Do lado de fora do esconderijo, Ike sentiu o celular vibrando junto ao bolso interno da camisa, afastou-se para longe da garagem para atender. Olhou o visor, dizia chamada de treze, Ike sabia de quem se tratava, atendeu rapidamente:
- Ike, me escute. Richard Manhães nos deu um dossiê entregando todos os negócios dele e Víbora, preciso falar com você.
- Eu também preciso falar com você, tenho novos produtos, acho que vão lhe interessar. Podemos nos encontrar amanhã?
- Sim, no lugar de sempre.
Dentro do escritório de Otto o celular tocava insistente, Cipriano que estava próximo ao ver o número restrito atendeu:
- Otto.
A voz rouca de Víbora do outro lado da linha fez o gerente tremer, o mesmo decidiu se passar por Otto, respondeu:
- Sim.
- Preste atenção, Richard tem algo que eu quero, descubra onde estão os documentos que ele roubou, esquarteje ele se for necessário. Quero essa informação urgente!
- Entendo, como desejar.
Víbora finalizou a ligação. Cipriano agora está se questionando o que realmente estaria acontecendo entre os dois. No andar de baixo da mansão, Max surpreende Otto dizendo lhe:
- Quero falar com você, agora.
- O que aconteceu, Max?
- Diga-me, existe alguma delas que já possui dono?
- Interessado em adquirir um novo bichinho, sobrinho? Pelo que sei, Víbora apenas tem interesse em Suzzane, as demais mulheres poderemos dar o destino que desejarmos a elas…
- Vou ficar com a garota de cabelo rosa.
- A filha de Richard, você nunca esqueceu aquela garota … Seu pai te mataria se estivesse vivo. Vá em frente e divirta-se com ela.
Max o observava inexpressivo, enquanto Otto se afastava dele com pressa entrando em sua sala. O jovem já estava voltando quando viu Ike dirigindo se para o segundo andar, questionou austero sem demonstrar na voz sua surpresa:
- Onde está indo, irmão?
Ike ficou imóvel alguns instantes, não acreditava que o irmão iria questioná-lo na frente de todos, olhou-o por sobre o ombro, respondendo:
- Estava indo limpar nossos hóspedes, ou não pretende fazer isso hoje?
- Estava indo limpá-los... Você?
Questionou Max, mais para si do que esperando resposta do irmão, o conhecia bem o suficiente para saber que o mesmo mentia, olhou para o grande sofá branco, próximo a eles June, Kamille e o Coisa. Max apenas moveu seus frios olhos vermelhos ordenando:
- Kamille, June e Coisa venham conosco, agora.
Os três levantaram com muita velocidade seguindo junto com os irmãos para o segundo andar, enquanto subiam, Max advertiu o irmão baixo o suficiente apenas para que esse escutasse:
- Quem você quer enganar Ike? Você jamais viria no meu andar fazer nenhuma tarefa relacionada aos hóspedes.
- Você está enganado irmãozinho…
- Odeio quando você me chama dessa forma. Qual seu interesse nessas pessoas?
Ike sorriu ao ver a cara desconfortável do irmão, parecia uma criança contrariada, não pode deixar de lembrar de quando Max era a criança mais doce que já havia conhecido. Assim que pararam na porta do quarto Max ordenou:
- Coisa, pegue a garota de cabelo rosa, ela ficará no quarto de treino branco.
- Sim, Max.
- Kamille não demore, quero que faça algo para mim.
- Sim, Mestre.
Assim que deu suas ordens, Max deixou o grupo dirigindo-se para o quarto de treinamento para aguardar seu novo bichinho, para iniciar o treinamento imediatamente. Os quatro entraram na cela, estavam agora apenas observando, por um instinto de proteção todos se uniram uns atrás dos outros. Coisa era um homem de estranha aparência, falando com tom de voz sinistro que dava arrepios em todos os presentes, iniciou sua fala com calma:
- A partir de hoje ficaram hospedados nesse agradável quarto, por tempo indeterminado...
