LXVIII. Um Guerreiro

2033 Words

Mesmo se sentindo derrotado, o gerente não tardou para se recuperar, na melhor das palavras, jogou tudo de r**m que sentia para o fundo de sua memória e coração. Já era esse o jeito com o qual lidava com seus problemas e dores, enterrava. Bastava fogo num baseado bem apertado para ele soprar a memória para longe. Os amigos beberam uma caixa de latas de cerveja, em silêncio. Apesar da ansiedade, que perturbava a cabeça de Yuri, o tempo em silêncio, cuidando do amigo diluiu a sensação aflita. O corpo já não estremecia e respirar era uma tarefa mais fácil. As lágrimas pararam de correr no rosto de Naval cedo. — Vai ‘pra casa? — Yuri perguntou ao fim da última lata. — É uma boa ir… — Quem ‘tá na guarda lá? — Ainda não mandei ninguém. Piloto cuidou de descer as paradas, mas a casa ainda

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD