Capítulo 8

1993 Words
O silêncio no elevado e perturbador, cada palavra que ele pronuncia pesa sobre nós como um manto de culpa. Samantha me olha com descrença, seus olhos azuis refletem surpresa e perplexidade com poucas palavras imprudentes. Como isso poderia ser? Eu me amaldiçoo ao deixar meus impulsos me dominarem, ao deixar essas palavras escaparei sem receptáculos nas consequências. Samantha, a mesma mulher que cuidei durante sete anos sob as ordens do pai, está agora na minha frente, vulnerável e indefesa diante de uma explosão sincera. Tenho que conserta-la, tenho que encontrar as palavras certas após os danos que causei e prejudiquei seu interior. Mas meus lábios pareciam um ímã que é incapaz de articular um pedido de desculpas que realmente expressadas pelas palavras que disse a essa garota. O elevador para quebrando o feitiço do silencio que nos envolvemos. Samantha se move na frente, com postura rígida e tensa enquanto está pronta para explorar em mil pedaços. Sei que você continuará com seu exemplo, enfrentará as consequências das minhas palavras e tentará reparar o erro que cometeu. Com um suspiro, reúno toda a minha coragem e me aproximo dela. Minhas pernas tremem um pouco ao tocar seu braço, tentando prestar atenção. — Samantha, com licença. — Murmurou uma voz quase inaudível. — Não sei o que aconteceu comigo, fui imprudente e não decidi dizer essa palavra. - ângulo do meu orgulho. Ela olha para mim, seus olhos ainda cheios de surpresa, mas há também uma malícia neles, como sempre, há coisas que move nunca mudam. Não sei qual de vocês dois foi mais imprudente, ela me chama de "cão" a cada duas palavras eu dou menos opinião sobre a fala dela. — Você pede desculpas por me rotular com tanto cuidado por dizer que estou tentando seduzi-lo? — Abra os dentes juntos. — Tem alturas que só penso todos os dias que mato ou contrato... — Como se arrepender. - Elevador sai. — Eu também faço isso, sabendo mais que não posso demiti-lo. - bufa. — Você vai dar um jeito de não te ver até o dia do meu casamento. — Eu lancei uma das minhas sobrancelhas. - Adeus, Marcos. - mais uma vez ele tenta escapar de mim. — Samantha, o motorista não está. – masculino, me colocando entre a saída do prédio. —Vou pegar um táxi. – Dê os ombros, para tentar sair. — Você vai me deixar? — fica odiado ao ver que não o deixo passar. - Você e... — Esta não é uma menina, e não importa o quanto meu pai tenha feito você assinar um contrato, ou o que você está prestes a fazer, eu vou me certificar contra minha vontade. — sabe sobre leis agora, acho. — Modelo, não cheire, i****a. – Parece ler meus pensamentos. — Se você não quer a polícia aqui, deixe-me andar e te deixo ir. —Rosna, furiosa. — Deixe-me levá-la. — Suavizou ou tom para convencê-la. — Não. Cruzando os braços. — Vá com sua família, não quero que pense que não tenho pena de você. - Repita algumas palavras. — Me dê paz, Marcos, e isso é sério. — Diga-me um número que nunca usei antes, seguro e sério. Ele me deixou triste, com vergonha das minhas poucas palavras e com medo de que algo acontecesse com ele. Se for assim, não demorará muito para eu entrar na corrente. Tudo o que eu disse não era mentira, e eu sabia que ela estava me ouvindo, eu sabia que ouvi quando estava mentindo com minha sobrinha, só queria vingança contra ela, nunca acreditei que algo que eu pudesse dizer a magoasse, eu não sabia que Samantha tinha muitos pensamentos sobre ela em mente. O vejo, parando um táxi, parando tipo quatro, é claro que uma mulher sozinha, quem quiser ter sorte, não é bobagem pegar uma casa mais rápida, você entra aqui e antes que o motorista pare onde você está indo, vire a cabeça na minha