- Por favor, deixem minha família partir, eles não têm nada com essa situação.
Pediu Richard, sendo ignorado por Coisa, que imediatamente ordenou a Alexy:
- Você, garota, venha comigo.
Disse Coisa aproximando se do grupo, de Alexy, o sobrinho e o pai tentaram impedir que a garota fosse levada, mas Coisa, além de muito forte é extremamente ágil, com um jogo rápido de corpo afastou os dois, rapidamente segurando a jovem e colocando a sobre o ombro, retirando a rapidamente do local. A jovem gritava desesperada, Richard e Neto tentaram recuperá-la, mas foram detidos com violência por Kamille e June, armadas com bastões de choque, Ike disse tentando disfarçar sua preocupação com Alexy:
- Sinto muito Richard, nenhum de vocês poderá partir. Peço a gentileza de tirarem seus pertences, não serão mais necessários aqui.
Começaram a tirar suas joias, carteiras, documentos, tudo que possuíam consigo jogando dentro da caixa que estava entre Kamille e June, estavam todos novamente em silêncio no canto da sala. Nina apenas observava aquelas duas mulheres, não pareciam tão perigosas, talvez se todos tentassem se livrar daquele local conseguiriam, lembrou-se que foi conduzida por uma escada, só poderia estar no segundo andar, obviamente não estariam sozinhos, observou o sogro e o marido feridos, não poderiam lutar, Neto estava assustado tentando acalmar Aika. Não sabia lutar, como se odiava por não ter apreendido lutas com o marido, agora era inútil naquela situação, precisava pensar em como poderiam sair daquele local. O grupo foi tirado de seu torpor pela impaciência de Kamille:
- As roupas e os sapatos também, mexam-se.
Disse a ruiva se aproximando rapidamente de Aika, puxando e rasgando o restante da parte da frente de sua blusa e deixando seu sutiã à mostra, a garota abraçou o namorado como proteção, novamente voltando a chorar. A jovem muito tímida tentava se esconder daquela situação, isso irritou Kamille ainda mais, ninguém nunca a havia protegido ou consolado em sua vida, iria arrancar Aika dos braços de Neto, Suzzane e Nina tomaram a frente da mesma, o jovem disse para Kamille:
- Não há necessidade dessa violência, estamos cooperando com vocês.
Disse Nina retirando a camiseta e começando a abrir a calça jeans, sendo imitada pelos demais, Neto aproximou seus lábios um pouco mais do ouvido de sua namorada, sem jeito, disse lhe:
- Amor, por favor, colabore.
- S... Sim.
Respondeu a jovem entre lágrimas enquanto se despia de frente para a parede, tendo a visão de sua nudez sendo encoberta por Neto que permanecia junto dela. Kamille gritou:
- Tirem tudo, não devem ficar com nenhuma peça.
Nesse momento Nina olhou para o rosto de sua sogra, Suzanne estava visivelmente constrangida com a situação, mas permanecia séria olhando para os três à frente, a jovem não agiu diferente dos demais tirou todas as peças de roupa que vestia e seus sapatos e jogou dentro da caixa. Foi nesse momento que Suzanne e Miguel perceberam as pernas de Richard cobertas por sangue seco, ambos entenderam o que havia ocorrido com o chefe da família, as lágrimas começaram a brotar imediatamente dos olhos da loira que nada disse, apenas colocou todos seus pertences dentro da caixa quando terminou de se despir, logo após a caixa foi imediatamente retirada por Kamille e June enquanto Ike anunciava aproximando se do grupo, aproveitando que estavam a sós:
- Miguel, vocês estão bem? Fica tranquilo, eu vou descobrir o que fizeram com sua irmã.
Suzanne questionou:
- De onde conhece ele?
- Ike é policial, mãe. Se alguém pode nos ajudar, é ele.
- Fique tranquila senhora, vou conseguir libertá-los em breve.
