuidaram de mim. Aperta as mãos nos punhos. Ele está zangado. — O meu pai vive a trabalhar, não teve tempo. — Eu sorrio para ele, divertido. Está prestes a explodir e com a próxima ele acaba comigo. — E mãe que não tinha, morreu por mim, ao contrário de ti, que me quer morta para ganhar uns milhões. — Chega já deu suas palhaçadas Samantha! Histérico para os dois homens à sua frente. — Você enlouqueceu ou usou drogas? Rosnou, enquanto os caras na casa dos quarenta, eles despem-me com os olhos. — Samantha! Grita o meu nome, vendo que eu pisco para os rapazes. Eu me aproximo silenciosamente da mesa, sento na frente do meu pai e cruzo meus braços, enquanto o desafia com os olhos. Dizem que sou o reflexo da minha mãe morta, mas herda o caráter indomável do meu pai. E Alberto Capelle odeia ser desafiado, o único com um par de ovários para fazer isso sou eu, e sem pensar as consequências. — Então quer um casamento? — Estou aqui para chegar ao ponto. — Porque não quer casar? Colapsa na cadeira dele, cruzando os braços, assumindo a mesma postura desafiante que sou eu. — Uma esposa não te magoaria, sim, dou-lhe uma caixa de chocolates todos os dias. Franzir a testa sem entender. — Porque para te abraçar tem de que lhe dar um prémio. Lançado com diversão. — Samantha, pare de ser dramática. pergunte num rosnado. — É por isso que você deve se casar. Eu coloquei uma das minhas sobrancelhas juntas. — Por saber o que é a felicidade sem uma pessoa ao meu lado que me está a me controlar até às vezes em que respiro? — Não quero pensar m*l, mas para mim, esta é louco. — Não, você gasta meu dinheiro sem colaborar em nada ai vem o sermão, e acha que está certa?. Eu me sento para ouvi-lo. — Eu quero que você acene com a cabeça e deixe esse absurdo de modelagem, não lhe dá uma maneira de viver. Lançou uma risada que ronca em todo o escritório. — Quer me ensinar finanças? — aplaudir como louco. — Aos seis anos já sabia como adicionar e subtrair, fazer cálculos mentalmente. — Lembre? E à dez já fiz livros de contabilidade. Você me ensinou bem. Um sorriso ladino puxa meus lábios. — O que isso significa? Há dúvida no seu olhar. — O que eu gasto e o seu dinheiro, e eu não uso no meu. Eu tenho que dinheiro para viver cerca de vinte anos tranquilamente. Sou linda e posso continuar a lucrar, com esta beleza, a herança da mãe. Eu aponto para mim. Alberto não é um homem de paciência. Ele não sabe o que é perder, é por isso que ele não mexe comigo, no entanto, algo o fez mudar de ideia, acreditando que ele pode jogar e vencer. Não, papai, também tenho os meus truques! — Dinheiro que tem nos meus bancos. Eu fico tensa. — Cada dois hackers fazem suas coisas e contas vazias, temos seguro para esses casos. Comentários, despreocupados. — A papelada leva tempo, eles vão pagar, mas não instantaneamente e enquanto espera que o seu dinheiro seja dado, vai viver na rua? Avisa num tom passivo. Aquele que ouve pensar que Alberto não mata uma mosca, só que mata moscas, mata sonhos, ilusões. Ele devasta tudo em seu caminho, sem pedir uma opinião, sem se importar que ele está fodendo a vida de outra pessoa. Este é meu pai e eu o amo, uma coisa não remove a outra, só que ele está excedendo e eu tento entender isso. — A mamãe não faria isso papai ou faria? Os olhos dele ficaram vazios. — Quero dizer, ela fez o possível para eu viver, ela deu a vida pela minha, enquanto você… Eu faço alguns segundos de silêncio. — Você condiciona-me, já que eu não sou o que você quer eu não sou e nem serei. — Eu me levanto. — Você quer me deixar na rua. Doe meu seu dinheiro, queime-o ou coloque-o onde o sol não lhe dá nada. — Eu vou até à secretária dele e ponho as mãos nela para não fundilhar o corpo do meu pai. Lembre-se que você não deixou a filha da minha mãe de ser mãe. Não só eu, a tristeza o invade da mesma forma. Eu sei que minhas palavras doem, como ele sabe que suas condições me machucam. Nenhum de nós superou a morte dela e não vamos, não enquanto estivermos nesta guerra de poder. Onde ele mostra que ele tem, e eu me defendo como posso. Alberto tem a chance de me deixar sem dinheiro, arruinar minha carreira e ser destruído por sua própria ambição.
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