Capítulo 5

1020 Words
Ousa falar sobre isso quando nunca perguntou como era. — Um tapa doeu menos, acho. — Só para usar as suas joias, dinheiro e mostrar a semelhança física que têm. Eu engulo o nó que se formou na minha garganta. — Eu explodo a única coisa que me deixou. Muita baixa, curvando a cabeça para que ele não veja minhas lágrimas. — E não, pergunto sobre ela, pai, porque esta casa tem retratos de Karla em qualquer canto. Nunca a chamo pelo nome, porque dói. — Samantha, acha que estou a fazer m*l, a pedir para te casar, mas… — Anos atrás, perguntei-me como ela era. Eu interrompo-o, a fixar os meus olhos azuis nele. — Lembrar de me ter respondido? — n**o com extrema lentidão. — Que dói falar da mãe, e eu nunca mais perguntei. Uma lágrima rola pela minha bochecha, ele segue-a de perto. — Eu não perguntei porque não queria saber, mas porque falar sobre isso te magoou e eu nunca faria nada para te magoar. Longe da secretária dele, a dar alguns passos para trás. — Sabrina, não quero que me odeia, é por ti, pelo teu bem. Lançou uma risada sem humor. — Quem vai cuidar de tudo isto quando ele morrer? abra os braços com grandeza, mostrando-me o site. — Você? Não gosta de negócios financeiros, não digo que não seja inteligente, e para mais, no entanto, eu preciso disso… — Tenha outro filho. Os olhos abertos como abacates. — Encontre um herdeiro, dê-o ao meu primo, ao seu irmão, ao motorista, não sei, mas não me peça para me casar eu imploro. Não que eu não entenda o seu ponto, não há ninguém depois de mim, se pelo menos eu tivesse irmãos, mas não, Sou filha única e devo carregar essa cruz como Cristo fez a sua. Embora eu entenda, eu me recuso a casar, quem me aceitaria como eu sou? Eu teria que ser alguém, que sabe que comigo ele não será capaz e ser meu falso marido, já que não vou dormir com alguém que não gosto, e não vou casar com alguém que, se eu gostar, já que, com o tempo, teria problemas. — Samantha, desculpe. Fecho os olhos. A decisão já foi tomada. — Você tem um mês para ter um casamento, nesse tempo você continuará usando meu dinheiro, e eu não serei um filho da mãe para levar o seu, mas não espere mais de mim. Termina friamente. — Não sei o que a minha mãe te viu. — Com um único salto levanta-me e bato as duas mãos na secretária. — O bonito? Eu não tenho limites e você sabe disso. — Dinheiro? Por que eu concordo em casar com alguém que só pensa em si mesmo? cego com tristeza. — Você não sabe o que é a vida. Você acha que são eventos, festas, álcool, homens, luxos e diversão. Não é assim que eu vivo, eu acho. — Não, Samantha, isso não é vida. Um dia você acorda e descobre que o amor da sua vida vai morrer. Falou sobre a mãe. — O outro você é velho e você está sozinho, você não tem ninguém com quem conversar, compartilhar um jantar ou apenas um café. — Foi a sua escolha. — Lembro-lhe. — Nunca me opus que fizesse a sua vida. Defendo-me. — Eu sei e aprecio, mas o meu coração só me pertence, não há lugar para outra. Sempre foi a mesma resposta em anos. Pense nisso, Samantha. Um mês para se casar. Insistem na mesma coisa. — Se me casar vai ser outra coisa? levanta uma das sobrancelhas. — Não estou dizendo que vou aceitar, só quero saber que se me casar, amanhã você não vai ter netos. Fixo meu olhar no meu endereço. — Você não está pensando em um casamento falso, está? — n**o rapidamente. — Você não pode se casar com nenhum i****a que cruze seu caminho, eu deixaria você na rua. — é verdade, eu acho. — Existem contratos pré-nupciais. Me impressiona com os olhos. — Responda apenas, não quero filhos, você vai pedir netos ?, porque antes disso, eu adoto um cachorro, dá menos trabalho e sempre espera feliz. — Viro os olhos. — Case e nunca mais vou entrar na vossa vida. Aproximem-se na minha direção para selar o negócio. — Prometo. Pego na mão dele e aceito o negócio. Sem aguentar a tensão por mais um segundo, digo adeus para ir ao meu quarto, quero pensar no que vou fazer. Eu preciso encontrar um homem de confiança que me aceite e me deixe viver como eu tenho feito. Eu ando pelos corredores da casa, conhecendo Marcos, eu franzo a testa ao vê-lo em roupas casuais. Isso acha que ele já se livrou de mim ou o quê? Tente passar por mim, ignorando-me e eu cruzo seu caminho. — Para onde acha que vai? levanta uma das sobrancelhas. — Ainda é o meu guarda-costas. — Infelizmente, sim. Quero bater por ser e******o. — Pensei que iria descansar e aproveitar a oportunidade para sair, tenho um noivado. — Franzo a testa, a sentir-me chateada. — Eu não te dei o dia de folga eu sou uma c****a, —Eu sei. — Eu tenho que ir às compras. — Esfrega o rosto com as duas mãos. — É muito necessário, isso é…? — Marcos. Encurtou a distância entre os dois, nem sequer chegou ao ombro. — Ainda és o meu cão, e você me obedece até que eu me sinta com raiva dança em seus faróis pretos. — Desista se você não gosta. — Eu dou de ombros. — Um dia eu vou fazer você engolir suas palavras. Libera perigosamente, batendo sua respiração quente no meu rosto. Bebida seca. Marcos é um monumento pelo nome. Eu apago esses pensamentos quando ele passa por mim e murmura que ele está esperando por mim no carro. Tenho problemas suficientes para encontrar outro. Eu gosto de deixar o Marcos louco. Por alguns minutos fiquei olhando para ele e bem que não seria m*l se eu tivesse que me casar com ele.
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