DEZENOVE: Nós Estamos em Chamas

3717 Words
Lucas sentia seu corpo formigar sempre que olhava para Jungwoo, o beta estava o tirando do sério, fazendo com que perdesse seu controle tão perfeito. A verdade era que não havia um só segundo em que não pensasse na sensação que a pele do Oh lhe trazia, no seu fraco cheiro de beta, na maciez de seu cabelo e no brilho de seus olhos. O jeito inocente com que o olhava e nas vezes em que em gestos castos lhe fazia sentir diversos arrepios na espinha, a verdade era que ele não estava mais conseguindo se conter, a vontade que tinha era de jogar Jungwoo em uma cama e o f***r por horas a fio. Fora justamente por isso que procurara Minhyuk, o único capaz de resolver aquele problema antes que ele fizesse uma besteira. O beta estava trabalhando, parecia muito concentrado no que fazia, um pecado ter que interrompê-lo. Cumprimentou Jaehyun antes de entrar no estabelecimento, pigarreando ao lado do mais velho. Minhyuk o encarou meio surpreso com a presença do lúpus ali. — Ah, olá Lucas, veio encomendar alguma coisa? — Mais ou menos. — o respondeu, olhava para os lados para ver se alguém estava prestando atenção neles, Minhyuk o encarava esperando que ele dissesse mais alguma coisa — Eu preciso de um dos remédios que você fabrica. Vovó Bom havia ensinado muita coisa para Minhyuk, coisas estas que eram requisitadas em segredo, a maior parte da alcateia tinha medo daquilo e sempre que alguém precisava de algo, aparecia pelo escuro, sem que mais ninguém soubesse. Claro que o beta não se importava com aquilo, ele gostava de ajudar as pessoas, por mais que elas não entendessem direito aquela ajuda. — Que tipo de remédio? — questionou, era a primeira vez que Lucas lhe pedia algo — Está doente? Você não parece muito bem. — Eu estou bem. — respondeu de imediato, não queria que ninguém pensasse algo de m*l vindo dele — Bem, eu preciso de algo que faça o meu apetite diminuir. — frisou bem a palavra “apetite”, na esperança que Minhyuk viesse a entender. — Está comendo demais? Pelo visto ele não havia entendido. — Não é desse apetite que eu tô falando. — se inquietou, coçando a nuca começando a ficar nervoso, estava com vergonha de explicar — Preciso de algo que me deixe mais calmo, entendeu? Mais calminho, inofensivo. Depois de pensar um pouco o beta quase riu. — Quer alguma coisa que diminua o seu fogo? — falou um pouco alto, fazendo os demais olharem pra ele. Lucas olhou sem jeito para os que estavam ao redor, principalmente para Jaehyun, que estava com um ar de riso imposto nos lábios. Voltou a se concentrar na conversa entre dois, tentando ignorar os olhares furtivos para ele. E como se explica isso? “Estou subindo pelas paredes, me ajuda a não fazer amor com meu beta até arrancar o quadril dele fora”. — É. — Que tal sexo? — Não estou podendo no momento. — respondeu, suplicando mentalmente que o beta não perguntasse o motivo. — Um peixe arrancou suas bolas? Lucas ficou impaciente, estava um pouco arrependido de ter ido ali. — Você tem como me ajudar ou não? — Vá à minha casa hoje à noite, vou te dar algo que vai te ajudar, só não vai fazer nenhum milagre, você vai ter que manter o controle disso aí. — falou enquanto apontava para o meio das pernas do alfa — Vocês jovens são muito afoitos. YukHei foi pra casa depois daquela conversa, tomou um banho frio e tentou a todo custo não pensar em Jungwoo, por mais impossível que aquilo fosse. Não saiu de casa o dia inteiro, esperando que anoitecesse para buscar sua poção apaga fogo, bom, qualquer coisa que lhe ajudasse a não enlouquecer. Seus planos foram por água abaixo quando ouviu um barulho na porta e um beta surgir aparentemente muito animado, se jogando sobre seu corpo na cama. Aquilo o deixou nervoso, era como se chamasse, todo o esforço que teve em não pensar no beta não serviu de nada no momento em que encarou aquela boca rosada se abrindo e fechando enquanto ele falava alguma coisa que Lucas não estava prestando atenção. — Lucas, você tá me ouvindo? — o menor bateu em seu braço, o fazendo acordar de seu devaneio. Ele piscou os olhos. — Tô sim. — E o que eu falei? — Que vai fazer um cozido especial pra mim hoje. O beta