Nossas línguas dançam, enquanto minhas mãos vão até seu sexo, acariciando delicadamente seus lábios vaginais, a suavidade destas me transporta para a luxúria. Seus gemidos são uma melodia em meus ouvidos, pressiono seu c******s com as pontas dos dedos e ela, em resposta, se contorce em meus braços.
Nossas bocas não param de se beijar, é como se ansiassem por esse momento e agora que o têm, não vão perdê-lo por nada no mundo. Sete anos, é uma tortura, eu acho. Ao mesmo tempo, Sabina solta meu pescoço, e leva-o até o zíper que o vestido tem nas costas, abaixando-o e deixando as alças caírem pelos seus braços e seus s***s ficarem expostos.
Afasto meus lábios dos dela para ver aqueles s***s que conheço, mas sempre sob o tecido de um sutiã e agora são só para mim. Coloquei minha boca entre seus s***s e o aroma das flores do jardim de sua mãe percorreu seu corpo, tornando-a doce e terna quando, na verdade, ela é promíscua, exótica e linda.
Eu chupo seus s***s e os mordo, deixando marcas ocasionais. Aparentemente sexo violento é coisa dela, já que ela não reclama e geme enquanto meus dentes puxam um de seus m*****s e meus dedos entram em sua b****a em uma única estocada. Sua cabeça se move para trás, e para que ele não a vire, apoio o peso de seu corpo na beirada do balcão, para que minha outra mão fique livre e eu possa enredar meus dedos em seus cabelos.
Eu a ataco com meus dedos, fazendo com que gemidos de súplica escapem de sua boca e meu nome se misture a eles. Dou-lhe mais um pouco até sentir que o prazer vai chegar, mas quando ele menos espera, retiro meus dedos e levo até sua boca, ele abre por instinto, seus olhos estão fechados, ele não sabe o que ele está fazendo, ele suga e saboreia seus fluxos.
Levanto a mão até a braguilha da calça, desabotoo-a e antes que ela caia no chão, procuro no bolso uma camisinha. Só porque eu te disse que teremos filhos não quer dizer que seja verdade, é isso. um tema complicado, sobre o qual devemos conversar com calma.
Samantha vira a cabeça em minha direção e vê como é difícil para mim colocar a camisinha, então ela segura as pernas firmemente em meus quadris e segura em meus ombros, apoiando-se, permitindo a livre movimentação de minhas mãos. Coloquei a camisinha sob seu olhar atento, ela não tira os olhos de mim nem por um segundo, o peso deles me deixa louco e me oprime, ela é persuasiva quando quer, como agora. Depois de colocá-lo, sorrio e falo, observando seu rosto se encher de cores.
—Você não quer ver o tamanho do que vai comer? — ele engole em seco, vejo em seu pescoço.
Ela balança a cabeça lentamente e eu a afasto um pouco. Ele abaixa a cabeça e por um longo segundo olha para meu falo. Ele olha para mim com olhos grandes e boca entreaberta. Ele não encolhe e lambe os lábios. Ela não vai me contar que viu outro igual, não acredito nela.
—Tente ser um cavalheiro uma vez na vida, ela pede em voz baixa. —Não quero ir para o hospital despedaçado. —Dei uma risada, divertida.
— É a primeira vez que as piadas dele me fazem rir.
—Calma, caprichosa, no começo você vai querer que eu seja um cavalheiro, depois... Pressiono meus lábios nos dela. —Um carrasco. —Sussurro, beijando-a novamente.
Enquanto a beijo, seguro meu p*u com uma das mãos, a outra acaricia seu c******s, levo meu pênis até sua b****a e deixo na entrada, a cabeça toca seus lábios vaginais, como um beijo suave, eu aperto minha mandíbula para conter aquela necessidade animal que cresce por dentro e não atacar tudo de uma vez. A cada centímetro que entro, Samantha fica tensa, a ponto de estrangular meu m****o, é gratificante sentir seu calor abraçando meu sexo. Chego ao ponto exato onde nossas pélvis se conectam, e não tenho mais nada para inserir, sua b****a recebeu cada parte do meu p*u no bom sentido, e ela geme em um pedido desesperado por mais.
—Por favor. —Ela implora, apertando as pernas.
Deixo sua b*******a e a ataco, formando uma dança perfeita entre nós dois, ela me cavalga, segura pelos meus ombros e eu a seguro pela b***a, abrindo em dois para ir mais fundo, tanto que sinto que estou dividi-la ao meio.
A cozinha está cheia de gemidos e suspiros de nós dois, o som de nossos corpos batendo incontrolavelmente, nossa respiração treme a cada movimento e nossos corpos estão cobertos por uma camada de suor, a ponto de molhar a camisa que estou vestindo e separação de seu vestido.
Não paramos de nos beijar mesmo estando perto de atingir o orgasmo, mas por um segundo sinto um olhar pesado sobre mim, abro os olhos e os dela me olham, me hipnotizando, me tornando escravo daquele azul penetrante. Os meus tomates já não aguentam mais a tensão e graças ao seu olhar e à forma como as suas paredes vaginais apertam o meu pénis, acabamos por ter um orgasmo avassalador.
Nossas bocas se separam em busca de ar, enquanto cada jorro de sêmen permanece no maldito plástico. Quero sentir todo o calor da b*******a dela, penso, enquanto procuro ar, já que estou com falta de ar por causa dos beijos e da atividade física.
Já tive mulheres na minha vida e de todos os tipos, porém, nenhuma como “Samantha Capelle”, nenhuma que chega ao orgasmo sem tirar os olhos de você, te tornando uma escrava.
Sua cabeça cai no meu ombro, descansando ali, eu sorrio como uma i****a, incapaz de evitar o que sinto no peito, algo que nunca vou falar.
— Qual era o banheiro desta casa? —Nem me lembro, ela nunca vem aqui, só fez isso para não continuar discutindo com o pai. —Você teve um, não teve? —Fico perguntando, já que ele não me responde.
—Ele tem vários. —Ele murmura. —No quarto principal, um de serviço e outro de hóspedes. —Ele comenta como se nada tivesse acontecido.
—Quase não lembro que você é milionário. – Bufa.
—A culpa não é minha, é do meu pai. – Tem seu ponto. —Eu deixaria de ser, se não fosse a sua caridade. —Ele olha para mim, virando a cabeça para o lado. -Obrigado, Marcos. Ele beija meu pescoço e se aconchega em meus braços novamente.
— Que tipo de casamento teremos?