Episódio 5.

2059 Words
N Taylor. — Essa é a sua casa agora, você pode fazer o que quiser aqui. — O papa fala me mantendo em seu colo, na mesa de jantar — Elisa vai cuidar de você e o Ravi será o responsável por sua segurança. Então se você se ferir a culpa será exclusivamente dele. — olho para Ravi que sorrir nervoso. Tadinho do ruivo. — Eu posso mandar cartas plas minhas amigas? — Pergunto tímida. — Faça as cartas e as entregue para Ravi, ele fará com que elas sejam entregues para suas amigas. — O papa fala apoiado na mesa, como se meu peso sobre ele não importasse. — Não importa o que você queira, diga a eles e vão providenciar imediatamente, entendeu? — Assinto. Olho para os dois que estão sorrindo amigáveis. É meio estranho que eu possa pedir qualquer coisa, eu não vou pedir nada é claro, mas é estranho mesmo assim. — Papa... por que me escolheu? — Pergunto causando supresa nos dois que estavam de pé. Omar continua me olhando como se minha pergunta fosse normal, quer dizer, não sei dizer. Ele sempre fica com a mesma expressão, me deixa confusa. — Eu sou quase uma adulta. Tão por que você escolhelia a mim, e não uma outla menina saudável e mais jovem? — Ele fica em silêncio. Começo a acreditar que perguntar isso não foi uma boa ideia. — Bem eu... — Gaguejo. — Não estou reclamano eu gostei muito de vir com você, poder ficar aqui é muito bom. — Sorrio nervosa. Olho para seus olhos escuros vendo ele me olhar fixamente nos olhos. — Ninfeta... — Ele murmura de repente parecendo pensativo. — Hum? — Me escapa um som involuntário ao ouvir o que ele disse. Ninfeta? O que é isso? — Oh, olha só a hora, o jantar já está pronto. — Elisa nos interrompe rindo com nervosismo. Ravi também parecia querer acabar com nossa conversa. — Convermos sobre isso depois. — O papa fala e eu assinto voltando a sorrir. (...) Desço da cama me escorando para não torcer o pé ao chegar no chão. Abro a porta do meu quarto e desço as escadas até chegar na cozinha, pego um copo e tomo um pouco de água. Me assusto ao ouvir o que parecem ser correntes sendo arrastadas, tombo a cabeça indo para o fundos, aperto o interruptor da garagem e arregalo os olhos ao ver dezenas de carros de luxo. — Uau... — Sussurro sem ar. Eram tanto carros e eles eram tão bonitos que me deixaram até sem fôlego. Olho para o lado ao ouvir barulho de correntes novamente, e encontro dois Pitbulls em um cercado grande. Eles rosnam antes de se virarem para mim, mas assim que me veem começam a pular e abanar o r**o. — Mais que coisinhas mais fofas, são vocês. — Falo me aproximando do cercado. — Eu não sabia que tinhamos au aus. Eles farejam meu cheiro, e lambem minha mão quando eu tento fazer carinho neles. — Vocês são tão lindinhos. — Faço carinho neles vendo a felicidade dos dois. Deve ser horrível ficar preso em um espaço como esse, é um cercadinho bem grande, mesmo assim acho que eles precisam de mais liberdade, afinal eles não parecem ser perigosos, devem ser bem comportados. — Vocês quelem sair? — Pergunto procurando a portinha, eles começam a pular rapidamente. — Hum, bem. — Olho para a porta do cercado, vendo que só tem uma pequena trinca, sem nenhum cadeado ou corrente. Me aproximo para abrir. — N! — Me assusto ao ouvir uma voz gritar meu nome e me puxar para trás. — Não querida, esses cachorros não são dóceis, eles são cães de caça. — Elisa fala assustada. — Não pode fazer isso. — Ela olha para o cachorros que latiam alto pulando. — Quietos agora. — Ela fala de uma maneira que faz meu corpo se arrepiar. Olho para o cachorros que se afastam quietos, eles pareciam tão felizes agora pouco, mas com esse olhar de Elisa até eu fico com medo. — Está