Galego do coque 😎 - Coque | Recife 🌙
Porra, ver que os peitinhos dela era da forma que eu idealizei na minha mente foi bom pra c*****o, passei a noite imaginando como seria ter eles dentro da minha boca, e namoral, que delícia, melhor do que imaginei, tem nem como.
Aperto um dos p****s dela descendo minha mão até o shorts jeans dela, desabotoando o mesmo, baixando o flash, ainda com a boca no outro peito, eu mordo fraquinho sentindo o bico do peito rígido.
__ tira pra mim cachinhos. - peço em relação ao shorts e ela não mede esforço, levanta, saindo de cima da minha perna e deixa o shorts cair sobre as pernas dela, tira dos pés e joga por ali perto, ficando só de calcinha. - p***a, gostosa demais. - falo mesmo quando vejo a calcinha minúscula que ela usava, deixando a metade do g***o dela pra fora, quando eu digo que é uma diaba ela acha r**m.
Puxo ela pela cintura fazendo ela sentar na minha perna novamente, volto a cheirar e chupar o pescoço dela, ela até tentou reclamar, mas eu já disse, a moral é minha, ela tá comigo agora, então é minha.
Passo a língua de leve e sugo a pele fazendo esticar e depois soltar fazendo um estalo, ouvindo ela resmungar baixinho e gemer.
Desço os beijos do pescoço até o peito e em um impulso rápido, jogo ela no sofá, ficando por cima sem colocar meu peso por completo, e continuo beijando o corpo dela, vendo cada parte arrepiada, os gemidos que ela soltava, manhosinha demais, como ela falou, uma perdição.
Sem tirar a calcinha eu vou descendo os beijos até para de frente ao g***o dela, p***a, só de olhar a boca encheu de água.
Sem perder tempo, eu deixo um fio de saliva escorrer e cair em cima dele, passo o dedão por cima esfregando e ela se inclina toda nervosinha, mas tava com a cara de pilantra, safada, ninfetinha safada e o pior que eu me amarro.
__ humm, calma ai. - falou toda envergonhada, mas eu não liguei e nem dei papo, brotou no qj por que quis, agora ia até o fim. - p***a galego. - gemeu quando eu cair de boca passando a calcinha para o lado, minha língua entrou encaixando direitinho, uma delícia, apertadinha do jeito que imaginei, meu p*u de 26cm ia machucar ela do jeitinho que eu gosto, p***a, feita na medida pra mim, não tem como!
Minha língua passa por toda extensão da b****a dela por fora e quando tento penetrar a língua por dentro não vai, p***a, ela é tão apertada que nem a língua entra, minha diaba vai sofrer um pouco, se dúvidar não vai nem aguentar andar mais tarde, mas não tem caô, eu carrego ela nos braços pra onde ela quiser ir pô.
Fico ali naquela pegada passando a língua no grelinho duro, de dentro pra fora e massageando o c******s, ouvindo ela gemer baixinho e manhosa, me ganhou na p***a do gemido, que c*****o.
Sugo com força o g***o e tiro meu dedo do c******s subindo com a língua até lá.
__ p***a galego, vou gozar assim. - murmurou e meu ego aumentou mais ainda, fazer ela gozar apenas com a minha língua é questão de honra, namoral.
__ então goza cachinhos, goza na minha boca pra eu beber tudo vai. - falo tirando minha boca da b****a cheirosa e docinha que eu imaginei que ela tinha, sem papo, essa mina tem que ser minha pô, não aceito não como resposta, ela vai ser minha e não vai ter caô que vá impedir.
Sem esperar mais nada ela acaba soltando o líquido e gemendo um pouco mais alto, p***a, coisa de outro mundo, namoral.
__ hummm, p***a, que delícia. - gemeu se desmanchando inteira na minha boca e eu suguei todo líquido, tomei tudo, deixando ela bem molhada, virou meu vício.
Subo beijando o corpo dela e nem dei tempo pra ela recuperar nada, juntei nossas bocas em um beijo feroz e gostoso, se eu pudesse arrancar a boca dela nesse beijo, pode ter certeza que arrancaria, fazendo ela sentir o gostosinho delicioso que ela tem entre as pernas e agora só quem vai sentir esse c*****o sou eu, ou eu não me chamo galego do coque.
Sinto a mão dela parar na minha nuca arranhando de leve, eu não queria perder mais tempo nenhum, p***a, queria sentir a b****a dela engolindo meu p*u e ia ser agora, seguro firme na cintura dela e mudo a posição, sentando, colocando ela sentada no meu p*u ainda por cima da cueca.
__ p***a cachinhos, teu gosto é bom pra p***a, como imaginei. - falei olhando nos olhos dela, doido pra ver ela toda envergonhada, dito e feito, corou todinha, mas riu toda safadinha.
__ queria sentir o seu. - falou me deixando surpreso, que pilantra, diaba do c*****o.
Nem tive o que responder pô, ela grudou os lábios no meu novamente, envolvendo a língua dela na minha boca me deixando mais duro do que já estava, pego a mão dela e coloco em cima pra ela sentir o volume.
Ele solta uma lufada de ar ainda dentro do beijo e eu solto um risinho.
__ Ajoelha então diabinha. - mando e ela rir toda sapeca, parecendo que já fez aquilo, e eu não tava querendo acreditar que aquela filha da p**a era tão vivida assim.
Ela desgruda de mim e sem pudor algum, ela ajoelha na frente do sofá jogando os cabelos pra trás, botando a linguinha pra fora, p***a, ali ela me fodeu de verdade.
Fico de pé vendo a imagem mais gostosa que eu já vi em toda minha vida, nem faço nada, deixo ela fazer do jeito dela, ela estica a mão até minha cueca branca e arrasta pra baixo fazendo meu p*u saltar e quase bater na boca dela.
__ sabe como faz né? - pergunto na dúvida e ela rir sapeca.
__ nunca fiz, mas sei bem como fazer gatinho. - falou toda debochadinha e p***a, saber que meu p*u ia ser o primeiro a entrar na boca dela subiu meu ego de um jeito que eu nem sabia que podia subir daquele jeito.
Sem perder tempo, ela segura no meu p*u com as mãozinhas pequenas ao redor da base perto da minha virilha deixando a maioria do tamanho fora da mão dela e olhou dentro dos meus olhos, passando a língua de leve na cabeça me fazendo fechar os olhos e jogar a cabeça pra trás com a p***a da sensação.
Ela fica nessa p***a de passar a língua de leve questão de segundos, quando eu perco o resto da sanidade e agarro o cabelo dela com força, olhando a cara de ninfetinha safada.
__ engole esse p*u logo filha da p**a. - falo cheio de t***o e ela rir passando a língua nos lábios. - abre, abre a boca agora. - mando e ela faz, sem cerimônia nenhuma, eu enfio com tudo dentro da boca dela, sentindo bater lá na garganta e os olhos dela automaticamente encher de água, como se ela tivesse engasgada, mas eu não tava ligando, me instigou, agora ela ia até o fim.