XLII. Nas Pequenas Coisas

1946 Words

Naval chegou à esquina quando Yuri estava subindo na moto. A expressão extremamente hostil de Yuri o deixou preocupado. — Putä merda! Tarde… — arfou, aproximando-se. Yuri estava ajeitando o pequeno caderno entre as pernas para dar partida na moto quando ouviu os rápidos passos de Naval. Sacou a pistola e olhou na direção. — Sou eu, meu mano! — Naval disse, observando-o desconfiado. — Matou!? — indagou. — Quem!? — perguntou. — Quem você acha!? — Só dei o que ela queria. ‘Tá viva — falou com o rosto enojado. — Largada na sala! — deu de ombros, frio. Naval sentiu um péssimo frio arrepiar os pelos da nuca. — ‘Tá bem? — ‘Tô — assentiu, fitando os olhos do amigo. — Se adianta. Vai curtir tua folga. — Tranquilo. ‘Tamo junto — assentiu, dando partida. *** — Aí, tropa. Atividade. Espi

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