Bufo tantas vezes é quanto eu posso, eu me amaldiçoo por dentro, eu odeio Samantha, ela tem o presente perfeito para f***r uma pessoa, como ela não está feliz, não permite ninguém seja. Então é ruína meus planos, aqueles que eu desejava ter, e agora eu devo ser seu cão de colo, adora torturar-me por dentro e por cada loja que vejo. Você não tem medo de problemas suficientes para pensar em roupas? Deus, ela está pronta para ficar na rua, ela discute com seu pai e ela só quer mais roupas, que são abundantes em todos os lugares.
Eu a vejo e observo no sofá branco em uma das muitas lojas que me fez entrar. Ela é linda e áspera ao mesmo tempo. Um dia eu vou fazer engolir todas as suas palavras, seus maus-tratos e até mesmo sua maldita beleza.
Samantha está experimentando roupas íntimas na cor de vinho tinto, eu tenho que me conter um suspiro de excitação e para zelar meus olhos em qualquer lugar que não o deixe ver que estou lhe observando. Ela não conhece modéstia e uma vergonha, em seu trabalho que não existe, e ela é bastante desavergonhada. Tem qualquer um a qualquer momento não vejo nenhum homem enfrenta-la a não ser seu pai meu chefe.
Eu olho para o lado e ela se vira para ver sua b***a e franzir uma testa, ela não sabe que ela está vestida ou que. Ela está furiosa, e não sei por que ela faz isso com sua vida, eu espero que ela não me pergunte. Ela estava andando na minha direção, mas como Deus existe, o som do meu telefone me salva. Eu me levantei com velocidade e caminhei a poucos metros dela, sem sair da loja.
—Oi, Isa.. — Saúdo a minha irmã. — Desculpa não poder ir desculpa.
— Tem um emprego? — solto docemente. — Você disse isso…
— Sim, pensei que o capricho e o estrago da Samantha pudessem me deixar livre. Eu sou uma mula num centro comercial. — buffo pela décima vez do dia.
— Não se preocupe é compreensivo e ainda me sinto zangado por não poder estar com vocês aí.
—Marcos, estamos bem, vamos comer bolo e vamos guardar um pedaço. — Fecho os olhos e amaldiçoo novamente essa garota mimada.
— Fala para Bela, que a amo e sinto muito a falta dela. — Aquela pequena diabinha bagunceira.
— Direi e pare de ficar bravo. Beijos te amo irmão. E saiba que Samantha é o seu trabalho e ninguém melhor do que você para cuidar dela.
— Não há dia em que não me arrependa de ter aceitado. Ela, não é meu trabalho, e minha maldita cruz. — rosnando, furioso.
— Eu deixo você aproveitar o seu dia, eu te amo, tchau. — Desligamos a ligação.
Me incomoda que eu não possa estar no aniversário dela. Minha irmã só tem sua filha e eu. Nós íamos passar a tarde juntos, comer bolo e aproveitar o tempo de qualidade, no entanto, a coisa extravagante tinha que arruiná-lo para mim. Viro-me para ver que ela está bem, e que nada aconteceu quando ela colidiu com suas pérolas azuis, há tanta raiva em suas pupilas que era de me assustar.
— Eu nunca vou entender porque você não desiste. — Ela cruza os braços, levantando o b***o.
— Você está ao meu lado há sete anos, me odiando, falando m*l de mim, reclamando e assim por diante. — Não conta mentiras.
— Resignação, se você quiser eu vou demiti-lo para coletar compensação, mas pare de ser um pouco de um homem. — Eu lancei uma das minhas sobrancelhas.
— Tenho falhas, Marcos, tu conheces melhor do que o meu próprio pai, mas nunca falei m*l de ti a ninguém. — Consigo ver a dor no seu olhar.
— Se há algo de que não gosto, estou a dizendo, não sou uma fofoca. — Rosna, voltando-se para voltar ao trocador.
Eu mantenho a palavra na minha boca e com um estranho sentimento de remorso. Eu não devia ter falado sobre ela assim, muito menos estar tão perto. Eu não sou um cavalheiro, está claro para você, e com isso você tornará minha vida ainda mais impossível. Só procuro problemas. Se não fosse tão impulsivo.
(...)
Samantha não voltou a falar comigo, disse para levar para o carro e de lá para a casa do pai, e é isso que estou a fazer. O silêncio reina entre nós dois, não sei o que dizer para remover o momento tenso, embora, pensando bem, seja conveniente para mim ser assim, na inimizade, pelo menos eu não tenho que ouvir suas conversas de moda bobas ou alguns comentários azedos dela.
— Quando chegar em casa, vou te despedir. — Quebra o silêncio.
Eu não vacilo e não porque as suas palavras não me surpreendem, mas eu sei como lidar com esses tipos de emoções.
— Vou dizer ao meu pai para fazer isso, para que possa receber um bom cheque e parar de carregar uma cruz.
Observo-a através do espelho retrovisor, o olhar perde-se nos edifícios que estamos a deixar para trás.
— Não pode. — Vire a cabeça de repente.
— Alberto Capelle fez assinar um contrato afirmando que eu serei o seu guarda-costas até ao dia em que se casar.
Os olhos abrem-se como pratos.
— É por isso que não desisto, não por causa do pagamento. — Olho para a rua.
— Meu pai lida sempre com tudo o que lhe agrada. — Fala consigo mesma.
— Poderia ter sido assim com a minha mãe?
Eu franzo a testa e olho para ele novamente, os seus olhos estão perdidos nos seus próprios pensamentos.
— De qualquer forma, tem menos de um mês de sobra. — Dá de ombros.
— Quer eu me casando ou não irá se, vai livrar-se de mim. — Sorria alto.
