Capítulo 003

1082 Words
Galego do coque 😎 - Coque | Recife 🌙 É f**a quando eu bato o olho em alguma coisa ou em alguém, quando eu quero não tem pra onde, não importa nada, nem ninguém, o que eu quero é lei aqui e tem que ser seguida, avistei a novinha cacheada desde que chegou sozinha procurando os dela, deixei curtir o rolê e depois mandei o viado do amigo dar o recado, bati o olho é minha, já era. Sempre fui assim, dizem que é ego alto, psicopatia, e uma caralhada de coisa, mas eu não acho, eu só tenho pulso firme com o que eu quero, a n**a é linda, chama atenção e ganhou a minha, tá na minha área e eu vou ser maluco de deixar ela sair sem provar o gostinho? Vou nada pô. Paro o carro pertinho dela e abro a porta por dentro pra ela entrar, tava nem ligado onde ia brotar com ela, não gosto de levar ninguém lá em casa, e motel eu tô ligado que ela não entra, a carinha de ninfetinha de menor não n**a, e foi isso que chamou minha atenção pô, o pai gosta de uma Mucilon, não n**o. __ qual seu nome cachinhos? - perguntei já ligando o carro e entrando de vez na minha comunidade, o fervo com os paredões estava rolando na entrada, tava afim de dar um lazer e movimentar meus dias, tava muito parado, enjoei das negas que ficam no meu pé e queria uma Mucilon nova, p***a, já tava até perdendo as esperanças quando ela apareceu toda lindinha. __ Tâmara, o seu eu nem vou perguntar. - brincou toda engraçadinha e eu soltei um risinho, esperta. - pra onde você tá me levando hein? - perguntou toda curiosa e eu tô ligado que a mente dela tá cheia de neurose, alguma coisa tinha nesse nervosismo dela, na certa saiu escondida dos pais, o que mais aparece por aqui é isso. __ vou te levar no meu cafofo cachinhos, trocar umas salivas e curtir o restinho da noite, de boa? - perguntei prestando atenção no caminho e nela que apenas confirmou com a cabeça, mas tava na cara dela que tava com medo de alguma coisa, eu só não sabia de que ou de quem, por que se fosse de mim, tenho certeza absoluta que no carro ela não teria entrado, a cara de pilantra, diabinha, não n**a. Eu tinha várias casas espalhadas pela comunidade, eu enjôo fácil das coisas, então tô sempre me mudando de lugar, já que fora da comunidade eu não posso brotar, se não é cadeia na certa, se for cadeia né? Os caras são loucos pra botar a mão em mim, e eu tenho certeza que se esses cuzão conseguir, não vai ser pra levar pra cadeia não. Não ia levar ela na principal, seria caô demais com Manoela, apesar de não ligar pra c*****o nenhum, sei também que cachinhos não ia gostar e eu ia só ter dor de cabeça, então é melhor evitar! Conheci Manoela do jeitinho que conheci ela, na verdade, todo ano faço um evento desse, é como falei, o que eu falo é lei, e eu nunca fico com as mesmas coisas e pessoas, todo mundo ao meu redor acha esse bagulho estranho, escuto burburinho pra c*****o sobre eu ser psicopata e os carai, mas eu já disse, a voz final é minha, a moral é minha, então eu faço o que eu quiser e quando eu quiser. A Manoela veio de longe, outra cidade, se não me engano, Goiânia, não ligo, botei os olhos e bati o martelo, aquela n**a seria minha, e foi o que aconteceu, tá no meu porte até hoje, o problema é meu estresse de enjoar fácil, tá comigo a mais de dez anos, é a minha favorita, minha zero zero, mas não é a única, e não bate cabeça com isso. Na verdade ela queria tá longe daqui e de mim, mas é como falei, a ideia que vale é a minha, a minha palavra é a última, e quando eu digo que não é não, enjoei dela, mas não quero nenhum o****o tocando no que eu toquei primeiro, é minha e pronto, se envolveu porque quis, boatos que rolam por aí já é suficiente pra se manter afastada, mas não, elas querem pagar pra ver, e algumas até tem a sorte de ver se é real mesmo. Paro o carro de frente a minha casa e ela olha curiosa mordendo a boquinha gostosa. __ vem cá pô. - peço já colocando o banco para trás esticando o corpo, colocando as mãos na cabeça, queria sentir o corpinho dela se perder no meu, igual no fervo. Ela riu toda vermelhinha mostrando que ficou com vergonha, mas fez o que eu pedi, se esticou saindo do banco que estava, passou uma perna de cada lado da minha sentando em cima do meu p*u que já estava duro pra c*****o dentro da calça jeans. Seguro na cintura dela e puxo o corpo dela fazendo ficar mais grudado ainda no meu, os olhos brilhantes e sedutor cravados nos meus, a boca vermelhinha, duas mechas dos cachos caídos no rosto e ela com o rosto todo vermelho, p***a, ela é o meu sonho de consumo, o que eu sempre procurei, na real. __ lindinha demais, namoral. - murmuro encantado com a p***a da lindeza dela e ela rir escondendo o rosto com as mãos, o que tem de diabinha, tem de vergonhosa, nem parece que passou a noite toda me atiçando, dançando pra c*****o em cima do meu p*u, me fazendo ter vontade de comer ela de todas as formas hoje. - quantos anos? - perguntei o que tava evitando pra c*****o a noite toda, tô ligado que é Mucilon, mas ouvir ela falando é mais tenebroso ainda, um lado meu, gosta pra c*****o, o outro fica retraído. __ dezoito. - falou e eu neguei com a cabeça rindo alto, pilantrinha, pensa que me engana, ela riu também percebendo que eu não ia cair no papinho gostoso dela. - tá, tenho dezesseis, mas é um pulo até o dezoito tá? - falou cheia de gracinha e eu rir fraco, um c*****o, né possível um bagulho desse não. Mas eu ia fazer o que c*****o? Passar vontade? Vou nada, já tá aqui, vai cair na mesa do carnívoro sim, vou curtir tudo que eu tenho direito e depois é só botar pra vazar, sem caô algum.
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