não sabia se ele estava de brincadeira ou se esteva pedindo pra ele cozinhar de verdade, só sabia que Lucas estava no mundo da lua e nem ouvia mais o que ele falava. O menor se endireitou na cama, sentando no espaço ao lado do mesmo, o que foi de grande alívio para o alfa. Jungwoo estranhou a cara de Lucas, mas não disse nada. — Tá bem, eu faço um cozido especial pra você. — disse, ainda meio desconfiado — Mas eu estava falando que estou de folga hoje e vou passar a noite aqui com você. Aquilo foi a última gota, era certeza de que aquele noite não acabaria nada bem, já suava frio só de imaginar Jungwoo lhe abraçando enquanto dormia, especialmente pelo que aconteceu da última vez, acabando por ficar duro e o beta passando a mão sem entender o que era, nenhum dos dois jamais esqueceria aquilo. — Então vá indo pra cozinha que eu preciso ir fazer uma coisinha e já volto. — o alfa se ergueu rapidamente da cama, deixando um Jungwoo confuso para trás.     [... Doçura de Beta ...]     Minhyuk organizava os potes na prateleira enquanto Myungjun estava quieto em uma cadeira tricotando uma roupinha de bebê, o beta esperava o terceiro filho do casal, que estava quase vindo ao mundo com suspeitas de ser um alfa, o primeiro alfa da família compostas até então pelo casal de betas de duas meninas ômegas. Minhyuk certamente já se preparava pelo imenso cortejo que viria pela frente, em vista de que ômegas fêmeas eram raras na alcateia. Myungjun tinha muito orgulho de ter parido duas. — Lucas virá hoje a noite buscar uma poção, eu preciso que entregue a ele. — Minhyuk falava enquanto calçava suas botas — Preciso resolver um problema na oficina, preste atenção, é a poção verde clarinho, não a poção verde musgo, entendeu? Myungjun balançou a cabeça afirmando que havia entendido, mas ele não estava prestando muita atenção. Minhyuk saiu da casa deixando os três sozinhos. Hyejin, ou Hwasa, como costumavam chama-la, brincava com sua irmã Irene sobre o tapete de urso que ficava na sala. Não demorou muito até ouvirem um barulho na porta e a cabeça de Lucas surgir ali. Hwasa, a mais velha, correu para abrir a porta de baixo e deixa-lo entrar. A menina sorriu para o mais velho, que retribuiu seu sorriso. — O seu pai está em casa? — Só o omma. — ela respondeu, entrando mais para dentro e sendo seguida pelo lúpus — Omma, o Lucas está aqui. Myungjun não se ergueu da cadeira, sua barriga estava enorme e ele não era obrigado a ficar de pé para receber ninguém, de jeito nenhum. — Eu vim buscar algo com seu marido. O beta lembrou-se do que Minhyuk havia dito. — Ah, está na prateleira. — Myungjun olhou para a prateleira com preguiça de se levantar, seu traseiro estava tão bem encaixado naquela cadeira — Hwasa, querida, pegue para o Lucas, é o verde. A menina foi até a prateleira encontrando dois potes verdes, encarou os dois e para ela pareciam ser a mesma coisa, deu de ombros e entregou o pote verde musgo para o alfa. Quando YukHei pegou aquele pote em mãos, não fazia ideia do quão errado aquilo estava. Agradeceu, pagou pelo serviço e foi embora. Enquanto voltava para casa segurando o pote verde musgo, o alfa estava animado com a ideia de dar um descanso ao próprio corpo e à própria cabeça, para as duas, era uma pena que estivesse ao ponto de fazer a maior burrada de sua vida. Mas era óbvio que ter confiado numa criança e num beta preguiçoso daria em problema, estava sendo inocente demais em acreditar que a menina havia pego o pote certo. Chegou em casa já sentindo o cheiro bom do cozido de Jungwoo, que estava no fogo, o beta cortava mais alguns legumes de forma distraída, sequer notou quando o alfa chegou e beijou seus cabelos. Jungwoo sorriu e continuou o que fazia enquanto Lucas procurava por um copo. Ao achar, prestou atenção se o Oh não o olhava antes de beber alguns goles daquele líquido de gosto tão duvidoso. Guardou o restante para alguma emergência. Ficou assistindo Jungwoo cozinhar enquanto esperava que a poção fizesse algum efeito. Já estava acabando a sua segunda tigela do cozido quando começou a sentir algo estranho na barriga, como se alguma coisa o queimasse por dentro. Parou de comer e se ergueu da mesa, os