direção, odeie meus alunos e não quero pensar no que você será capaz de fazer. Deus tenha piedade de mim! (...) Aparentemente perdi, porque tinha quase mais tempo de sobra, avisou-me Alberto, lembrando que trabalhei muito durante vários anos e que mereço descansar. Primeiro foi uma semana que uma mulher caprichosa disse, e quando ela estava pronta para ver seu rosto novamente, ela o recebeu. Não percebo o que acontece, por isso vou atravessar as enormes grades da casa de campo de Samantha. Eu preciso de respostas. Alberto não deixará sua filha sem guarda costeira, ameaçando deixá-lo na rua como alguma coisa, mas a partir de hoje para permitir que seu único herdeiro permaneça sob custódia, há uma diferença. Portanto, não posso provar esta mensagem estúpida, você deve ter outra coisa e deve descobri-la. Nunca me importei com dinheiro, apenas quando fui demitido. Certamente também foi, Samantha teme o que dizer ao seu pai ou o que dizer sobre ela, e ela está sendo política corretamente, ela preferiu fazer isso, dizer adeus. Claro por sugestão dela, de se vitimizar, pois é a única coisa que ela sabe fazer e, claro, sua profissão de modelo. Saiu do carro, semeando o dia do nosso luto, dia em que claramente arrasou tudo. Já conheci a Samantha centenas de vezes, nunca concordamos e não vamos, ela é um capricho e eu não carrego os caprichos da minha sobrinha. Aquele dia foi meu fim, uma parte das emoções menos inferiores me dominaram, assim como ela fingiu que nada aconteceu, nós dois sabemos que aconteceu. O elevador é um teste. Entrei em casa e o homem que cuida da segurança desse lugar me fez sentir mais normal, tanto que me faz ter mais dois pensamentos, será que não estou mesmo demitido? Não sei, por que me dar mais tempo? Continuo me dirigindo até a mesa de Alberto e antes de finalizar a compra olho para a porta aberta, obviamente não com Samantha para entrar como desejo, vou assim que ela está aberta e a corrente gira na direção certa, me mostrando onde estou apesar disso, o franze a testa e acena me, então eu faço. – Olá, Capelle. — Se levanta e se estende para mim na direção. — Não vou te mandar mensagens se avisar que tem mais feiras? — saudação e assento. — Então? —Ele parece confuso, sentando-se novamente e me mostrando sua corrente na frente dele para imitá-lo. — Por que uma semana e um mês depois? — Estou começando a trabalhar. — Você está demitido? — Alberto está confuso. —Não, quem disse isso? — Sento-me, querendo perecer ou passar. — Samantha? foi estava louca. - Bufa. — Não vejo sua ficha num dia de semana movimentada e por causa da mensagem de que você está aqui. Alberto deve pensar que a loucura do arquivo que ficou comigo é certamente ele fica. Não pode? Samantha pode arrastá-lo por qualquer coisa e quando menos imaginar que ela está matando sua sentença de morte. Ele tem um dom, um jovem tem. — Samantha me contou que era aniversário de sua irmã e que ela devia uma semana de diversão para estar com a família. - Agora eu entendo, garoto. — Uma semana foi cumprida ontem. — Concordo com isso. — Ele viu você me pedir para dar o descanso a mais. — Levantei uma das minhas sobrancelhas. — Ela não disse nada, não disse nada sem a voz e sabe o que disse. -Cruze seus braços. — Sem mim? Ter outra guarda costeira. — Alberto sorriu peculiarmente. Eu não entendo e você sorri. Estudei muito no exército, na forma de pensar das pessoas, nos seus movimentos, nas atitudes que não sabem, quando não sabem. Sei que preciso saber de uma coisa, não posso ser enganado, sei que estou perplexo agora. — Samantha odiava estragos. — Não é que você tenha caído ou que não impressione porque é tecnicamente impossível. — Ela é