— Marcos, não consigo pagar o seu salário. — Interrompe-me.
— Acho que não consigo arranjar alguém para apoiar este caprichoso e mimado. — Aponta para si próprio, usando as palavras que usei.
— Então há uma contagem regressiva, você não terá mais que falar m*l de mim para sua namorada. — Eu lancei uma das minhas sobrancelhas com curiosidade.
— Namorada? Que namorada? — curioso. — Não tenho namorada sou solteiro.
— Quero dizer, falas m*l de mim com qualquer rapariga que cruze a tua vida? — Eu viro os meus olhos. — Tu és uma i****a! — grita, furioso.
— Primeiro, Isa não é qualquer uma ela é minha irmã. — Seus olhos abertos tentando achar um lugar para se esconder.
— Segundo, apenas falo de você e sim, são as únicas coisas boas da minha vida. — Eu esclareço antes de perguntar.
— E finalmente eu disse isso porque estou zangada com você. — Samantha encolhe os olhos na minha direção.
— É o seu aniversário, eu não pude ir porque estou te acompanhado da sua depressão por não querer se casar garota burra.
Eu faço malabarismo para estacionar no lado da rua sem causar um acidente. Eu me viro para ver se a louca está bem.
— Vai perder o aniversário da tua irmã? — Fico sem saber o que dizer.
— Porque eu não sabia que se tivesse me falado teria lhe dado um dia de folga? Fico confuso.
— Eu não falo da minha vida privada. Agora vamos para casa, se você é generosa para me dar o resto do dia de folga.
Eu não quero dizer nada, só que o contato me dá uma forte corrente elétrica, mesmo que ele sinta, já que ele rapidamente remove os dedos de mim. Abaixe a cabeça, eu ainda posso veja como suas bochechas ficam vermelhas. Um sorriso puxa meus lábios.
— Eu preciso ir para algum lugar mais, de uma semana que merda.
— Onde? — pergunta, implorando-lhe para não dizer que é outra loja.
— Uma loja. — Não é para mim.
— Vou comprar um presente para sua irmã para que eu possa pedir desculpas.
— Você vai fazer o quê? — Eu n**o, eu entendo. — Não, Isa não precisa de seu dinheiro e nem do seu presente.
— Eu sei, você deve fazer um bom irmão para ela. Deve ser bom ter uma família, certo?
— Sim, também insisto que não preciso disso…
— Não pergunto isso Marcos. Isso é uma ordem e é assim que ela consegue o que quer, sempre.
(...)
Orar é inútil para mim e Deus não me ouve ou me odeia, no entanto, estou com mais problemas e tudo porque Samantha investigou minha vida privada, primeiro recusei-me a responder, no entanto é particularmente pesado e acabei por lhe dizer para ela que tenho irmã, tenho uma sobrinha, a Bela, que não tem pai, porque abandonou a Isa quando descobriu que ela estava grávida.
Então ela decidiu comprar algo para Isa e para Bela. Obviamente, não a convidei para ir a minha casa, mas é claro, é isso e uma birra, por isso estou a estacionar na porta do edifício onde a minha família vive. Eu olho para ela e ela não vê o lugar com olhos ruins, não é nada luxuoso, não é o que ela está acostumada a viver.
— Quer mesmo descer? — Tento persuadi-la. — Não há luxos, além de…
— Quero pedir desculpa. — Soltou um suspiro pesado.
— Depois disso, vou embora, o motorista do pai virá buscar-me, terás a semana de folga. — Abro a boca num tom perfeito.
— Em que ponto…?
— Mandei uma mensagem ao meu pai, expliquei o quão e******o eu era, e ele concordou. — Encolhe os ombros. Ele sai do carro sem me dar a chance de responder. Merda!
Eu não gosto que eles façam o que querem, Samantha lida comigo como ela gosta e me irrita. Eu não poderia ter uma mulher como ela ao meu lado, eu não estou acostumado a ser desobedecido. O exército ensinou-me o que é disciplina, quando pode e quando não pode. Um pequeno comportamento teria dado errado para ela.
Eu alcanço uma vez que é na entrada, você ganha olhares de todos os tipos. As mulheres invejam sua beleza e os homens babam por ela. Eu a levo pelo braço em um ato arrebatado. Samantha hoje encheu o pouco de paciência que eu tenho, seus olhos curiosos me veem com surpresa, eu a empurro, levando-nos tanto para o prédio, não há ninguém no piso térreo, só eu e ela. Eu a guio até o elevador e toco no número cinco é o andar do apartamento.
— Não faça hoje novamente. — Masculino, irritado.
As portas abrem e eu empurro outra vez, fazendo tropeçar.
— Não trabalho para ti, mas para o teu pai, você não me dá ordens, muito menos você vai me enviar para fazer o que quiser.
Minha respiração está agitada, como as portas de metal se fecham atrás de mim.
Samantha me observa em silêncio, primeiro ela está um pouco atordoada e, em seguida, um sorriso ladino é desenhado em seus lábios. Oh não, baby, eu não sou o seu maldito brinquedo. Eu conheço-a e sei que qualquer coisa que saia da boca dela vai fazer-me parecer um i****a.
— Não sabia que tinha tanto poder sobre ti. — o que eu disse.
— Não só fazes o que eu quero, mas também salto. — toco na veia que se forma na minha testa. — Esta veia. — acaricia-a lentamente.
— Fácil, Marcos, não quero culpar por teres um golpe nos nervos. Maldito caprichoso!
As portas se abre sem me dar tempo para nada. Ela me pega para o elevador, andando como se fosse o mundo dela, que é um problema, tudo o que ela pisa é dela.