bem. — Falo tristinha. .Omar Cazari. Alguns dias depois. — Papa? — Ouço toques na porta e olho diretamente para ela ao ouvir a voz de N. — Pode entrar. — Sem demora N abre a porta e a fecha logo em seguida vindo apressada até mim. Dou espaço e ela se senta no meu colo, deitando sua cabeça em meu peito, N aparentemente tinha acabado de tomar banho, seu cabelo estava amarrado com laços cor de rosa abaixo das orelhas, ela é a visão mais fofa que se pode ter. Ninfeta é um adjetivo perfeito para como eu enchergo N, ela me atrai de todas as maneiras, sinto desejo por ela todo o tempo, seu olhar, seu jeito, seu cheiro, tudo nela me instiga e me excita. Sua inocência a transforma na pessoa que eu desejo brincar de f***r. Ela vem para mim todos os dias para esperar o jantar, se senta em meu colo e fica quieta apenas se mantendo perto o suficiente para eu ter pensamentos sujos por ter ela em meu colo. Se tornou rotina ter ela dessa forma e eu não posso dizer que não gosto de ter ela em meu colo querendo carinho, mas é difícil conter minhas ereções — Como foi seu dia? — Pergunto tentando ficar calmo. Parecia ter uma boneca de um metro e quarenta em meu colo e N é tao quieta que é difícil não comparar ela com uma boneca, uma boneca linda e cheirosa. — Elisa blincou comigo lá fola, a neve palou de cair, tão fizemos bonecos de neve. O ravi fez um também, mas o dele se desmanchou. — Ela comenta rindo balançando seu pés que não conseguem alcançar o chão. Me pergunto o que da certo na vida de Ravi. — Se divertiu? — Pergunto ainda trabalhando. — Sim. — Ela fala calma. — Você quer alguma coisa? — Indago enquanto ela continua balançando seus pés, meninas como ela sempre querem maquiagem e roupas novas, ou perfumes. Essas coisas. — Não você já complou tantas coisas, nem cabem mais no meu quarto. — Ela comenta parando de se mexer. — Eu dei comida ao Nick e ao Sloam hoje também. — Já não disse para ficar longe deles? Eles são cães de caça, não são bichos de estimação. — Falo firme. Não sei como aqueles cachorros ainda não a atacaram, mas pode acontecer mais cedo ou mais tarde e ter N ferida é a última coisa que eu quero. Ela tira sua cabeça do meu peito ficando reta. — Pelo menos, eles blicam comigo. — N murmura com o olhar baixo, olho para ela sem intender o que quer dizer. — Eu vou ver se já está tudo plonto, bom tabalho. — N beija meu rosto delicadamente e pula do meu colo, saindo da sala. Bufo frustado. O que eu fiz dessa vez? .N Taylor. Subo na cama com a ajuda do degraus e engatinho até a parte em que me corresponde. Elisa me vestiu com uma pijama cheio de moraguinhos e colocou meias em meus pés para que eu não sentisse frio a noite. Me deito no meio da cama, Elisa cobre o pooh e eu, meu urso panda que o papa me deu. — Boa noite minha princesa. — Ela beija minha testa e da um beijo no Pooh também. — Lisa, você também é forte igal o Ravi e o papa? — Pergunto curiosa. Hoje de manhã tiveram pessoas aqui e quando Lisa fez uma cara séria, eles não ousaram contesta-la. Além de chamarem ela de névoa de sangue, claro que só disseram isso depois que ela deixou eles um pouco sozinhos. — Eu fui treinada desde muito pequena para cuidar do senhor Cazari, por isso eu tenho que estar preparada para qualquer situação. Mas agora ele não precisa de mim, por isso eu sou responsável por você. — Ela sorrir fazendo carinho na minha bochecha. — Tão você é meu anjinho da guarda? — Ela rir corada. — Sim, algo assim. — Lisa é uma mulher tão linda e inteligente, me sinto tão bem por ser tão bem cuidada por ela. — Se continuar assim, eu também vou querer beijinhos. — Ravi fala escorado na porta. Ele sempre implica conosco. — A senhorita