— Falei com minha mãe e com minha tia. Minha tia te mandou um beijo.
— Courtney? - a loira concorda.
— Mas então, quer dizer que...meu nome já foi citado na família Richards? - ela provoca, pois isso não era algo que Josh havia reparado, apesar de querer se enfiar em um buraco com todas as perguntas e afirmações da família.
— Não me venha com esse papo, tudo bem? Já vou passar o seu número para minha irmã, e se possível, evitem falar de mim.
— Falar de você, só falar m*l. Não se preocupe. - ela rebate sorrindo.
— Engraçadinha.
— Sabe, - ela diz se deitando no colo de Richards, usando suas pernas como travesseiro - Adoro feriados, mas prefiro quando está todo mundo. A casa fica sem graça. - confessa a loira.
— Está falando que eu não sou o suficiente, Gray? - brinca, fazendo a rir e se levantar se seu colo. A loira se senta no colo de Richards, deixando cada uma de suas pernas de cada lado e encaixando suas mãos no pescoço de Richards.
— Não disse isso. - deposita um selinho nos lábios levemente rosados do rapaz - É só que...sei lá, adoro ficar sozinha, mas às vezes é tedioso. - se deita no peito dele.
— Vamos aos fatos, você não quer t*****r, e pelo visto cansou da sua série francesa que você não entende nada.
— Ei. - repreende-o - Eu entendo sim, só é cansativo.
— Ok, tudo bem, tudo bem. - ele concorda rindo - E então, o que quer fazer?
— O que acha da gente...conversar? - propõe.
— Por mim tudo bem, mas só porque você está toda manhosa hoje. - Josh concorda sorrindo, e a loira ignora a parte de manha, pois se não o xingaria e ele riria, como sempre acontece.
—Está bem. O que você fez de bom essa semana? - a loira pergunta se ajeitando ali no peito dele, enquanto as mãos de Josh se posicionava nas coxas da garota.
— O que eu fiz, hm...Ah, esqueci de te contar, semana que vem vamos ter um jogo em Culver City.
— Que demais! Vou te esperar para comemorarmos. - diz sorrindo calma.
— Ou para eu usar seu colo de choro, porque acho que a gente perde. O time não anda dos melhores ultimamente. - confessa aborrecido.
— Como assim? - pergunta assustada e confusa.
— Perdemos os dois últimos, as coisas não andam boas. E o treinador quer nos m***r.
— E para onde foi aquele Josh Richards que nunca perde? - diz tentando incentivá-lo.
— As coisas andam difíceis, sabe. - nem Josh sabia o que estava difícil, só se sentia, não havia algo em específico, pelo menos, não que ele tivesse descoberto ainda.
— O que acha de...um banho de banheira para melhorar seu dia e relaxar? - a loira propõe sorrindo.
— Eu posso me acostumar facilmente com essa sua versão manhosa. - Richards fala rindo.
— Qual é, Josh? Estou tentando de ajudar. - a loira diz olhando para ele, e Josh sorri, se perdendo naquela terra desconhecida dela. m*l sabia Olívia, que a companhia dela já ajudava em qualquer coisa. Richards se perdia nas terras desconhecidas dos olhos da loira, e se sentia leve ao se aprofundar nas redondezas de seus territórios. Vendo a loira sorrir, tentando ajudar ou coisas assim, um sorriso se formava. Era inevitável não sorrir olhando para o sorriso lindo e contagiante da loira, pelo menos, para Josh era.
— O que você quiser, loirinha. - 'Ela nem me deixou terminar de dizer direito, logo me roubou um selinho e se levantou animada indo até seu quarto, me tirando uma risada pelo seu ato agitado e ansioso. Minutos depois, só pude escutá-la me chamando, parecia animada e logo corri para ver que m***a ela estava preparando.
— O que você...Meu deus, Olivia. - digo rindo, vendo o que a loira havia preparado. Ela realmente havia enchido sua banheira e estava cheia de espuma. Ela estava sentada na beira, só esperando me dizer algo. — Não acredito que fez isso, digo rindo.
— Demais, não é? Havia comprado uns negócios desses, mas não tinha tido tempo de usar, então achei a oportunidade perfeita, ela disse animada. Vamos entrar ou não, hm? - completa impaciente.
— Vamos, digo rindo.
Tira a roupa, ordeno.
— Você também, diz arqueando suas sobrancelhas e ambos em segundos estávamos nus. Ela entrou primeira, apoiando suas costas na banheira e me obrigou a sentar-me em sua frente, já que disse que receberia massagem hoje. Não neguei, porque não se n**a boa v*****e de Olivia Gray, não se n**a nada a Olívia Gray.
Ela escorrega suas mãos pelas minhas costas, e desce por meu bíceps, fazendo-me solta um leve gemido, pois eu estava completamente acabado. — A semana não havia sido fácil para os jogadores do time, mas com uma mulher como Olivia ao meu lado, não perderia meu tempo pensando como tive uma semana m***a. Eu aproveitaria sua companhia, sem ter que me preocupar se alguém vai chegar ou se estamos fazendo barulho demais. Isso era aliviante.
Sentir suas mãos descendo por meu abdômen e chegando perto de mini Richards. Ela apoia seu queixo em meu ombro, podendo fazer com que eu sinta sua respiração, e estremeço pela tanta ligação que havia passado por meu corpo naquele instante. Olivia me deixava e******o sem nem muito trabalho, e isso às vezes era insuportável, pois era só ela quem conseguia me deixar assim. Estamos em uma amizade colorida, é óbvio que nenhum de nós está se privando de ficar com outras pessoas, mas isso anda sendo difícil.
— Você sabe que vão ganhar, semana que vem, não é? - ela diz, com sua voz doce e calma, como quem só quisesse ajuda.
— Não sei, loira. Perdemos os últimos, e nem eram times tão fortes, comenta meio desapontado.
— Vocês terem perdido dois jogos, não significa que vão perder o terceiro. Além do mais, vocês terem perdido, deveria dar mais força e competitividade para ganharem. Para onde está indo o Josh Richards que nunca perde, que eu conheço?
É engraçado e bom como Liv sempre olha o lado bom das coisas. Mesmo de coisas ruins, ela mostra uma forma diferente de ver o mundo, de sentir as coisas e fazer as coisas. Ela não julga suas atitudes, suas falas idiotas ou seus atos passados. Acredita que todos merecem uma segunda chance e que todos temos chances de nos explicarmos e fazermos o que quisermos, deve ser por isso que escolheu direito criminal, o outro lado de ver a história.
Com Liv, sentia que poderia ser eu mesmo. Se quisesse chorar, ela não me olharia com piedade, só me abraçaria e me faria rir com todas as merdasque saem de sua boca. Poderia discutir, debater, fazer tudo virar um jogo, uma competição, porque com ela tudo ficava mais divetido. — Eu podia ser eu mesmo, literalmente, falar, pensar e agir como eu queria, pois ela não me julgaria. Era isso que fazia eu mais amar sua companhia, ela.
— Estava pensando...amanhã é Ação de Graças, conversei com Kio, e o que acha de almoçarmos juntos? Ou o senhor tem planos?, pergunta.
— Para você minha agenda está livre, digo, vendo-a sorrir.
— Tudo bem. Jantar, certo? Melhor jantarmos nós três, e durante o dia fazer algo melhor.
— E esses planos, de fazer algo melhor durante o dia, estou incluso?
— Incluso você não está, mas se quiser ficar fazendo companhia, não me importo, diz sorrindo.
. capítulo meio bosta, mas enfim
II. bom dia, leitores