Capítulo 3: A Chama da Sobrevivência

482 Words
Enquanto o mundo desabava ao seu redor, Maya se encontrava paralisada pelo horror da cena diante dela. Foi quando o grito estridente de sua colega de trabalho cortou o silêncio ensurdecedor, trazendo-a de volta à realidade de forma abrupta. "Maya, você vai esperar para ser parte dos corpos ou vai mover essas malditas pernas?" (Wow desde quando ela é tão corajosa assim? Isso poderia ter atraído os monstros) a voz da colega ecoou em seus ouvidos, acendendo uma chama de determinação dentro dela. "Não é hora de pensar e sim agir", Maya murmurou consigo mesma, sacudindo-se da letargia que a envolvia. Com os olhos ainda embaçados pelo medo, ela lançou-se em direção à saída, seguindo a colega que a havia resgatado do transe paralisante. A visão ao seu redor era uma mistura de caos e desespero. Colegas de trabalho, antes tão ocupados com suas tarefas mundanas, agora se uniam em uma corrida desenfreada pela sobrevivência. As criaturas sombrias os perseguiam, (parece que o grito realmente os atraiu) suas garras estavam ávidas por carne humana. No entanto, a jornada rumo à saída não seria fácil. Um atrito surgiu no caminho, uma rachadura no chão que ameaçava engolir quem quer que se aproximasse. (droga, desde quando esse mercado é tão grande assim?) Ponto de vista liam me vi em uma situação desesperadora dentro do supermercado agora dominado pelos monstros e como se não fosse o suficiente esse lugar está caindo. Meus colegas de trabalho corriam por todo lado, suas vozes abafadas pelo ruído ensurdecedor do caos que se desenrolava ao redor, mesmo olhando entre a multidão não vi um rastro sequer da Maya. O cheiro acre de destruição e sangue enchia o ar junto de um cheiro putrefato de alguns monstro, eu podia sentir o suor frio escorrendo pelas minhas costas enquanto lutava para manter o ritmo da fuga. Cada vez que um deles se aproximava, eu sentia uma onda de pavor percorrer meu corpo, impulsionando-me a correr ainda mais rápido. Me esgueirei por entre os corredores caóticos, e me escondi atrás das caixas de leite. (Tenho que achar ela) Olhei para todas as direções, vi que a saída de mais fácil acesso no momento era o estacionamento subterrâneo e tive um vislumbre de esperança. Como uma confirmação, em meio à confusão, avistei uma silhueta familiar. Era Maya, que foi interrompida pela queda do solo, havia tantos monstros que eu realmente me questionei sobre o quanto a carne dela deveria ser apetitosa para eles. Não queria chamar atenção , então joguei na direção dela uma caixinha de 1l de leite (desculpa Maya, é por um bem maior) e acenei quando ela olhou *Sussurro* - aqui Entendendo a situação ela pegou a caixa de leite e abriu, jogou nos monstros e correu na minha direção. (Corajosa haha) Naquele momento, quando ela finalmente chegou perto de mim um vislumbre de alívio cruzou meu rosto. -vamos! ~liam
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