Capítulo 007

1079 Words
Tâmara Souza 💫 - Coque | PE 🌙 Sinto ele segurar firme na minha cintura, ainda envolvida no beijo e fico tensa, queria pra c*****o, mas tava com medo da dor e ele pareceu perceber, soltou do beijo e foi descendo beijando meu pescoço, alisando minha cintura, me fazendo respirar fundo. __ relaxa cachinhos, vamos no seu tempo tranquilo? - confirmei com a cabeça sentindo ele encaixar em mim, p***a, aposto que só tinha entrado a cabeça e tava doendo como nunca, que dor do c*****o. - senta devagar e vai rebolando linda, quando tiver de boa pra você, você dar teu nome. - acabei rindo da forma que ele falou, filho da p**a gostoso demais, não dar! Sem falar nada, mordo a boca e vou fazendo como ele disse, p***a, acho que não vou me acostumar, sinto as lágrimas cair no meu rosto e rebolo pra frente e pra trás, tentando fazer entrar tudo, mas era impossível. __ humm, tá doendo. - reclamo mas não consigo parar de rebolar, ao mesmo tempo que doía, era gostoso, não sei explicar! __ p***a cachinhos que b****a quente, deliciosa. - fala imerso ao prazer, com a cabeça pra trás de olhos fechados, e p***a, eu amei ouvir aquilo, nunca pensei que iria gostar de ouvir isso. Sem me importar com dor nenhuma, eu começo a aumentar o ritmo das sentadas, ouvindo o barulho dos nossos corpos se chocando um contra o outro, era gostoso demais ouvir e sentir as bolas dele batendo na polpa da minha b***a, ainda tava doendo, claro que tava, mas p***a, tava gostoso demais, então valia a pena sentir a dor. __ humm, que delícia lindo. - falo entregue ao prazer, tava quase gozando de novo, quando sentir ele me sustentar saindo de vez de dentro de mim, me fazendo suspirar frustrada. - humm, tava tão bom. - reclamo e ele rir ainda sentado comigo em cima dele. Em questão de segundos ele levanta comigo no colo e me solta de uma vez no sofá. __ vira cachinhos, fica de joelhos no sofá e empina pro alto essa b***a gostosa vai. - mandou e eu corei de vergonha, mas fiz, me ajeitei ficando de quatro empinando a b***a lá pro alto, olhando pra ele por cima do ombro. Vejo ele em pé, com o p*u duro melado com um pouquinho de sangue, sem vergonha alguma ele deixa um fio de saliva cair em cima do p*u e deixa ele bem molhado, se aproxima de mim novamente grudando nossos lábios em um selinho rápido. Sinto ele dar dois tapas de uma vez nas duas bandas da b***a e mordo os lábios sentindo uma sensação boa do c*****o, até esqueci que tava fugida de casa e que o caos ia tá instalado quando eu chegasse, com a mão direita ele puxa meu cabelo grudando minhas costas no peitoral dele sem penetrar o p*u dentro de mim. __ minha p*****a aguenta levar p*u de quatro até gozar gostoso no p*u do teu bandido? - perguntou no pé do meu ouvido me fazendo arrepiar dos pés a cabeça, que ódio, porque tão gostoso? __ p***a, assim é covardia lindo, fode logo minha b*******a vai. - quase imploro e ele parece gostar, pois solta meu cabelo empurrando minhas costas fazendo eu ficar bem inclinada, sinto ele provocar com a cabeça do p*u no meu c******s. - aiinw lindo, assim eu vou gozar rapidinho. - murmuro cheia de t***o e ele me dar um tapão na b***a, p***a, amanhã vou ficar toda roxa, só de olhar eu vou lembrar desse macho gostoso. __ minha p*****a só vai gozar quando meu p*u tiver socado lá dentro, quem manda agora sou eu. - falou e meu corpo arrepiou, filho da p**a, sabe bem como fazer, que ódio. - geme bem alto pra todo mundo saber que agora tu tem dono, que essa b*******a apertada e quentinha é toda minha, e eu sou capaz de qualquer coisa se alguém chegar perto dela cachinhos. - falou, eu ia rebater, juro que ia, mas foi tão gostoso quando ele enfiou o p*u grande e grosso com tudo em mim, ardeu, mas a sensação gostosa foi maior, eu não consegui nem rebater a essa loucura que ele acabou de falar. __ porraaa, que delicia. - acabo gemendo alto, sentindo as bolas bater contra minha b***a e o p*u lá dentro, juro que tava sentindo a cabeça do p*u dele bater quase no útero, tava doendo, mas tava uma delícia também. - humm, isso lindo, fode minha b*******a vai, isso. - falo imersa ao prazer, p***a, ele tava acabando comigo, as mãos batendo na minha b***a, os murros na costela, o p*u entrando e saindo em um ritmo perfeito, eu iria gozar mais uma vez e nem fazia tempo que tinha gozado, filho da p**a tem o molho. - galego, meu Deus, eu vou gozar de…- nem terminei de falar e me desmanchei inteira no p*u dele como ele havia mandado, que inferno. __ p***a cachinhos, visão do c*****o é tu gozando gostoso no p*u do teu bandido. - falou sem parar de socar, c*****o, tava muito sensível e esse filho da p**a me maltratando dessa forma. - vou gozar minha gostosa, gozar bem gostosinho na tua b*******a, fica quietinha fica. - manda por que eu tava tentando me sair de tão sensível que tava, arregalo os olhos tentando falar que não, mas foi tarde, sinto ele aumentar as estocadas e apertar firme minha cintura, jogando tudo lá dentro, apesar de ter sido gostoso sentir os jatos quentes dentro de mim, minha ficha pareceu cair ali, que maluquice eu fiz, p***a, perdir minha virgindade com o cara que tem fama de psicopata, o maluco da cidade inteira e ainda deixei ele gozar gostoso dentro de mim, p**a que pariu! E pra piorar o filho da p**a invés de parar continuou socando bem lentinho, meus pensamentos foram nos meus pais e em Deus. Que eu não engravide e que tudo dê certo, me perdoa Deus e me ajuda, por favor. Era tudo que eu pensava e pedia a Deus, sinto o meu corpo relaxar e meus olhos pesar, eu não poderia dormir aqui, mas o cansaço foi maior, sinto ele tirar o p*u e me puxar pra deitar no peito dele, respiro fundo tentando manter os olhos abertos, mas em questão de segundos eu vou cedendo ao sono que foi tomando o meu corpo e quando fui ver, já tinha apagado!
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