Noite Intensa

1105 Words
(Flashback em sonho on) "[...]- Você é minha e precisa entender isso! - Levou seus lábios aos meus com força, plantando um beijo seco em minha carne sensível. Logo após isso, soltou-me e puxou-me bruscamente para a cama, jogando-me nela e subindo em cima de mim. Seus lábios mais uma vez encontraram os meus, forçando-me a abri-los e conceder passagem para que encostasse sua língua na minha. O beijo foi selvagem, assim como ela estava sendo por todo aquele tempo desde que me encontrou. Chupou a minha língua e logo após a mordeu. Soltei um gemido sofrido. - Eu podia lhe machucar, mas não sou tão horrível a esse ponto. Sei que sou r**m para você, noviça fujona, mas se você não me provocasse, eu não seria assim e não lhe causaria tais dores. - Falou com a cabeça erguida olhando em meus olhos. - Você vai entender de uma vez por todas que é minha, da melhor maneira possível. Lhe farei gozar várias e várias vezes, até não aguentar mais. E, quando isso acontecer, você vai me dar mais do seu g**o. Irei lhe levar ao céu e ao inferno tantas vezes, que você vai implorar para que eu pare e aí sim, vai prometer a mim, que nunca mais sairá do meu lado [...]" Depois daquele momento romântico na praia, horas depois Emma suava em meio ao flashback em forma de sonho agitado. Nunca, desde pequena teve lembranças tão intensas como estava tendo naquela madrugada. Ela não entendia, mas seu corpo correspondia aquelas lembranças, fazendo-a sentir-se quente e apertar as coxas uma na outra para, inconscientemente, acalmar as sensações que cresciam naquele meio. Suas mãos apertavam os lençóis da cama quando lembranças mais intensas invadiam sua mente, era como se ela estivesse revivendo cada detalhe do seu sonho. [...] Socando seus dedos mais uma vez, mexeu-os dentro de mim, encontrando aquele pontinho que sempre me levava à beira da loucura. Gritei. Gritei como se estivesse morrendo, e por um instante, acreditei que estivesse. Minhas cordas vocais arderam e minha garganta secou, mas eu não parei. Era impossível. Precisava descontar aquele prazer em algo. [...] A loira envolvida por seu sonho, separou seus lábios, permitindo que gemidos saíssem por eles. A sua submissão e amor por Regina lhe deixava entregue, tanto em sonho, quanto na vida real. Era algo incontrolável. Ela sentia que iria explodir a qualquer momento. [...] - Eu nunca vou me cansar de comer sua b****a assim, Emma. - Sua voz saiu rouca, cheia de t***o. - Você é tão gulosa, não se cansa de receber o que eu lhe dou. - Acertou um tapa em sua coxa direita. A loira gemeu mais uma vez. E de novo. E de novo [...] Uma bomba prestes a explodir. Ela não podia ver, mas seu rosto vermelho e lábios mordidos denunciavam seu estado de desespero. [...] Saiu de cima do meu corpo e desceu para a minha b****a mais uma vez, chupando com força. Levei a mão até sua cabeça empurrando-a, ela sabia que eu não aguentava mais. Estava hipersensível. Sem sair do lugar, moveu sua língua de cima a baixo algumas vezes até chegar ao meu c******s e sugar, eu gritei e afastei meu corpo da sua boca, mas ela não desistiu. Segurou minhas pernas, puxando-me para ela, enterrando seu rosto mais uma vez naquela região completamente inchada e vermelha, chupando-me com maestria até eu gritar. - Pare, pare, por fav-or, eu não aguento mais. - Minha voz saiu sofrida e ofegante, eu tentava me desvencilhar dos seus braços, mas ela não permitiu. Continuou chupando-me até que comecei a tremer, e gozando mais uma vez, gritei alto seu nome. Dos meus olhos escorriam lágrimas. Mas eram lágrimas de prazer. - Você sabe o que deve fazer para que eu pare. - Ouvi-a falar enquanto levava seu dedo indicador para as minhas dobras e acariciando levemente. Eu me retesei e gemi. [...] (Flashback em sonho off) Olhos verdes se abriram agitados e assustados, encontrando duas orbes escuras intensas lhe fitando. Mills estava em pé ao pé da cama, com as mãos fechadas em punho, lábios entre dentes, parecia estar hipnotizada. Emma que estava desnorteada, foi de perdida para assustada. A morena nunca olhou para ela daquela forma desde que ficaram juntas. Regina, por sua vez, saiu do transe em que estava se aproximando do lado da cama para sentar-se. Seus olhos escuros não se desconectavam dos olhos esverdeados em nenhum instante. A respiração descompassada da loira ainda se fazia presente, batendo levemente na pele perolada à sua frente. - Eu ia te desejar bom dia, mas vejo que já começou com ele maravilhosamente bem. - Diz Regina com a voz rouca, descendo seus olhos para o pescoço avermelhado, observando gotículas de suor escorrendo, seguindo por caminhos que a invejava. - É... Eu... - A loira não encontrava palavras para responder a mulher. - É, eu, o quê? - Mills falou aproximando-se, seus narizes quase encostando-se. - Você lembrou de algum momento íntimo de nós duas juntas, é isso? Lembrou de como éramos ótimas na cama, mesmo com todo aquele perigo que nos rodeava e que fazia tudo ficar melhor? É isso, não é? A face de Swan podia ser comparada a cor de uma cereja, um vermelho gritante tomava conta da sua pele normalmente branca. - Eu amo saber que ainda mexo com você, mesmo que seja por uma lembrança, meu desejo aumenta cada dia mais e não vejo a hora de lhe ter em meus braços. Os olhos da loira arregalaram-se, ali na sua frente não era a mulher apaixonada da noite passada, e sim uma mulher que exalava desejo pelos olhos negros. ******** Manhattan - New York. Já se faziam alguns dias desde a morte forjada de Emma Swan. Seus pais, Mary e David, ainda não haviam conseguido superar o luto. O arrependimento batia a cada dia que passava mais e mais forte em seus corações por não terem passado todo o tempo que lhes era permitido ao lado da sua filha. Em suas mentes, almejavam por um milagre de poder voltar no tempo e viver cada segundo ao lado dela, estavam dispostos a aceitá-la do jeito que fosse. Mas, para eles, infelizmente já era tarde demais. Ou não... "Senhor e Senhora Swan, tenho pistas do paradeiro de sua filha, Emma Swan, que, por sinal, não está morta. Sinto informá-los que o luto em que estão vivendo é em vão. Me desculpem a frieza ao dizer estas palavras, porém, prefiro ser direto(a) e reto(a). Daqui há alguns dias mandarei notícias sobre. Até logo! De: Não interessa. Para: Sr e Sra Swan."
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