Kamille retornou para a sala entregando uma mangueira nas mãos nas mãos de Ike, dizendo entre risos:
- É hora do banho!
Atingindo o grupo com o jato potente de água fria, fazendo os tentar se esconder daquele jato que em contato com seus corpos causava tanta dor e desconforto. Quanto mais tentavam se proteger, mais Kamille mirava o jato neles, Ike tentava não mirar diretamente nos corpos do grupo, aproveitando que a ruiva estava se divertindo com aquela situação, não demorou mais do que dez minutos, porém para eles durou quase uma vida toda. Assim que terminou de jogar água sobre seus hóspedes, Kamille saiu da sala junto com Ike, onde sem demora June voltou trazendo um saco em suas mãos, despejando seu conteúdo no local menos molhado da sala, eram algumas peças de roupas para que pudessem ao menos tentar se proteger de alguma forma.
A mulher m*l havia saído da sala e o grupo já estava procurando algo para vestir sobre o corpo molhado, não havia muita coisa, eram na maioria uma camiseta e uma calça, quase como um pijama, naquele momento, Richard olhou ao seu redor, a cela estava completamente úmida não teriam como deitar ou sentar, buscou os olhos de Suzanne que parecia já ter percebido o mesmo, estava desesperada, a abraçou para demonstrar algum apoio:
- Fique tranquila, tudo ficará bem.
Foi nesse momento que algo chamou a atenção de Miguel, dentro daquela cela havia uma jaula, apenas um quadrado de grades com uma porta, naquele momento ele não teve um bom pressentimento, o mesmo só piorou quando a porta se abriu com Chacal e Cássio entrando por essa, gritando:
- Todos para a gaiola, vamos!
No quarto branco quase em frente onde Richard e sua família estavam, Coisa chegou trazendo Alexy sobre o ombro, a garota gritava e esperneava com toda a sua força, sentado em uma cadeira, Max observou atentamente juntamente com Kamille parada à alguns passos atrás dele, Coisa aguardava pacientemente pelas ordens do jovem, as quais não demoraram a vir:
- Solte.
Coisa apenas soltou Alexy de junto de si, deixando a jovem de cabelo cor de rosa cair de pé próxima dele, assim que se viu livre, a garota o empurrou dando alguns passos para trás, ficando de costas para a parede, sua postura era combativa, a garota não conseguia entender o que estava ocorrendo, queria respostas:
- Quem são vocês? Sabem quem meu pai é? Por que estão fazendo isso?
Max a observava atentamente. Kamille impaciente gritou:
- Cale-se c****a.
Alexy observou a garota ruiva sem se mover de onde estava. Max ordenou à Coisa:
- Saia!
Coisa olhou pela última vez para Alexy, caso as feições de seu rosto lhe permitissem, teria sorrido pensando no destino daquela jovem altiva e arrogante com ar de dona da situação, assim que Coisa saiu da sala, assim que estavam sozinhos, Max informou tranquilamente:
- Quem somos? Não lhe interessa mais. O que precisa saber é, que você me pertence a partir de agora.
- Não seja ridículo. Isso é uma piada.
Kamille suspirou revirando os olhos, Max permaneceu imóvel com suas pernas cruzadas, continuou observando a, inexpressivo. Alexy vociferou:
- Assim que os homens de meu pai souberem o que estão fazendo… Vocês estarão muito fodidos. Quando os Miyamoto souberem que raptaram uma das mulheres da casa deles, nada vai conseguir salvar nenhum de vocês.
O nome Miyamoto chamou a atenção de Max, sua expressão continuou a mesma, mas decidiu que averiguaria aquela informação, não era inteligente iniciar uma guerra com Susumo Miyamoto, a fama daquela família era assustadora dentro do submundo, eram os principais rivais dos Fujiwara em muitos negócios. Max estava cansado da arrogância de Alexy, suspirou olhando por sobre o ombro para Kamille, fazendo com que a jovem ruiva viesse até seu lado, Max novamente olhou a jovem de cabelo rosa, ordenando:
- Kamille, coloque-a para dormir… Evite atingir o rosto dela, gosto dele.
