— Solta! — O garoto gritou em resposta aos gritos da mãe. O homem chegou m*l-humorado e alterado. Trabalhava na construção civil e recebeu um corte no pagamento dada a negligência com o trabalho no decorrer da semana. Muito faltava e a mulher reclamou, recebendo agressão como resposta do homem nem um pouco equilibrado mentalmente. Era cedo e Yuri dormia, quando foi acordado pela confusão. A porta estava escancarada e os vizinhos que iam à missa de domingo, passavam longe tentando não se envolver naquela que seria mais uma de muitas confusões. Dara estava com seu vestido branco rodado. O pai adorava os longos cabelos e a mãe cuidava com cuidado, mantendo-os tão cacheados quanto os dela. A menina usava um arco, que ela amava por lembrar o aniversário que mais marcou — uma enorme festa

