Conhecendo os amigos

1767 Words
Volto para o quarto após tomar meu café da manha e ele está deitado de barriga pra cima num aparente sono gostoso. Tem como resistir a esse monumento todo? Tenho certeza que você iria ter a mesma ideia que estou tendo agora. Subo de mansinho na cama e ele nem se mexe, mostrando que está num sono pesado. Passo a mão por todo seu corpo, o apreciando e paro em cima do seu m****o. Umedecendo meus lábios com a língua, faço alguns carinhos em sua grandiosidade, já quase em ponto de bala e ele se mexe. —Se quiser c****r, é só c****r, não fica salivando. —ele fala com sua voz de sono e mais sexy impossível. —Já que insiste. —falo sarcasticamente e abaixo sua cueca para uma melhor visão. Desço meu tronco até sua carne cheia de nervos e ali o satisfaço, fazendo-o acordar da melhor forma. De quatro na cama, abaixo meu corpo em seu p*u, lambendo sua glande que deixa escapar uma gota, mas a chupo cheia de t***o. —Hmmmm.... Que boca gostosa... Sua voz gemendo gostoso é um gatilho para que eu possa fazer minha tarefa empenhada. Querendo assistir a tudo, ele ergue seu corpo ficando sobre seus cotovelos, tendo o melhor lugar para o show. Envolvendo sua ponta com minha boca, desço até sua base, ou até a metade, e subo repetindo o processo varias vezes. Seu sabor levemente salgado me faz desejar por mais e assim, com a ajuda da minha mão, o chupo ao mesmo tempo que o masturbo, fazendo seus gemidos se alterarem. —Quero gozar dentro de você. Fala me interrompendo e me fazendo virar na cama, pegando a c*******a no criado mudo, em seguida, iniciando um maravilhoso s**o matinal. *** — Vamos la na cozinha. Vou preparar o café da manha pra você. —falo após o banho, enquanto acabamos de nos vestir. Ele concorda com um seu famoso sorriso no canto da boca e se vira pra ir na cozinha, não resisto, pulando em suas costas rindo. —E aquele papo de que acordaríamos ao meio dia? —questiona rindo do meu atrevimento, ainda comigo nas costas. —Eu não consigo. Sempre acordo cedo e ligada no 220 volts. — informo rindo e desço de sua costas. —Você sempre sonhou em ser engenheira? —indaga enquanto faço o sanduíche dele. Na verdade, eu cresci vendo o trabalho do meu pai e acabei gostando dessa profissão. Eu a amo, mas não chegou a ser um sonho. —respondo acabando de colocar as fatias de frios no sanduíche. —E qual seria o seu sonho? — questiona e respiro fundo antes de responder, entregando a refeição a ele, pegando o suco de caixinha na geladeira para oferece-lo. —Talvez eu te assuste. —o preparo e ele sorrir me induzindo a continuar. —Eu sempre sonhei ser mãe. —Te assustei, né?! —pergunto para descontrair, ja que fica me olhando, mas não fala nada. —Não, mas eu estou surpreso.— diz pensativo. —É um grande sonho e não costumo ouvir isso com freqüência. —E o que o seu ex pensava sobre isso? Planejavam ter filhos? —indaga levando o sanduíche na boca, arrancando o primeiro pedaço. —Ele sempre falava que não estava na hora e que ainda éramos novos. Meus pais acham que ele não curte crianças e estava me enrolando. Ele fica me olhando, imagino que absorvendo toda a informação e depois de alguns segundos, ele volta a falar. —Eu nunca tive um grande sonho, somente metas de vida, mas esse sonho que você tem é um ótimo sonho. —diz sorrindo, para o meu alivio, ao acabar de comer. —Desculpa parecer que estou fazendo pressão, mas como somos namorados, preciso saber agora que estamos nos inicio. Você pensa um dia em casar e ter filhos? — pergunto tentando não parecer envergonhada, mas é difícil. — Confesso que eu não pensava muito nisso, mas sim, eu quero ter uma família com direito a filhos. — ele responde com sua latente sinceridade e eu seguro meu sorriso. —Você é advogado, sempre pensou em ser um? —questiono fugindo do assunto pesado e ele abre um lindo sorriso. —Eu queria ajudar meu pai no que pudesse e vi que sendo advogado seria o melhor jeito. Meu pai é o medico que cuidou de você no hospital, o seu João. Ele abriu o primeiro hospital a muitos anos e depois veio a rede. Me formei, fiquei um tempo trabalhando como advogado do hospital e algum tempo la, achei que também daria conta da administração, ja que o diretor que meu pai nomeou não estava fazendo um bom gerenciamento. Foi assim que me tornei advogado e presidente da rede de hospitais da família. —ele responde. —Agora sei de onde saiu toda a sua gentileza. —digo fazendo a analogia com o seu João. —verdade! Ele me ensinou muita coisa e uma delas é ser um homem digno. —Agora que já falamos um pouco de nós no passado e o que queremos para o futuro, vamos falar sobre o presente? —pergunto sorrindo e ele concorda. —O que você faz em seu momento de lazer? — indago tentando saber mais sobre ele. — As vezes eu vou a boates, mas não curto