Ao ouvir aquilo Kamille partiu na direção da garota, agora tinha o aval de seu mestre para poder espancar a garota mimada que estava em sua frente, mas Alexy não apanharia sem reação, assim que percebeu a ruiva próxima, a rosada moveu se rápido tentando atingir o rosto de Kamille, mas a garota era muito mais rápida e desviou movendo seu tronco em direção ao chão, envolvendo o pescoço de Alexy com as pernas, virando o corpo com força dando uma chave de coxas na jovem, fazendo a garota perder o equilíbrio e vir de encontro ao chão também. Enquanto tentava atingir a ruiva para soltar seu pescoço, quanto mais Alexy se debatia, mais Kamille apertava seu pescoço com as coxas. Max assistia a tudo, atento e e******o com a cena, não demorou até que a garota perdesse a consciência pela falta de ar.
Max se levantou da cadeira e estava degustando a cena com os olhos, Kamille observava atentamente qualquer movimento de seu mestre, ainda um pouco ofegante pela força de ter que usar um golpe como aquele em Alexy. Max se aproximou veloz levantando-a de sobre a desacordada Alexy, segurando-a por um dos braços e fazendo-a se chocar contra a parede. Enquanto prendia Kamille junto a parede com seu corpo, disse no seu ouvido, enquanto esfregava sua ereção contra seu traseiro:
- Eu disse para não tocar no rosto dela.
- Não toquei no rosto da sua cadelinha, mestre.
Max passou a mão sob a saia de Kamille deixando seu traseiro a mostra, deu uma palmada sonora fazendo-a soltar um gemido baixo, disse em seu ouvido, enquanto iniciava a massagem no c******s da moça:
- Boa garota.
Kamille afastou um pouco as pernas para facilitar o acesso dos habilidosos dedos de seu mestre, os olhos de Max observavam Alexy desacordada sobre o chão, m*l podia ver a hora que teria o corpo, a alma e a obediência daquela mulher, os gemidos de Kamille aumentavam ainda mais o t***o do jovem.
Max liberou rapidamente seu m****o de dentro das calças, segurou firmemente o quadril de Kamille e penetrou-a lentamente ouvindo-a gemer alto. Moveu-se rapidamente sentindo o sexo de Kamille contraindo e praticamente derretendo em seu m****o, não demorou até que sentisse a ruiva estremecendo, então Max aprofundou e apressou seus movimentos imaginando o som que Alexy faria quando ele a fizesse gozar várias vezes, não demorou para que ele mesmo atingisse o ápice de seu prazer dentro do corpo de Kamille, que ainda tentava se recompor. Max afundou o rosto nos fartos cabelos vermelhos, seus olhos ainda observavam Alexy, mas naquele momento tinha assuntos mais urgentes para tratar com Cipriano, enquanto se recompunha, Max orientou Kamille:
- Cuide dela, não seja muito violenta. E aja o que houver, não a deixe beber nem comer nada.
- Sim, mestre.
Passou as mãos por seus cabelos negros, lisos para alinhá-los, esboçou um sorriso, antes de deixar as duas sozinhas no quarto. Kamille observou Alexy por alguns segundos antes de segurar seus tornozelos e arrastá-la para o banheiro. No andar debaixo do esconderijo, Otto voltou para seu escritório e se deparou com Cipriano pensativo, questionou:
- O que houve?
- Víbora fez contato, ele quer que tiremos dele uma informação.
- O quê?
- Ele falou algo sobre um documento, perdoe, não perguntei.
- Tudo bem, eu ligo para ele depois. Qual o problema? O que está te incomodando?