liberal, libertina, maluca e tudo o que quer dizer, mas não tem nada a ver com a casa nem com a vida pessoal, Marcos. — E uma confiança que nunca tivemos. — Ela te lubrificou, nunca entendi o porquê. - Ombros acolchoados. — Com licença, mas não percebi, pode ser mais explícito? — soltou um suspiro e se levantou. Ele se aproxima de Samantha e me pede para encará-lo com a cabeça, e ele não sabe o que quer, então olha na direção que está olhando. Samantha é uma mulher que nunca conheci, e parece um bebê, descalça, andando no mato, seguida pelo cabelo de Alberto, sem maquiagem, vestido curto com flores e bem natural. — Samantha foi isso, até decidir ganhar dinheiro com sua beleza. ela começou a vacilar, mas não recebeu toda a atenção que merecia. Fiquei surpreso com sua filha. — É claro que tinha que acontecer alguma coisa porque ela era uma menina, uma herdeira, então ela se permitiu ser modelo, então tinha que ser guarda costeira. — Eu não sabia disso, acho. — Foi muito difícil para mim ir à escola. - E isso menos. — Ela não estava na entrevista. —Lembro-vos, ele m*l sorriu. — Não e sim. — Isso é mais confuso. — Ele escolheu você e mais três, ela deu a última palavra, escolheu pessoas mais datadas, menos amigáveis e que manteriam distância dela. — Que aconteceu no dia do elevador, e porque me deve mais, concordo mentalmente. — Nenhuma alteração. —Mantém, esperando que ele refutasse. — Eu sei, — volte para a cadeira. — Só ela decidiu deixá-lo descansar, a fiadora de que ela é frívola, caprichosa, não delicada com a voz e nem delicada. - Ele n**a. — Sinto muito que você esteja pensando em si mesmo. Não demora muito, porém, ele está confiante de que o casamento está prestes a mudar e que será novo. —Haverá um casamento? – isso me atingiu como os olhos. — Quero dizer, você já escolheu o sortudo? — aceno e estou atordoado com uma surpresa. — É por isso que ele tem tempo mais que suficiente. —Eu olho para ela. — Já que você vai se casar, você não vai sair desta casa, não vai sair, O casamento será organizado a partir de agora e estará seguro dentro destas paredes. — Olhar para baixo sobre os lençóis da mesa. — Faz tanto tempo que não mantenho um prisioneiro. — Sussurra sem perceber que meus pensamentos ganharam minha própria vida. — Eu também não, mas ele sabe que sem voz ele não sai, então eu mudei a liberdade dele para sua. — Eu fico completamente tenso. Desta vez ela não me insultou e não fez nada do que costumava fazer. Essas poucas palavras te afetaram tanto que ela decidiu ficar trancada nesta casa por um mês? Não só isso, sabendo que ela tinha a escolha mais fria de todas as candidatas que eu tinha, ela apenas me avisou que Samantha era mais astuta do que eu pensava, ela nunca cruzaria a linha entre nós, e eu a cruzaria. Ele tentou fazer algo que não foi originalmente criado, manter qualquer ação à distância e destruir tudo no fundo. — Posso saber que não há notícias do seu processo? - libertado sem pensar. Alberto olha para mim e acena, ouvindo esse nome, tenho certeza que Samantha está completamente maluca. Ela não pode se casar com aquele cara, não depois que ele partir. Ela está desesperada pela herança do pai ou quer se livrar de mim a qualquer custo. —Theo Santos. Aparentemente não está relacionado com as próprias máscaras. — Ela é uma modelo — e uma i****a, acho eu. — Espero que uma garotinha não queira fazer sua herança e ame de verdade aquele raptor. — Olho para Alberto querendo dizer uma verdade, sobre um qual não está muito claro, nem tanto, eu sei que ele e um bastardo queria estuprá-la. —Você tem alguma informação sobre isso? — minha boca treme de falar.
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