FERNANDO Mano, que dia foi esse, hein? Depois de mostrar a casa pra Luíza e ver aquela reação dela, eu tava no céu. Mas o dia ainda tava longe de acabar. A gente tava na porta do quarto do casal, e eu segurei a mão dela, levando ela pra dentro. — Olha aí, gatinha, nosso ninho de amor, coisa fina. Quer estreitar? — eu falei, olhando pra ela e piscando sacana. Ela sorriu, aquela coisa linda que só ela sabe fazer, e soltou a minha mão. Aí, do nada, ela abaixou o short, levando junto a calcinha, e deitou de bruços na cama. Mano, aquela bundona pra cima, e ela ainda empinou pra mim. — Vem, meu gostoso e safadinho. Vem me pegar com força — ela falou, com aquela voz que já me deixava maluco. Mano, pra que? Ela gostava de provocar, e eu já tava lá, no limite. Que mina gostosa, car

