Nayra Miller
Termino de tomar meu banho, coloco um vestido dos que eu usava no campo. Pego o pente de cabelo, abro a porta do meu quarto e sigo para os jardins das fadas.
Me sento no banco e começo a pentear meus cabelos, enquanto observava elas voando em torno das árvores, do lago, das flores, isso me olha do campo, da tailane. Sinto falta deles, sentir a brisa calma do campo logo pela manhã, ver meus animais.
Uma fada se aproxima de mim, para em cima da minha perna, abaixo minha mão e dou um leve carinho em seu cabelo. Ela voa e volta com mais algumas fadas, que voam sobre meu cabelo e começam a mexer nele. Solto uma risada, elas param de mexer, duas vem com um espelho.
Elas aviam feito pequenas tranças por algumas mechas do meu cabelo, deixando o resto solto e liso.
- que lindo! Muito obrigada!- falo sorrindo para elas.
Olho para o lado e vejo um tipo de luz n***a flutuando, curiosa, me levanto e ando devagar até ela. Quando vou tocar, ela foge e vai até um canto, mordo meus lábios e sigo ela. Sua luz era hipnotizante, a luz n***a que emanava dela.
- nayra!- sussurrou.
A sigo da fora do Jardim, entrando em um mais caido. Nunca avia visto este, era como se todas as flores tivessem apodrecido e morrido, as árvores já não tinha mais duas folhas e o lago parecia estae poluído. A luz para em uma árvore, ando até ali e observo. A árvore tinha uma porta, toco na porta, levo um susto com algo que mexe a porta com tudo.
- nayra, me liberte! Liberta-me!- sussurro algo atrás da porta.
- quem é você?- pergunto tentando ver pelo buraco.
Solto um grito, me afasta com o coração acelerado. A tal coisa avia colocado o olho aonde eu estava olhando.
- eu sou você! Me solte nayra, você precisa de mim!- fala ela.
- eu não conheço você!- falo.
- me solte nayra! Nayra! Nayra!- ela em chama.
Pisco meus olhos rapidamente, quando tomo consciência, henry estava na minha frente, com as mãos em meus ombros, me chamando.
- nayra! Está a dez minutos parada no mesmo lugar!- fala henry me olhando.
- criatura das trevas, você não é bem-vinda em nosso meio!- fala o rei.
Ele pega sua espada e se aproxima de mim, henry me empurra para ficar atrás dele.
- papai, não faz isso!- fala veronica andando até nós.
- Stefan, abaixe essa espada!- fala a rainha.
O rei não escuta e avança até nós. Henry, por sua vez, pega sua espada e aponta na direção do pai, o fazendo parar no meio do caminho.
- ousa levantar sua espada, ao seu rei?- perguntou seu pai parecendo mais irritando do que antes.
- pode ter todos os títulos do mundo, mais você ainda é meu pai! Não irei permitir que machuque uma garota que não tem a mínima chance de se defender!- fala henry.
- é uma criatura das trevas! Teve ser morta, ou machucará a todos!- fala seu pai.
- ela não tem culpa,pai! Não sabia que era assim, podemos reverter isso! A bondade que existe nela é maior que todo m*l!- henry tenta me defender.
- essas criaturas não percebem uma conversa! Devem ser mortas!- fala seu pai.
- não vai tocar nela!- fala henry erguendo mais ainda sua espada.
- então terei que te tirar da minha frente!- fala o pai dele.
Solto um grito qusndo as espadas colidem uma com as outras. A rainhas a princesa vem ao meu lado.
- desculpa, eu estou ocasionando isso!- falo passando a mão no cabelo.
- não é você!- fala a rainha.
- eles brigam direto! Henry não quer se casar por status, mais sim com uma garota que ele realmente goste! Então eles sempre brigam!- fala veronica.
Saímos dali, deixando os dois se resolverem por si próprios. Não iríamos conseguir sapara-los, poderíamos até sair machucadas e se entrassemos no meio. Andamos até o salão de chá, cada uma se senta em uma mesa.
- sempre fico aflita com essas brigas!- fala a rainha abrindo seu leque.
- os seguranças já estão indo segurar eles! São os único que conseguem sapara-los!- fala veronica pegando um pouco de chá.
- disse que seu marido quer casar ele por status a alguns minutos! Na época de vocês, era assim também?- pergunto curiosa.
A rainha fecha se leque, se arruma em sua cadeira e me olha.
- sim! Tudo por causa de status! A grande diferença é que eu era apaixonada por Stefan deis que me entendo por gente! Ser á escolhida para se casar com ele foi uma grande honra!- fala ela sorrindo.
- isso é injusto para mim também! Serei vendida como noiva a algum príncipe de status alto!- fala veronica.
- não será assim,minha filha!- sua mãe tenta conforta-la.
- como não? Se papai já é assim com henry, imagina quando chegar meu dia! Se pensar, ele já pode até ter escolhido o estranho que irei me casar!- fala veronica.
A rainha solta um suspiro. Ela estava ao lado do homem que ama, mais não estava feliz com ele, ou com suas escolhas e atitudes. Meu pai sempre falava que o amor vem em primeiro lugar, pois ele nos faz superar barreiras. Quando ele se foi, parei de acredita nessa mera história de contos de fadas, feitos para fazer uma criança imagina um mundo que, na realidade, é uma verdadeira desmagia.
- irei arrumar o banho de seu pai! Como sempre, iram sair machucados!- fala a rainha se levantando.
- até mais!- eu e veronica falamos juntas.
A rainha sai, veronica deita rapidamente sua cabeça na mesa e depois me olha.
- você tem irmãs?- pergunto.
- tenho três irmãs! Duas são as pestes em pessoa e uma é o amor! Sinto falta dela e do campo, dos meus animais!- falo lembrando das sensações.
Veronica da um sorriso.
- gosto de andar pelo campo, é extremamente relaxante! E ele sempre está lá quando vou caminhar!- fala com um sorriso bobo.
- ele quem?- pergunto.
Ela se indireta e me olha.
- Felipe! É um dos meus seguranças! Ele é tão atensioso, carinhoso, tão lindo! As meninas da aldeia babam nos músculos dele!- fala baixo como se fosse um segredo.
A princesa tinha uma paixão secreta.