Passou seu m****o pela i********e dela.
Rowena estava nervosa mas igualmente curiosa.
Ele empurrou, ela sentiu arder e apertou as unhas em seu braço com força.
Ewan sentiu o exato momento em que seu m****o rompeu o hímen de Rowena e entregou nela, quente, tão apertado que quase lhe causava dor.
— Ah.— Rowena reclamou.
Ewan abriu os olhos que estavam escuros.
— Dói?
— Sim, arde.— ela respondeu ofegante tentando segurar a dor que sentia.
— Você é forte Rowena, sei que aguenta.
Ela levantou os olhos para ele.
— É claro que aguento, eu não disse o contrário Ewan.
Ele sorriu surpreso e se abaixou para beija-la, o beijo foi intenso, profundo, Ewan a beijava como se quisesse provar a si mesmo a posse sobre ela. Rowena o beijava como se quisesse provar a ele e a si mesma que nenhuma dor a faria para. Enquanto o beijo se aprofundava, Ewan começou a se mexer dentro dela, devagar respeitando sua mulher, a dor vinha ardida, aguada, Rowena só apertava mais as unhas, e aprofundava o beijo, mas não reclamava, não o pedia para parar. Após alguns minutos a dor melhorou deixando só a ardência fazer parte do momento intimo.
— Ainda dói?
— Dói... mas eu gosto de sentir dor, meu rei.
Ewan fechou os olhos com força, ela estava o provocando e ele sabia, sua vontade era estocar tão forte em Rowena a ponto de machuca-la, mas ele não seria capaz de fazer isso propositalmente.
Ewan levou a mão até o pescoço dela e apertou levemente, não para machucar, só para mantê-la no lugar e dar a ele sensação de domínio, mas ela não abaixava os olhos, ao sentir a mão dele apertar seu pescoço ela sorriu para ele e Ewan rosnou. Aumentou as estocadas nela, firme, sem muita força, ainda não.
Rowena arfava, levantava seu corpo para ir de encontro com o dele com mais facilidade. Ela percebeu o momento em que ele fechou os olhos, e sua mão fez mais pressão em seu pescoço, ela levou a mão sobre a dela e apertou mais, incentivando ele.
Ewan abriu os olhos, estava ofegante, mas não diminuiu o ritmo dentro dela, uma gota de suor da testa de Ewan caiu no lábio inferior dela, Rowena lambeu e mordeu o lábio, Ewan não se segurou, apertou mais a mão no pescoço dela quase a axficiando de verdade, ela abriu a boca procurando mais ar... Mas não reclamou, apertou mais a mão sobre a dele.
Ewan não resistiu e intensificou as estocadas nela, mais fortes, mais fundas, sem hesitação, sem lembrar que sua mulher era virgem.
— Ewan.— ela gemeu o nome dele involuntariamente e jogou o quadril contra ele.
Ele soltou a mão de seu pescoço e movido por desejo cru sem o mínimo de pensamento lógico desferiu um tapa no rosto de Rowena. O rosto dela virou com a força, mas ela não recuou, voltou os olhos para ele e sorriu alto dessa vez. Ele levou as mãos até a cama se apoiando mais, abaixou o rosto até ela, olhos nos olhos dela, nariz escostando um no outro. Eles mantiveram contato visual enquanto seus corpos se chocavam com força.
— És minha não é?
— Sou sua, meu rei.
Ele apertou os dedos ao redor da cama.
Mordeu o lábio dela com força o suficiente para arrancar um pouco de sangue, Rowena gemeu alto e ele sentiu a v****a dela apertar seu m****o, estocou mais uma única vez nela e gozou dentro de Rowena. Satisfeito, mas ainda dentro dela, permaneceu encarando Rowena nos olhos.
— Minha rainha— murmurou baixo contra sua boca.