muito e duas vezes na semana eu vou a um lugar de esportes radicais. — responde e eu fico curiosa. —Esportes radicais? —É como uma imensa academia, mas a especialidade deles é o esporte radical. Eu, por exemplo, faço a escalada. —explica e já começo a me interessar. —E como seria a escalada. —Escalada é um esporte que exige concentração, ja que subimos em paredes, rochas ou algo do tipo. As vezes nos reunimos em grupos e saímos por aí, mas normalmente fazemos dentro do espaço que te falei. Quer conhecer? -ele pergunta e me vejo totalmente entusiasmada. —Claro! Estou amando a ideia. —respondo animada. —Vamos na praia? Quero te apresentar meus amigos. —indaga e concordo sorrindo com o passo que ele está dando. Pedimos comida num restaurante próximo, sempre conversando muito e ele é um homem muito interessante, alem carinhoso. Visto o biquíni que eu trouxe, preto básico, porem pequeno do jeito que eu gosto. Trouxe também saída de praia branca e óculos escuros. Ja ele veste sua sunga de praia também preta, larga nas laterais, que o deixa muito gostoso. —Você está uma delicia! —ele fala e me agarra por trás, me dando uma sarrada. —E você é um s****o gostoso. —elogio e ele rir se separando e indo por um short preto por cima. Saímos da casa dele na lamborghini e fomos direto para a praia, que por sinal estava lotada de banhistas e pessoas se exercitando. Descemos do carro e fomos de mãos dadas, rumo a um pequeno grupo reunido, onde visivelmente a alegria rola solta. —Iaí pessoal! Quero apresentar minha namorada, Hanna Carter. —Victório fala com um sorriso de lado e com um tremendo esforço seguro meu sorriso de felicidade. —Seja bem-vinda, Hanna! —um homem fala após disfarçar sua cara de surpresa. —Meu nome é Ricardo. —o homem se apresenta e apresenta todos que estão em volta, inclusive a namorada Gisele, Thaís, Diego, Alan,Matheus e Suellen que compõe o time feminino. —Prazer em conhecer vocês pessoal. —Falo expondo meu sorriso, cumprimentando a todos com beijinhos no rosto. Victório tira seu short debaixo do sol quente, deixando sua sunga amostra e eu faço o mesmo. Tiro a saída de praia, ficando apenas com biquini, boné e o óculos escuro. Vejo que algumas mulheres, que estão na areia pegando sol, olham para o Victório embasbacada e percebo também vários olhares masculinos em cima de mim. Colando nossos corpos por trás e passando seus braços em volta da minha barriga, sua boca chega ao meu ouvido para um pequeno desabafo. —Vai ser complicado ignorar todos esses olhares em cima de você. Você está gostosa demais! —declara mostrando que também percebeu. —Ignora que é melhor! Aliás, é o mesmo que vou tentar fazer com esse monte de mulheres de olhando. —falo e ele puxa meu rosto sutilmente para o lado, me dando um selinho nos lábios. —Vamos tirar zero ou um? —Diego, o namorado da Thaís pergunta chamando a nossa atenção e todos concordam. —Sabe jogar vôlei? —Victório pergunta baixinho em meu ouvido e agora eu entendo do que se trata. —Sei. —respondo sorrindo amando a ideia. Todos tiram zero ou um e meu time é com Gisele e Matheus. Victório ficou no time do Ricardo e Thaís que serão nosso time adversário. —Que comecem os jogos! —Alan o namorado da Suellen fala. Se soubesse viria de short e um cropped para não mostrar nada, mas estou eu de biquini pronta para dar pulos na areia. O jogo começa comigo sacando e depois um rali entre adversários, acabo fazendo o primeiro ponto. —Uhuuuu! —grito junto com a Gi e ela me abraça feliz com o ponto que fiz. —Você é muito boa, gata! —Matheus elogia no duplo sentido e olha assustado para o Victório que está sério do outro lado da rede. —Foi m*l, irmão! —Matheus fala e todos riem do mole que deu. Matheus saca em cima do Victório, que joga pra Thaís e com um levantamento perfeito, devolve para o Victório que faz o corte em cima do Matheus. A bola vem com tanta força, que não dá chance de recuperação, batendo no peito do amigo. —Eu te pedi desculpa. p***a, Victório! —Matheus fala rindo, com a bolada que levou nos p****s, nos fazendo rir junto com ele. —Vamos pro desempate galera. —Ricardo avisa e concordamos. Tudo estava indo bem, até chegar a hora do Victório pular para fazer o corte, mas quando viu que era eu quem iria bloquear a bola, jogou fraco e acabei cortando em cima da Thaís, ganhando a partida. —Lembre-se pessoal: nunca separar o Victório da Hanna. Ele não joga igual homem quando está contra ela. —Diego comunica rindo e todos o acompanhamos. Estou amando esse grupo de amigos. Eu sempre fui de ter muito colegas, mas amigos verdadeiros só na minha casa. Ser sinceras espanta as pessoas! —Vamos na água? —pergunto para ele escorrendo suor em meu corpo e ele concorda. ***** ***** Beijos meninas!
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