Barzinho

2185 Words
Fomos para a nossa pequena comemoraçãozinha com o jipe blindado e apesar dos meus pais serem doidinhos, eles não brincam com a nossa segurança. Tio Ávila, um segurança que trabalha para o meu pai a anos e que hoje faz parte da família, está com a gente. Descemos do carro e ao entrarmos no barzinho, vemos em uma mesa mais reservada, um homem lindo de olhos azuis que nos espera. O meu homem! Será que já posso chamá-lo de meu? —Ali, pai. —chamo sua atenção para o lugar e caminho em direção do meu namorado, que se levanta para nos receber. Ele está usando calça brim preta e blusa cinza, cordão e anéis. Lindo e sexy! —Oi! — o cumprimento e dou um selinho em seus lábios. —Pai e mãe, ontem vocês conheceram meu amigo Victório. Hoje eu quero apresentar o meu namorado, Victório Thompson. —digo ao lado dele e eles se cumprimentam entrando na brincadeira. Sentamos nas cadeiras da mesa redonda, ficando todos numa roda e a mão do Victório pousa em minha coxa. —Whisky pra nós três, por favor e vocês? —meu pai fala ao garçom, se referindo a minha mãe ele e eu, já que sempre bebemos esse tipo de bebida forte. —Estou de boa! Um suco de laranja, por favor. —Victório pede ao garçom. —Pra mim também, um suco de laranja. —Tio Ávila fala, pois ele e meu pai combinaram dele dirigir hoje e na próxima será meu pai. —E vão comer o que? —o garçom pergunta e pedimos alguns petiscos fritos. —Então quer dizer que eu tenho um genro? —meu pai pergunta sorrindo. —Eu ia te conversar com o senhor, mas como viram não deu tempo. —informa sorrindo e olha para mim insinuando que eu entreguei o jogo antes da hora. —Ela é a delatora e não eu. -falo rindo mostrando minha mãe. —Não aguentei, ainda mais depois dele entrar no quarto para nos proteger hoje. -ela fala e rimos. —Como assim? —Victório pergunta preocupado. Contei para eles o que aconteceu, rindo muito e todos me acompanharam na risada. —Eu sou muito bravo, ia expulsar o tal bandido, só com a minha presença ou enfiando o socador no... Deixa pra la! —meu pai diz, se gesticulando e rimos mais. Olho para minha mãe e ela pisca para mim sorrindo, isso significa que quer ir dançar comigo. —Vou dançar com a minha mãe um pouco, se importa se ficar você com meu pai e meu tio? —pergunto no ouvido do Victório pois quero saber sua opinião e aproveito para passar o nariz em seu pescoço em forma de carinho. —Tudo bem! —responde ficando arrepiado, devolvendo a resposta em meu ouvido. Me levanto animada e de mãos dadas com minha mãe, fomos até o meio da pista de dança, onde varias pessoas dançam, ja começando a nos mexer no ritmo da musica. —Ele já tem um ponto positivo. Marcelo nunca aceitava você sair de perto sozinha. Lembra? Pra dançarmos tínhamos que sair sem ele. —ela fala enquanto dançamos uma de frente para a outra. —Era f**a, isso não vai mais se repetir! —falo determinada, me jogando na dança e esse é meu vício. Amo dançar! —Aceita dançar comigo? —um homem pergunta se aproximando de mim. —Obrigada pelo convite, mas estou dançando com ela. —agradeço apontando para minha mãe, mas ele insiste. —Posso me juntar a vocês. — insiste sendo pegajoso, com suas mãos passeando em meu corpo, nos obrigando a parar a dança e ir para a mesa. —Voltamos! —minha mãe fala. —O que aquele homem queria com você? —meu pai pergunta para minha mãe, mostrando que percebeu a suposta concorrência. —Não era comigo, era com a neném. —ela explica apontando para mim e o garçom chega com os petiscos chamando a atenção de todos. —Vem dançar comigo. —Victório fala se levantando e já estou amando, pois é muito novo pra mim esse negocio de namorado que dança. Bebo uma boa golada da minha bebida amarronzada e me levanto. De mãos dadas caminhamos até a pista de dança, ele na frente e eu atrás. A música do Coldplay junto a Beyonce começa a tocar e ele cola seu corpo