olhos avermelhados e embaçados. — Está passando, Lucas? — o menor perguntou preocupado, correndo para acudi-lo. — Não, só estou com muito calor. — o disse, tentando de uma forma desajeitada tirar sua camisa — Muito calor. — Mas tá nevando. — Aqui dentro está quente. Jungwoo não sabia mais o que questionar, não entendia o motivo do alfa sentir tanto calor, para ele, estava fazendo frio. Lucas conseguiu tirar a camisa e correu para o lado de fora, deitando sobre a neve que caia em seu quintal. Jungwoo o seguiu sem entender nada. — Não é isso. — o alfa se ergueu mais uma vez passando direto pelo menos e indo para o quarto, deitando sobre sua cama e quase chorando pelo calor que sentia dentro de si. Foi então que notara o quanto estava duro e o quanto seu p*u latejava. — Lucas, eu vou chamar um médico. O alfa se pôs de barriga pra cima, começando a abrir a própria calça. — Você tá entrando no cio? — Não. — respondeu afoito, por mais que os sintomas fossem de um cio — Meu cio sempre é depois da caçada. — Então o que tá acontecendo? — o menor parou ao lado da cama. Lucas segurou uma das mãos do mesmo, esfregando seu rosto nela como os gatos fazem quando querem carinho, o que deixou Jungwoo ainda mais assustado. O alfa respirava muito pesado, como se estivesse faltando oxigênio ali, mas o que o deixou mais surpreso foi ter sido puxado para a cama e abraçado pela cintura. Lucas começou a cheirar seu pescoço enquanto o apertava pela cintura com força demais, chegando a doer. — YukHei, fica calmo. — o menor o empurrou, confuso demais — O que tá havendo? — Eu não sei. — falou a verdade — A única coisa que eu sei é que eu preciso f***r você urgentemente. Lucas o deitou sobre a cama, ficando sobre seu corpo, Jungwoo ainda confuso não conseguia ter nenhuma reação. O corpo do mais alto estava muito quente, chegava a queimar só de toca-lo. Foram os beijos mais afoites de sua vida, que sempre era quebrados no meio porque o Wu não se decidia entre beijar sua boca e beijar seu pescoço. — YukHei, você está bem? — o menor perguntou se soltando dele e saindo da cama rapidamente. Encarou Lucas alguns segundos, ele o olhava como um coelho carente, a boca aberta buscando, o corpo suado, o peito subindo e descendo com rapidez. Se aproximou mais uma vez da cama, o alfa o abraçou muito carente, fora então que ouvira um grunhido sair dele. — Você está tão necessitado assim? O maior balançou a cabeça afirmando. — Eu desejo tanto você que meu corpo inteiro dói. O Oh ficou ainda mais surpreso e por mais que estivesse com medo e sem entender o que estava acontecendo com o Wu, ele não podia deixa-lo assim como estava. Lucas era seu alfa agora, ele tinha necessidades, necessidades estas que estavam sendo negadas há um bom tempo, e parando para pensar no quanto o alfa lhe era fiel, certamente que ele não estava mais aguentando toda aquela abstinência. Lucas estava mesmo subindo pelas paredes. Uniu seus lábios aos dele enquanto o maior sem disfarce algum enfiava suas mãos por dentro de sua camisa lhe causando sérios arrepios, aquelas mãos quentes tocando seu corpo frio pelo inverno eram mágicas, deixavam o mesmo completamente arrepiado. Lucas o puxou trazendo o mesmo para o seu colo ainda grudado naquele beijo sem fim, era como se já não precisassem respirar. Estando no colo do mais alto, Jungwoo sentia suas nádegas sendo fortemente apertadas, o alfa fazia questão de esfrega-lo em seu corpo e com todo aquele contato ele podia sentir o quanto Lucas estava duro. Tirou sua camisa, mas não teve como sentir frio, o calor que emanava do corpo de Lucas era forte demais. O alfa atacou seu ombro o enchendo de mordidas, chupando sua pele entre seus dentes, ele m*l sabia o quanto aquilo deixava Jungwoo mole, o beta havia deixado seus braços caídos de lado, a cabeça caída para trás enquanto era mordido e chupado pela boca alheia. De repente Lucas o fez ficar de pé, se ajoelhando à sua frente e começando a tirar seus sapatos, em seguida desceu sua calça com força demais, quase o fazendo cair no chão. Agora o alfa o encarava de baixo, ofegante demais, suando, demais, acabando com toda a sua sanidade. As mãos apertando suas coxas como se