me empresta a doce Elisa? — Ravi pergunta para mim e eu assinto. — Mas só se você plomete me da um passeio de cavalinho amanhã. — Declaro me ajeitando na cama. — Espertinha, está apredendo a negociar é isso ai. — Ele fecha sua mão e eu fecho a minha batendo com a dele. Me viro para janela vendo as árvores ainda cobertas por gelo e neve, eles saem do quarto e apagam a luz fechando a porta. Elisa disse que assim que o natal passar, eu vou começar a frequentar uma escola daqui, ela disse que as escolas daqui são as melhores e que eu vou conseguir me enturmar bem, caso contrário, eles dariam um jeito, perguntei que jeito, mas ela apenas disse que se implicassem comigo era para comunica-los imediatamente. Será que vão gostar de mim nessa nova escola? Escuto minha porta ser aberta e olho na direção pensando que Elisa pode ter voltado para me ver. Mas pisco surpresa ao ver o papa passar por pela porta com sua mão no bolso. Seu rosto estava com uma expressão diferente, não tão diferente, mas algo parecia errado. — Veio me dar boa noite? — Pergunto alegre, não lembro de uma vez que ele tenha entrado no meu quarto. Me sento na cama e ele se aproxima se sentando perto de mim. Omar apenas me olha fixamente e acaricia meu rosto pensativo. — Papa está tudo bem? — Pergunto preocupada por ele estar agindo assim. Antes mesmo que eu pudesse dizer mais alguma coisa, o papa me prendeu em seus braços me mantendo perto do seu grande corpo, arregalo meus olhos sentindo meu coração bater tão forte com a surpresa que acabo de ter, omar coloca sua língua dentro da minha boca me fazendo sentir o gosto amargo de algo que ele bebeu agora pouco, tento acompanhar o papa sem intender o que está acontecendo aqui, ou o que ele quer de mim, ele parece ficar ainda mais feroz por eu ter tentando acompanha-lo, mesmo que sua língua esteja deslizando sobre minha boca sem nenhuma delicadeza, coloco minhas mãos em seu peito confusa, meu corpo inteiro formigava e minha barriga parecia estar revirada de ponta gabeça, agarro sua blusa sem ar, Omar me prendia contra ele sem me deixar qualquer chance de sair dali e continuava com sua língua dentro da minha boca como se fosse algo normal para ele. O que diabos...!? Ele está me beijando? Por que? Omar me deita na cama sem parar um minimo segundo, puxo sua blusa com falta de ar, levanto minha cintura procurando por ar, mas perco parte do raciocínio quando O papa aperta minha coxa com sua enorme mão firme e forte, ele sobe sua mão até te-la perto o bastante da minha i********e, puxo sua blusa ainda mais soltando gemidos por ele estar me sufococando com sua boca que fica mais quente a cada segundo e sua mão está em um lugar que causa coisas estranhas na minha barriga. Ouço um tipo de grunido vazar de suas boca, o papa morde meu lábio inferior me dando chance de respirar, eu deveria ter adivinhado que ele voltaria a fazer tudo de novo, só que cada vez mais intenso. Sua mão começa a aperta minhas coxas, minhas cintura, meus s***s. Me deixando confusa com meu próprio corpo que corresponde a ele mesmo que eu não saiba o que está havendo. Ele não para, não para... Continuo sentindo sua mão passear pelo meu corpo e ele continuar me sufocando com sua boca na minha, sua língua se mechia dentro da minha boca enquanto eu não conseguia evitar de emitir sons que normalmente faziam Omar me morder ou apertar, tinha certeza que meus lábios já estavam inchados e eu ainda por cima, estava com falta de ar, sentindo meu corpo formigar com a sensação boa que é ter sua língua dentro da minha boca. Eu... gosto disso, é bom... mas, por que? Por que ele...
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