Ousa falar sobre isso quando nunca perguntou como era.
— Um tapa doeu menos, acho.
— Só para usar as suas joias, dinheiro e mostrar a semelhança física que têm.
Eu engulo o nó que se formou na minha garganta.
— Eu explodo a única coisa que me deixou.
Muita baixa, curvando a cabeça para que ele não veja minhas lágrimas.
— E não, pergunto sobre ela, pai, porque esta casa tem retratos de Karla em qualquer canto. Nunca a chamo pelo nome, porque dói.
— Samantha, acha que estou a fazer m*l, a pedir para te casar, mas…
— Anos atrás, perguntei-me como ela era.
Eu interrompo-o, a fixar os meus olhos azuis nele.
— Lembrar de me ter respondido? — n**o com extrema lentidão.
— Que dói falar da mãe, e eu nunca mais perguntei.
Uma lágrima rola pela minha bochecha, ele segue-a de perto.
— Eu não perguntei porque não queria saber, mas porque falar sobre isso te magoou e eu nunca faria nada para te magoar.
Longe da secretária dele, a dar alguns passos para trás.
— Sabrina, não quero que me odeia, é por ti, pelo teu bem.
Lançou uma risada sem humor.
— Quem vai cuidar de tudo isto quando ele morrer?
abra os braços com grandeza, mostrando-me o site.
— Você? Não gosta de negócios financeiros, não digo que não seja inteligente, e para mais, no entanto, eu preciso disso…
— Tenha outro filho.
Os olhos abertos como abacates.
— Encontre um herdeiro, dê-o ao meu primo, ao seu irmão, ao motorista, não sei, mas não me peça para me casar eu imploro.
Não que eu não entenda o seu ponto, não há ninguém depois de mim, se pelo menos eu tivesse irmãos, mas não, Sou filha única e devo carregar essa cruz como Cristo fez a sua. Embora eu entenda, eu me recuso a casar, quem me aceitaria como eu sou? Eu teria que ser alguém, que sabe que comigo ele não será capaz e ser meu falso marido, já que não vou dormir com alguém que não gosto, e não vou casar com alguém que, se eu gostar, já que, com o tempo, teria problemas.
— Samantha, desculpe.
Fecho os olhos. A decisão já foi tomada.
— Você tem um mês para ter um casamento, nesse tempo você continuará usando meu dinheiro, e eu não serei um filho da mãe para levar o seu, mas não espere mais de mim.
Termina friamente.
— Não sei o que a minha mãe te viu.
— Com um único salto levanta-me e bato as duas mãos na secretária.
— O bonito? Eu não tenho limites e você sabe disso.
— Dinheiro? Por que eu concordo em casar com alguém que só pensa em si mesmo? cego com tristeza.
— Você não sabe o que é a vida. Você acha que são eventos, festas, álcool, homens, luxos e diversão. Não é assim que eu vivo, eu acho.
— Não, Samantha, isso não é vida. Um dia você acorda e descobre que o amor da sua vida vai morrer.
Falou sobre a mãe.
— O outro você é velho e você está sozinho, você não tem ninguém com quem conversar, compartilhar um jantar ou apenas um café.
— Foi a sua escolha. — Lembro-lhe.
— Nunca me opus que fizesse a sua vida.
Defendo-me.
— Eu sei e aprecio, mas o meu coração só me pertence, não há lugar para outra. Sempre foi a mesma resposta em anos. Pense nisso, Samantha. Um mês para se casar.
Insistem na mesma coisa.
— Se me casar vai ser outra coisa? levanta uma das sobrancelhas.
— Não estou dizendo que vou aceitar, só quero saber que se me casar, amanhã você não vai ter netos.
Fixo meu olhar no meu endereço.
— Você não está pensando em um casamento falso, está? — n**o rapidamente.
— Você não pode se casar com nenhum i****a que cruze seu caminho, eu deixaria você na rua. — é verdade, eu acho.
— Existem contratos pré-nupciais.
Me impressiona com os olhos.
— Responda apenas, não quero filhos, você vai pedir netos ?, porque antes disso, eu adoto um cachorro, dá menos trabalho e sempre espera feliz. — Viro os olhos.
— Case e nunca mais vou entrar na vossa vida. Aproximem-se na minha direção para selar o negócio. — Prometo.
Pego na mão dele e aceito o negócio.
Sem aguentar a tensão por mais um segundo, digo adeus para ir ao meu quarto, quero pensar no que vou fazer. Eu preciso encontrar um homem de confiança que me aceite e me deixe viver como eu tenho feito. Eu ando pelos corredores da casa, conhecendo Marcos, eu franzo a testa ao vê-lo em roupas casuais. Isso acha que ele já se livrou de mim ou o quê? Tente passar por mim, ignorando-me e eu cruzo seu caminho.
— Para onde acha que vai? levanta uma das sobrancelhas.
— Ainda é o meu guarda-costas.
— Infelizmente, sim. Quero bater por ser e******o.
— Pensei que iria descansar e aproveitar a oportunidade para sair, tenho um noivado. — Franzo a testa, a sentir-me chateada.
— Eu não te dei o dia de folga eu sou uma c****a,
—Eu sei.
— Eu tenho que ir às compras. — Esfrega o rosto com as duas mãos.
— É muito necessário, isso é…?
— Marcos.
Encurtou a distância entre os dois, nem sequer chegou ao ombro.
— Ainda és o meu cão, e você me obedece até que eu me sinta com raiva dança em seus faróis pretos.
— Desista se você não gosta. — Eu dou de ombros.
— Um dia eu vou fazer você engolir suas palavras.
Libera perigosamente, batendo sua respiração quente no meu rosto.
Bebida seca. Marcos é um monumento pelo nome. Eu apago esses pensamentos quando ele passa por mim e murmura que ele está esperando por mim no carro. Tenho problemas suficientes para encontrar outro. Eu gosto de deixar o Marcos louco. Por alguns minutos fiquei olhando para ele e bem que não seria m*l se eu tivesse que me casar com ele.