fosse o dono delas, o jeito com que beijava a parte interna de suas pernas, com devoção nos olhos. Jungwoo soltara um suspiro alto quando o mais velho pôs uma de suas bolas na boca, a chupando, enquanto com a mão massageava o seu p*u já completamente duro. Era de enlouquecer a forma como a língua de Lucas trabalhava com agilidade, as pernas do menor começavam a ficar bambas, ele quase caiu no chão. — Lucas eu vou... — ele não conseguiu completar a frase, gozando na mão do mais velho, de uma forma em que partes escorreram pelo rosto do mesmo, que estava grudado em sua pélvis. Ele achou que o alfa não fosse gostar daquilo, mas ao invés de reclamar, o Wu ficou de pé e enquanto o encava limpou o sêmen em seu rosto com um só dedo, em seguido o enfiando em sua boca e o engolindo. Aquilo havia deixado Jungwoo em choque, o beta o encarava com a respiração muito pesada, o corpo inteiro tremendo e o coração batendo a mil dentro do peito. — Lucas... Não conseguiu terminar sua frase, o alfa o virou na direção de um móvel baixo e colou as mãos do menor sobre a madeira, novamente ficando de joelhos, só que desta vez em suas costas. — Abra bem as pernas, Jungwoo. O beta o obedeceu, sua mente já completamente bagunçada. — Abra um pouco mais. Jungwoo sentia vergonha ao estar tão aberto, mostrando sua região mais íntima para o alfa, seu rosto estava completamente vermelho. YukHei abriu as nádegas do menor, o fazendo soltar um barulho de susto. As forças das pernas de Jungwoo foram embora no momento em que sentiu a língua gelada do alfa escorrer por entre suas nádegas, precisou ser segurado pelos joelhos para não cair. O alfa chupava sua i********e, que nunca antes havia recebido esse toque, o deixando completamente mole, os gemidos escapando da boca sem que percebesse, deixando o maior cada vez mais e******o, se é que aquilo era possível, o m****o de Lucas doía tanto que o fazia ouvir zumbidos. Mas o alfa não parava de morder a b***a do menor, distribuindo beijos até suas coxas, mordendo toda aquela pele tão branquinha e macia. Ele salivava cada vez mais de tanto desejo. Jungwoo já estava duro novamente, seu m****o pingava o pré-g**o, seu corpo todo fervia e algo dentro de si parecia gritar querendo que Lucas o preenchesse logo de uma vez. — Relaxe. — o alfa sussurrou com sua voz ainda mais louca, deixando a sanidade de Jungwoo longe daquele lugar. O menor apenas gemia, quase chorando pelo desejo imenso que sentia — Pense apenas em mim. Lucas ficou no espaço entre o móvel de Jungwoo, pondo o m****o do beta em sua boca, afastou os joelhos que teimavam em se fechar, parou um segundo para chupar os próprios dedos e enquanto engolia completamente o m****o de Jungwoo, inseriu um de seus dedos dentro do mesmo, o menor estava tão distraído com o prazer que sentia que sequer notou quando esse dedo entrou. Lucas colocou mais um, tirando e colocando diversas vezes. O beta pareceu ter se incomodado um pouco, mas apenas por alguns segundos. Depois de poucos minutos sendo chupado daquela forma, o beta veio a gozar pela segunda vez, onde tudo foi engolido pelo alfa. O menor deixou seu peso cair sobre o corpo do mais velho, precisou se segurar nos ombros do mesmo. Olhou para Lucas, que lhe encarava com um olhar m*****o, não fazia ideia do que aquilo significava, mas sabia que não podia ser bom. Sem aviso prévio, o lúpus enfiou mais dois dedos de sua outra mão dentro do menor, que soltou um gritinho fino ao sentir-se sendo invadido pelos dedos das duas mãos do alfa. Sua respiração falhou quando ambos os dedos começaram a se mexer dentro dele com rapidez, o fazendo segurar com força nos ombros de Lucas, começando a arfares longos e gemidos cortados. — Lucas... pa-para. — implorou, os olhos se enchendo de lágrimas, as pernas sem força — Isso... ah! Sua cabeça já não raciocinava mais, seus olhos se reviravam.   