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Eu ainda te amo (Segunda temporada de A nerd e o Popular)

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Blurb

Se passaram anos e as coisas mudaram para ambos, Jennifer volta para a sua cidade natal e, o que ela não esperava, era não ter superado um grande sentimento do passado por Caio; Caio, por sua vez, aparentemente já havia seguido a sua vida, mas o passado vem átona, trazendo sentimentos inesperados da parte dele.

Será que ainda existe amor o suficiente para que os dois fiquem juntos novamente? Será que dará certo?

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Capítulo 1- A despedida
Jennifer Aqui estou eu, sentada na cadeira fofinha que fica na varanda da casa da minha mãe, pensando em como o tempo passa rápido demais e de como a minha vida mudou desde que vim para Portugal, hoje eu volto para são paulo, decidi fazer a faculdade lá e não está sendo nada fácil para mim ter que deixar tudo para trás novamente, principalmente os meus amigos que considero irmãos, Luan e Rebeca. Falando em amigos, hoje completam 4 anos que vim para Portugal e deixei minha vida inteira em São Paulo. Respirei fundo e logo me levantei da cadeira dando de cara com o Luan. Dei um pequeno sorriso, mas esse sorriso logo se foi quando me lembrei que eu estava prestes a ir embora. O mesmo caminhou lentamente até mim e me abraçou bem forte. — Eu irei sentir a sua falta, pequena. — Falou ainda me abraçando. Senti uma pequena lágrima escorrer sobre o meu rosto e logo a limpei saindo do abraçado e o encarando. — Eu também irei sentir a sua, Luan. — E de mim? — Falou Rebeca aparecendo na porta da varanda e correndo em minha direção já chorando. — Não é justo você ir embora. — Falou ela em soluços. — Eu sei, amiga, eu sei, mas eu sinto que preciso ir. — Falei num tom triste quase desistindo de ir. Senti outro abraço por trás de mim e era o Luan. Depois daquela cena, escutei passos e logo o barulho cessou. — Filha? — Falou minha mãe fazendo com que o Luan e a Rebeca me soltassem. Olhei na direção dela e logo se formou um nó em minha garganta, eu teria que a deixar... Não, ela não voltou para são Paulo e nem o meu pai, agora eles moram oficialmente aqui em Portugal e deixaram a casa de São Paulo como herança para mim. Fui na direção da minha mãe e abracei ela também. — O táxi chegou. — Falou meu pai se aproximado de nós. O abracei também e todos começaram a chorar. Por fim me despedi de todos e respirei fundo mais uma vez. Troquei mais algumas palavras com todos e adentrei o táxi com minhas malas. O carro começou a andar e eu avistei eles sumindo aos poucos... Encostei a minha cabeça na janela e fechei os meus olhos. Bem... Sobre o Caio, ele não sabe que vim para cá e pedi total sigilo aos pais dele, que voltaram para São Paulo e viviam visitando aqui, até casas eles possuíam aqui. Acabei ficando depressiva e exclui minhas redes sociais, troquei de número e acabei perdendo o contato com todos, sem excessão nenhuma, o que foi triste, pois eu realmente tinha um vínculo com a Bia. Abri os meus olhos ao relembrar os momentos que vivi e me odiei por ter sido tão tola no passado. Algumas horas depois... Já de frente para a minha antiga casa, a observei e estava intacta, meu pai havia contratado uma mulher para manter a casa em forma, e pelo menos, do lado de fora, a pintura estava em dia. Abri a porta lentamente e o cheiro de sempre invadiu as minhas narinas. Pequenas lembranças começaram a vagar em minha mente, mas eu logo as mandei para longe. Abri a porta por completo e logo comecei a colocar mala por mala dentro de casa. Quando eu iria pegar a penúltima mala, alguém a pegou delicadamente de minhas mãos atraindo o meu olhar. — Eu m*l cheguei e já estou sendo roubada, sério isso? — Falei um pouco irritada e com indignação. — Que isso, moça, eu jamais roubaria você. — O cara com os cabelos castanhos e olhos da mesma cor sorriu e pegou a mala por fim. — Nós somos vizinhos, prazer, me chamo Mateus. Ele me estendeu a outra mão para mim e sorriu gentilmente. — O prazer é meu, Mateus, obrigada por me ajudar com as malas. — Que isso, apenas um pequeno gesto de boas-vindas. Sorri para ele que pegou a outra mala e encaminhou para a entrada de minha sala. — Obrigada mesmo, fico te devendo essa. — Sorri já dentro de casa perto da porta. — Que isso, qualquer coisa eu moro na casa aqui da frente. Falou já me cumprimentando e saindo. Fechei a porta e suspirei fundo, eu havia literalmente tomado um susto daqueles. Andei pela casa e passei a mão em alguns móveis, eles estavam com um pouco de **. Balancei a cabeça e fui até a área de serviço procurar um pano e produtos, e adivinhem? Vazio. — Com certeza irei avisar o meu pai que a Gina não vem aqui tem uns 2 meses. — falei comigo mesma. Peguei a chave do carro que meu pai havia comprado e mandado entregar aqui, e fui até a garagem. Entrei no mesmo e liguei o GPS, pois faziam anos que eu não andava por aqui e não queria arriscar. Já no mercado, comecei a colocar os produtos no carrinho e andava distraidamente pelo mercado olhando os produtos. — Opa. — Escutei uma voz masculina. Olhei para frente e levei um pequeno susto, fazendo com que o meu celular que estava em minhas mãos com a pequena lista de coisas para comprar que eu havia feito enquanto não abria os semáforos, fosse ao chão com tudo. — Aí meu Deus, desculpa, eu estava distraída. — Falei me desculpando com o cara que eu havia batido o carrinho. Me abaixei e peguei o meu celular que estava com a tela toda trincada. — d***a! — Murmurei comigo mesma lembrando que eu ainda não havia avisado os meus pais que eu tinha chego aqui. — Tudo bem, não foi nada. — Falou o moço parado em minha frente imóvel. — Isso foi culpa minha. — Falou o cara pegando o celular de minhas mãos e analisando o mesmo. — Não foi não, isso foi culpa minha, fique sossegado. — Falei pegando o celular de volta das mãos dele. — Eu insisto! — Falou pegando de volta o celular. Cruzei os meus braços e logo o encarei, tendo a sensação que já tinha o visto em algum lugar. Tentei ignorar aquilo mas era praticamente impossível. — Eu acho que te conheço. — Falamos em uníssono.

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