Disse Otto aproximando-se de Cipriano e tocando seu rosto carinhoso, os dois mantinham um relacionamento há muitos anos, eram discretos o suficiente para que o velho não desconfiasse dos motivos que levou Otto a escolher Cipriano como o gerente da Casa de Carne, e por mais que ambos soubessem que o velho não via com bons olhos o relacionamento entre dois homens e não tolerava dentro de sua organização, decidiram por não abrirem mão um do outro, podendo ser quem desejavam ser longe do esconderijo. Cipriano baixou os olhos um instante, respirou fundo dividindo:
- O que está acontecendo com Richard... Me fez pensar...
- Está com medo de que?
- Otto o dia que seu pai descobrir...
- O velho jamais vai descobrir, e se descobrir, damos fim nele como fizemos com Fugaku. É bem simples.
Cipriano observava o rosto frio e belo de Otto, ele revirou os olhos dando um discreto sorriso, o que Otto dizia era a verdade, o herdeiro da Casa de Carne mataria a qualquer um para que pudessem ficar juntos, ambos estavam dispostos a tudo para ficar um com o outro. No quarto da frente, todos estavam assustados, Chacal gritava e os empurrava para dentro do cubículo que Nina havia notado, a mulher estava apavorada juntamente com os outros membros de sua família, foi quando percebeu que o sogro não estava com eles, haviam sido separados, Suzanne gritou:
- Richard!
- Cala sua boca, vagabunda!
- Por favor, não machuque meu marido.
Sem ao menos olhar na direção da loira que implorava por seu marido, Cássio começou a sessão de espancamento, analisou Richard por alguns instantes antes de socar seu rosto, Cássio batia forte, além de suas habilidades, era um homem grande, depois do terceiro soco em seu rosto, Richard desequilibrou se, ouviu:
- Você pode tentar revidar.
Disse Cássio chutando o rosto do homem que tentava levantar, Richard sabia que acaso revidasse, algo pior poderia acontecer a sua família, deixou-se ser espancado por quase meia hora, por fim Cássio cansou-se, Richard já estava perdendo os sentidos, Chacal o jogou para dentro da gaiola com sua família, Suzanne com muita dificuldade conseguiu aproximar-se do marido, implorou quando viu o estado desse:
- Por favor, ele precisa de cuidados médicos.
Chacal a observou sorrindo antes de baixar uma chave próxima a parede da gaiola que eletrocutou o grupo todo, o local onde estavam presos possuía uma trama de metal do chão ao teto permitindo que os seis permanecem naquele local de pé ou encolhidos, não tendo espaço para se moverem ou tentarem se proteger. Chacal ria divertindo-se vendo seus corpos sacudirem ao sentir a corrente elétrica, apenas parou os choques porque Cássio o advertiu:
- Se matar uma daquelas mulheres, teremos problemas. Já chega!
Os dois saíram da sala sem mais conversas deixando o grupo atordoado em sua gaiola, Suzanne chorava com Richard inconsciente em seus braços, Miguel analisava tudo tentando achar uma forma de se livrar daquele lugar. Do lado de fora da porta Chacal impaciente gritava:
- Zumbi maldito, bateu tanto no velho que nem pude me divertir.
- Existem outras pessoas lá dentro, escolha outra diversão.
Chacal parou um instante olhando para o nada, desceu animado para o primeiro andar, teve uma ideia que havia lhe deixado e******o, iria procurar Aath para ver se esse possuía o que necessitava.
Cipriano observava atentamente os novos hóspedes de sua tv, queria um pouco mais de diversão, estava saindo de seu escritório quando viu Max andando com um pouco mais depressa que o habitual, estava saindo da porta que levava ao segundo andar, ao ver o jovem Cipriano disse:
- Estava indo procurá-lo.
Max respondeu:
- Ótimo, temos um problema…
- Do que se trata?
- Susumo Miyamoto.
O rosto de Cipriano mudou rapidamente de expressão, tomando uma expressão séria, de repente respondeu:
- Vamos para meu escritório.