Fora segurado pela cintura com certa violência, mas aquilo o deixou ainda mais e******o, Lucas dobrou seus joelhos o fazendo ficar no chão, logo em seguida ficando também de joelhos atrás do mesmo. Passou um de seus braços pelo pescoço do beta, obrigando seus corpos a ficarem bem colados e enquanto a outra mão o segurava pela cintura, Lucas finalmente o penetrou. Um gemido alto e esganiçado, seguido de silêncio por três segundos, nenhum dos dois respirou. Depois de alguns segundos parado, Lucas remexeu seu quadril de encontro ao outro, Jungwoo gemeu arrastado, soltando uma frase que nenhum dos dois entendeu. Lucas soltou seu pescoço deixando que o menor respirar direito. Segurava sua cintura com possessão, como se Jungwoo pertencesse unicamente a ele e todo aquele sentimento deixava Jungwoo ainda mais aquecido, se encaixando perfeitamente entre os braços do alfa. O som de seus corpos se chocando ecoava por toda parte, era o som mais bonito de todos, soava como uma sinfonia aos ouvidos do alfa, aqueles sons se misturando aos gemidos arrastados do beta, deixando corpo de Lucas completamente em chamas, aquele quarto poderia começar a pegar fogo a qualquer momento. Amolecido demais pelos dois orgasmos, o corpo de Jungwoo pendeu para frente, o fazendo deita-se no chão, dessa forma fazendo com que Lucas saísse de dentro dele. Jungwoo virou-se para olhar para o alfa, respirando com muita dificuldade, os olhos de quem pedia uma pausa, ou melhor, implorava. O Wu o deixou no chão, deitando-se sobre a cama sozinho, ele também estava em péssimas condições, por mais que continuasse duro feito pedra. Depois de alguns segundos de descanso, o menor foi para a cama também, sentando-se com uma perna de cada lado sobre o corpo maior. Lucas segurou suas mãos. — Lucas... — o menor sussurrou — Lucas... — repetiu mais uma vez, dessa vez cantarolando — Lucas... Estava brincando com o restinho de sanidade que ainda havia no alfa, o menor rebolava encostando seu bumbum no m****o alheio, escorregando por ele. YukHei abriu as nádegas macias do beta, deslizando o dedo do meio pela pele rosada e tão judiada. — O que está esperando? — o menor o provocou, baixando-se para lamber os lábios do mais velho — Quer que eu implore? Eu estou implorando, Wu. — Você tá brincando com fogo, garoto. Jungwoo estava pronto para responde-lo quando o alfa entrou dentro dele todo de uma vez, mais uma vez a respiração do menor foi cortada, em seguida seu gemido mais do que sofrido. As mãos ficaram apoiadas sobre o peito do alfa enquanto o mesmo subia e descia em uma velocidade lenta, suas pernas não aguentavam mais do que isso. Lucas abria sua b***a se proporcionando ir mais fundo, tocando-o em pontos que o fazia revirar os olhos. Cansado daquela lentidão, o alfa jogou Jungwoo para o lado o agarrando pelas pernas e o fazendo ficar de quatro. Um tapa forte em sua nádega direita fez o ar do beta se perder totalmente, e foi no segundo tapa que deixou um suspiro longo escapar, encorando o mais velho a fazer isso mais vezes. A cama rangia muito e batia contra a parede, tudo dentro daquele quarto estava tremendo. E num ranger alto e longo a cama veio a desabar as quatro pernas de uma só vez. O estrondo ecoou pelo quarto assustando os dois. Tudo ficou em silêncio por alguns segundos, até Lucas soltar uma risadinha baixa e um tanto satisfeita. — Lucas, a cama quebrou. — Jungwoo lhe contou, mesmo que o alfa já tivesse notado. — Não se preocupe. — sussurrou enquanto ainda ria — Vou encomendar uma cama de ferro. O menor bateu em seu braço indignado, aquela frase significava tantas coisas. Jungwoo se deitou com as costas no colchão, Lucas abriu suas pernas e as colocou em seus ombros, o penetrando mais devagar diversas vezes, isso até aumentar seu ritmo, a cama já estava quebrada mesmo. Jungwoo gozou pela terceira, ficando totalmente mole e sem forças para mais nada, agora apenas Lucas guiava tudo. Mas o alfa também estava em seu limite, bastante apenas algumas penetrações até se desmanchar totalmente dentro do menor, seu gemido rouco foi ouvido pelo beta, que se sentiu muito satisfeito. YukHei saiu de dentro dele, se deitando ao seu lado, Jungwoo se aproximou, deitando parte de seu corpo sobre o corpo do mais alto. — Eu sou louco por você, Jungwoo. — sussurrou — Tem horas que meu coração parece que vai explodir. O menor sorriu, os olhos se fechando em sono. — Sabe, Lucas, eu tô completamente apaixonado por você.  
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