CAPÍTULO 3

1439 Words
CAPÍTULO 3 - Tudo bem, já que está tudo bem com você – disse ela sorrindo, ela era minha vizinha e amiga também, eu não podia colocar a sua vida em risco. – Qualquer coisa é só gritar, e não abra aporta para estranhos – diz ela indo embora. Eu acenei fechando a porta. Então esse cara que estava aqui é um fugitivo da penitenciária, eu sabia que estava muito encrencada. Eu olhei para Frank, agora eu já sabia qual era o seu nome?, ou será W.H? pensei, ele me olhava fixamente. - Agora você já sabe quem eu sou Hanna? – ele fala ligando as luzes, quanto medo eu senti naquela hora. Agora podemos nos conhecer bem melhor. - Hã – sussurrei – Tem um assassino perigoso na minha casa e ele quer me conhecer melhor – Ele vai até a sala de jantar e puxa uma cadeira para se sentar, eu recuava aos poucos. – Eu quero que você vá embora da minha casa- eu falo com receio dele fazer alguma coisa. - Isso eu não vou fazer – diz ele rindo. - Porque você escolheu logo a minha casa, tinhas tantas casas aqui, e você escolhe logo a minha. E outra de onde você me conhece? quem é você afinal? Esse tal de Frank ou você é o tal de W.H? que está sendo procurado pelo F.B.I, logo eu você escolheu. Ele não dá a mínima para o que eu perguntei. - Me responde? - Fale direito comigo mocinha. - Se você quisesse me matar já teria feito. - Você fala demais. De repente ele se levantou, e eu senti suas mãos em volta do meu pescoço, e fiquei tonta e tudo ficou escuro. Com sua faca na mão ele encrava sua faca no coração de Hanna sem dó alguma, que cai no chão da sala. ... Taylor Backer (pai) : será se Hanna já está dormindo? Abgail Backer (mae) : Hanna não costuma dormir cedo querido. Taylor Backer: tem razão querida, apesar de ser tão tarde ela deve estar acordada. Já se passavam das 1h da manhã quando os pais de Hanna chegam de viagem, querendo fazer uma surpresa. Os pais de Hanna entram na casa e deparam com algumas coisas bagunçadas, quando eles vão caminhando encontram Hanna no chão toda ensanguentada, eles entram em desespero ao Vê-la no estado em que se encontrava. Sra Backer: Filha, filha fala comigo – diz ela sentada ao chão segurando sua filha. Ela havia sido esfaqueada pelo assassino. O desespero de seus pais cresce mais. O Sr. Backer roda a casa toda, ele encontra a gata de sua filha estrangulada, mais não vê mais ninguém na casa. A Sra. Backer fica completamente desolada em ver sua filha naquele estado. Eles chamam a polícia, e o xerife da cidade de Amitivilly atende a chamada. Xerife Durke: departamento de polícia da cidade de Amitivily em que posso ajudar? Sra. Backer: Socorro. Precisamos de ajuda, venha logo por favor. Xerife Durke: Calma, minha senhora, em que posso lhe ajudar? O que houve? Sra Backer: Minha filha... minha filha.. tá..tá.. morta. Xerife Durke: Calma, minha senhora, precisa se acalmar, o que houve com sua filha? Sra. Backer: Ela foi assassinada, esfaquearam minha filha – diz ela com uma voz deseperada. Xerife Durke: Já estamos a caminho, chegaremos em alguns minutos, me passe seu endereço. Sra. Backer: Rua foley mildre 100 Xerife Durke: Estamos a caminho. O xerife Durke liga logo em seguida para o policial John, e manda ele ir de imediato para o endereço que ele havia passado, pois ele estava mais perto fazendo a honda. ... Eles chegam até o local do crime e encontram a jovem ao chão, e logo começam uma investigação de quem poderia ter feito isso com a jovem Hanna. Enquanto, a cidade de River Rild se encontrava calma e tranquila, afinal já fazia um ano que o W.H não aparecia. Os detetives Andrew e Sharon estavam vendo outros casos que aconteceram na cidade. Mas até então, nada de mortes na cidade pacata de River Rild. A irmã de Sharon Liza estava na cidade de Amitivilly fazendo tratamento psicológico, pois ainda não havia se recuperado do que tinha acontecido com ela. o psiquiatra de Liza, era o seu professor