A luz pálida da manhã escorria pelas frestas da janela quando Rowena despertou. Por um instante, não compreendeu. O calor não vinha das cobertas. O silêncio não era solitário. Ela respirou fundo e sentiu. Ewan. Muito próximo. O braço dele estava ao lado do dela, o calor firme, real. O peito subia e descia num ritmo lento, controlado. Rowena congelou. O coração acelerou de leve, não por medo, mas pela súbita consciência da i********e que não fora planejada. Com cuidado extremo, ergueu o olhar para o rosto dele. Ewan dormia. Ou assim parecia. Os traços estavam relaxados, a expressão neutra, quase serena. Cabelos claros longos espalhados pelo travesseiro, a respiração constante demais para alguém que realmente dormia… mas ela não sabia disso. Rowena observou-o por alguns segundo