ao meu. Cruzo minhas mãos em sua nuca e ao mesmo tempo ele pousa as suas acima da minha b***a. —Você está linda! — Declara em meu ouvindo, sem conseguir me conter, fecho meus olhos e meu corpo todo se arrepia. — Gostei muito da sua atitude em recusar uma dança com outro homem. Foi respeitoso! -— sendo sincero ele me permite saber exatamente o que pensa. —Eu não iria gostar de ver você dançando com alguma mulher que eu não confiasse. —falo e ele concorda. Dançamos juntos, colados e nossa dança já estava aguçando meu lado mais sexy que existe. Suas mãos apertam minha cintura e sinto sua respiração bater em minha bochecha, arfando de t***o. —Queria muito poder ir embora agora e te fazer minha. -ele fala com a voz rouca de t***o e eu sorrio. —É melhor voltarmos para a mesa. —falo enquanto ele morde minha orelha, esfregando discretamente seu m****o duro em mim. —Concordo! Sorrindo voltamos para a mesa, vendo o grupo animado numa gargalhada alta. —Um homem veio aqui e queria saber se seu pai era gay. -Tio Ávila fala vermelho de tanto rir, nos contagiando e rimos juntos. —E o que o senhor, disse? -pergunto rindo. —Entrei na brincadeira, ué! Que sou um bisexual gostosinho, mas que Hoje estou com essa gatinha aqui. —brinca todo convencido e beija minha mãe, nos fazendo rir cada vez mais. —Bi, pai? —questiono rindo e Victório me acompanha. —E por que não? Ávila vem cá me da um beijinho. —Meu pai chama agarrando o amigo e as risadas rolam solta. —Sai fora, doido. Se eu fosse gay pegava você, mas gosto de mulher. —tio Ávila fala rindo, fugindo do meu pai. Rimos e brincamos por um bom tempo. A noite não poderia ser mais agradável. Conversamos sobre vários assuntos e em todos rimos muito. Victório se deu muito bem com todos e quando não estávamos conversando com o grupo, estávamos namorando. —Agora você pode voltar a morar no seu apartamento, né, Neni?! — meu pai diz chamando nossa atenção, assim que acabamos de nos beijar. —Ah não, Neném, fica com a gente. —E como a gente vai namorar, em todos os lugares, com a Neni la? —meu pai questiona nos fazendo rir. —Nós já tínhamos conversado sobre isso, mãe. Seria até eu arranjar um emprego e meu apartamento fica bem próximo da empresa. —digo e ela faz carinha de triste. —Não fica triste não, minha gostosa. —É que você é minha amiga e é tão bom morar com você. —Diz com lagrimas nos olhos. Eu disse que ela se emociona com tudo. —Você é uma fofa e eu te amo, mãe! Segunda eu começo a trabalhar e vai ser menos cansativo se eu voltar pro meu apartamento. —Por falar nisso, segunda conversamos pra ver como vai ser na empresa. —meu pai informa e eu concordo. —Vamos pra casa? —Victório fala em meu ouvido e imagino que esteja cansado. —Nós já vamos pessoal. — Digo chamando a atenção deles. —Tudo bem! Vou arrumar suas coisas e deixar separadas pra você levar para o apartamento. —minha mãe fala e nos levantamos para nos despedimos. —Tio, pode ir la fora com a gente pra eu pegar a mochila que está no carro, por favor? —pergunto e ele concorda se levantando. —Bora ralar coxa, toninha! -meu pai fala chamando minha mãe para dançar e ela aceita. —Cuida deles, tio. Meu pai está mais pra lá, do que pra cá. -peço sorrindo e ele concorda com uma piscada marota, após me entregar a mochila. —Aqui! Victório fala me mostrando que veio numa caminhonete e não na Lamborghini. Pelo visto ele é igual ao meu pai com a sua segurança. Entramos no carro e após o carro ser ligado, ligo também o som do carro, com uma musica baixinha tocando. —Onde é o seu apartamento? —Bem pertinho da empresa Carter's. Passa pelo caminho da empresa que eu te mostro o prédio. Sugiro e sua mão vem de encontro a minha coxa e esquentando o lugar, ele a deposita. Estou me sentindo um pouquinho tonta, mas nada que me faça perder o juízo. Sempre fui forte para bebidas e hoje não seria