Henry da faculdade Histon. Henry: Então Liza como você está nesses anos, tem tomado seu remédio direito que passei para você? Liza Sim, eu tenho tomado, mas os pesadelos continuam, os mesmos, eu correndo dentro de um bosque sendo perseguida pelo W.H. Henry: Você tem que procurar fazer alguma atividade Liza, saia um pouco de casa com seus amigos, você não pode ficar o tempo todo dentro de sua casa ou isolada no alojamento da faculdade, precisa sair um pouco. Liza: Eu não consigo, eu penso que toda vez que eu for sair ele está lá fora querendo me pegar. Henry: Já se passaram um ano Liza, acredito que ele deva está bem longe daqui – diz ele encarando-a. ... Andrew: E como está sua irmã Sharon? Sharon: do mesmo jeito Andrew, não quer sair, tem medo de andar na rua sozinha – diz ela dando um suspiro. Andrew: Já se passaram um ano e nada dele, espero que tenha ido embora e não volte mais a atormentar a vida de ninguém. Sharon: eu também espero. Estou pensando no final de semana em ir visitar minha irmã. Andrew: eu vou com você querida. Andrew e Sharon haviam começado um namoro que resultou em um noivado. Eles estavam muito felizes pelo que haviam acontecido entre os dois. ... Liza estava em frente de seu computador quando escuta um som estanho vindo da janela de seu quarto, ela se aproxima lentamente para ver o que era, e quando põe sua cabeça para fora, ela leva um susto e dá um grito. Tom: calma sou eu Liza. Liza: O que está fazendo aqui? Tom: desculpa se te assustei, não foi de propósito. Elisabeth: Filha está tudo bem? Diz ela batendo na porta do quarto de sua filha, ela havia escutado o grito e saiu correndo. Liza: Está tudo bem mãe, só me assustei com nada. Elisabeth: tudo bem filha, qualquer coisa estou aqui. Liza tranca a porta e volta para janela para ver se Tom ainda estava lá. ele estava debaixo de sua cama e sai. Tom: Estou aqui Lisa. Liza: O que está fazendo aí, já está tarde. Tom: não estava fazendo nada em casa, então vim ver como estava, como foi com o Henry. Liza: A mesma coisa, nada mudou ainda, ele me diz o mesmo de sempre, que eu preciso sair um pouco e me divertir, tenho que esquecer o que aconteceu, afinal já se passaram um ano que tudo aconteceu. Tom: eu concordo com seu psiquiatra, realmente você precisa sair um pouco, vamos voltar a ativa nas noites, é o que você está precisando. Liza: não se lembra do que aconteceu em uma das minhas saídas Tom. Está com amnesia agora. Tom: eu sei, mais também você não precisa se punir. Liza: está cada vez mais difícil Tom, eu não consigo sair mais sozinha, parece que tem alguém me seguindo, eu olho para os lados e fico pensando que alguém vai me pegar novamente. Me sinto mais protegida dento de minha casa, ou quando estou com vocês da turma. Tom: todos estão preocupados com você Liza, mais ainda bem que você conseguiu voltar para a faculdade, mas não pense nisso agora, aos poucos você vai conseguir voltar a ativa como era antes. Liza: está meio difícil de isso acontecer, afinal esse assassino ainda está a solta e ninguém consegue o pegar, parece que ele é invisível, todo mundo é suspeito, não se tem um retrato falado dele, parece que é um fantasma, mas vestido de gente, será se nunca vão o pegar? Tom: você já falou com a sua irmã? Ele não sabe mesmo de nada, ou está tentando esconder para que você não saiba. Liza: eu não sei Tom. Tom: eu acho que devemos descobrir, o que acha? Liza: como assim devemos descobrir? Tom: podemos juntar a galera e tentar descobri, quem é esse mascarado que fica assustando a cidade, ia ser bem emocionante, não acha? Liza: você ficou doido ou o que? Sai daqui Tom, você já está me deixando nervosa, onde já se viu agora você querer bancar um detetive particular, você não viu nos noticiários que deu? Como ele mata suas vítimas? Tom: mais ele só mata mulher, então .. Liza: sai daqui tom agora.
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