diferente. Ele faz o que eu falei, sobre o caminho da empresa e quando eu avisto meu prédio, eu o mostro qual é. Sei que é luxuoso, mas meu pai me fez escolher esse, dizendo que a segurança não tem preço. —falo sabendo a excelente segurança reforçada que tem e ele balança a cabeça concordando. Fomos para a casa dele e quando estacionamos em uma de suas garagens, ele fez questão de levar a mochila para mim. Pego meu celular da bolsa, vendo que agora que é meia noite. —Vamos tomar banho? Pergunta vindo até mim, juntando nossos corpos, com um beijo sendo iniciado. Caminhamos pela casa aos beijos e com cuidado chegamos em seu quarto. Entramos no banho e os carinhos começaram ali mesmo, debaixo do chuveiro. Ele me prensa na parede e sua boca encontra a minha. Meu corpo responde ao seu contato, me fazendo deseja-lo ainda mais e levanto minha perna, roçando na lateral do seu corpo. Deço minha mão para seu p*u e assim que ouço seu gemido, começo a alisa-lo. O masturbo para cima e para baixo, continuando com o beijo quente, onde sua respiração fora de controle é engolida por minha boca. Sua dedos vão de encontro ao meu centro de prazer e brincadeiras começam me levando ao delírio. —Não aguento mais esperar... Resmunga agora com a boca em meu pescoço, enquanto o acaricio e o mesmo ele faz comigo. —Estamos sem c*******a aqui..hmm.... Precisamos ir pro quarto....hmmm —Ok, vamos acabar o banho e ir pro quarto. Sugere com sua voz rouca, encostando sua testa na minha e concordando iniciamos o banho cheios de pressa. Fomos para a cama dar continuidade ao que começamos no banheiro e sentir seu p*u dentro de mim, enquanto seu olhos analisam os meus, é o ápice do romantismo. Ele é do tipo de homem que gosta de ver tudo o que está acontecendo, inclusive a minha cara de t***o. Isso é muito excitante! Estamos agora deitados na cama, após eu vestir minha camisola preta com renda nas bordas e ele apenas a cueca boxe. —Você conseguiu dormir um pouco? —pergunto deitando em seu peito. —Sim, por duas horas e confesso que acordei pior do que estava antes. —responde sorrindo. — é muito bom ter você aqui. Sinto meu corpo ser puxado contra o seu, mesmo ja estando unidos, mas o gesto me faz fechar os olhos e apreciar. —Então vamos dormir e acordar só meio dia. Falo com meus braços em volta do seu corpo, sentindo seu cheiro de sabonete e ele concorda, murmurando um sim baixinho. Demoro uns minutos para pegar no sono, mas minha noite foi maravilhosa e quando acordo, vejo que já está claro. Pela minha ótima disposição, já devem ser umas 11 da manha. Olho para o lado e o vejo ainda dormindo. Seu rosto sereno, sua boca perfeitamente delineada, me fazem admira-lo. Desço meus olhos por seu corpo e a imagem que vejo é de lamber os beiços, mas decido deixa-lo dormir, ja que fomos dormir tarde. Levanto devagar e vou ao banheiro, dar um jeito na cara. Olho no espelho e estou parecendo um urso panda. Por mais que eu tenha tirado a make, ainda ficou o lápis da linha d'água. E ela saiu? Saiu sim, está tudo no meu rosto. Tomo um banho e dou um jeito na minha cara com rímel e batom clarinho. Saio do quarto e ele ainda dorme. Tadinho, está cansado! Visto um short jeans e regata soltinha, com um top por baixo e pronto. Pego meu celular e saio do quarto, rumo a cozinha. Estou com fome. Decido mandar uma mensagem para o grupo no w******p com meus pais e vejo que ainda são 8:30 da manha. —Eita, p***a! Acordei cedo demais e o pior é que acordei ligada no 220 volts. —Entro na cozinha e preparo um misto com queijo e presunto, sentando na banco da bancada. —Vou acordar ele, que sou dessas. —Falo retornando para o quarto. ***** ***** Não sei vcs, mas se eu ousar dançar com outro homem, sem que seja meu irmão, é briga na certa. E com o boy de vcs, como é? ? beijos ?
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