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A Escolhida do Mafioso

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intro-logo
Blurb

Sou Carina, filha de uma poderosa família da máfia russa, e tento manter um equilíbrio entre a minha vida universitária e as exigências do mundo sombrio ao qual a minha família pertence. Numa festa de família, conheci o enigmático Sr. Lombardi, um italiano com um olhar tão intenso quanto perigoso. Apesar de ter um namorado, Lenin, que não tem consciência da magnitude do perigo que me rodeia, encontro-me presa nas complexidades do meu mundo.

Tentando manter uma vida normal e atender às expectativas da minha família, descubro que nem tudo é o que parece. Minha irmã Mariella parece estar mais envolvida nos negócios da família do que eu imaginava, e a sombra de um futuro casamento arranjado paira sobre mim.

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Prólogo
A festa está realmente linda, olho tudo com admiração e atenção, junto as mãos e sorrio satisfeito, meu pai não podia negar que não sou bom em organizar festas porque ficou ótimo, com a ajuda da minha mãe , claro. – Senhorita, senhorita – , exclama uma das atendentes, avançando em minha direção. Eu me viro completamente para encará – la. – O que está acontecendo? – Pergunto, olhando para ela confuso. – O Sr. Lombardi está aqui – , ela me diz nervosamente. Meu peito se abre de emoção, nosso convidado especial, Sr. Lombardi, havia chegado, ah não quero imaginar minha irmã quando eu o ver, será que ele vai mesmo pedir a mão da minha irmã? Por mais que eu tentasse convencê – la de que ela não poderia passar a vida se casando assim, embora a maioria dos casamentos fossem assim, eu esperava que ela quisesse algo diferente, mas de jeito nenhum, ela vive uma vida normal. – Já vou, diga ao meu pai – , ordeno, e corro em direção à porta. Paro bem em frente à porta, prendo o cabelo e deixo – o por cima do ombro. Tomo coragem e abro a porta, minha mãe diz que eu deveria ser mais delicado, tenho tendência a ser muito desajeitado, não me importo como os outros me veem mas olha, sou de uma família grande, tenho que me comportar de acordo. O loiro alto de olhos cinzentos espera pacientemente relaxado na porta, nos dedos tem um rosário que acaricia com a ponta dos dedos repetidas vezes. – Boa noite, sejam bem – vindos – , saúdo, baixando a cabeça e me afastando da porta para eles passarem, já que há dois caras atrás deles. – Boa noite – , ele responde, com a voz grossa e autoritária. E tem uma certa segurança. Ele dá um passo e os dois homens atrás dele fazem o mesmo. Quando ele entra, seus olhos não desviam os meus, estranhamente não desvio o olhar, sei que deveria fazer isso por educação mas não gosto de me sentir intimidada. – Obrigado – , ele murmura e eu aceno. – Você quer ver meu pai ou quer ir ao jardim? – te pergunto. – Muito gentil, quero ver seu pai – , diz ele sério. Dou – lhe um pequeno sorriso, muito falso, na verdade. – Siga – me – , eu ordeno. Avanço em direção à sala, meus calcanhares estalando a cada degrau, subo as escadas para chegar ao escritório de meu pai, no caminho não me atrevo a olhar se ele ainda está atrás de mim, seus passos me confirmam. Se bem me lembro, conheço ele de uma festa que fomos com meu pai, ele sempre sai com a gente, sem medo, porque é respeitado por todos e tem muitos relacionamentos. – Está aqui – , eu digo, abrindo a porta do escritório. – . – Com licença, pai, – eu digo quando entro. – . O senhor Lombardi já está aqui – , aviso, avançando em sua direção. – Oh, obrigado, querido – , ele exclama, levantando – se da cadeira. – . Como vai tudo? – me pergunta. – Você deveria me dar dez – , eu pisco para ele, divertida. – Não me diga – , ele parece consternado. – . – Você vai para a universidade para aprender a preparar festas? – , ele me censura. – Pai – , eu rosno, fingindo estar triste. Ele inclina o braço e eu o deixo envolver meus ombros. – E aí, eu só estava brincando, princesa – , ele beija minha cabeça. – Bem, vou deixar você, tenho uma festa para organizar. – Sorrio para ele, divertida, enquanto me afasto. – Claro. Balanço a cabeça em despedida do Sr. Lombardi, que me olha de forma estranha, mas eu o ignoro. Desço as escadas correndo e vou em direção à cozinha, grande e espaçosa. – Chegou a bebida especial da Itália? – Pergunto, batendo as palmas das mãos no balcão. – Sim senhorita. – Perfeito – , exclamo, virando – me. – . – Preciso que alguém esteja na porta em quinze minutos, os convidados continuarão chegando – , exclamo antes de subir para o meu quarto. Minha mãe está se arrumando junto com minha irmã, já que sou a última já que sou a organizadora da festa, a ideia foi minha, bom, eu queria saber como era fazer isso, mamãe reclamava. Entro no meu quarto e caminho em direção à minha cama, mas de repente sinto mãos na minha cintura me fazendo soltar um grito curto enquanto ele cobre minha boca com a mão. – Sou eu, shh – , diz ele, me liberando lentamente. Viro – me para ver quem é e abro os olhos em estado de choque. – Lênin? Pelo amor de Deus, o que diabos você está fazendo aqui? – Pergunto sussurrando. – Isso não importa – , ele me puxa pela cintura. – . – Eu vim para ficar com você – , ele me beija. Eu cortei o beijo. – Deus, não, Lenin – , murmuro. – . Eles poderiam te matar, entendeu? – Entre como de plantão – , ele segura meu rosto com as duas mãos. – . – Estarei na festa como um deles – , ele me beija novamente, mas dessa vez com mais intensidade, suas mãos descem até minha cintura e descem até tocar minha b***a. – Ei – , eu digo, afastando – o. – . Desça, quero você vivo – beijo seus lábios brevemente e o pego pelos braços, guiando – o até a porta. – . Com cuidado. Fecho a porta e suspiro, ele é louco, mas eu o amo, não temos tanto tempo para dizer que o amo, ele é um ótimo menino, só espero que quando chegar a hora meus pais o aceitem. Entro no banheiro e tomo banho novamente, já que já tinha feito isso antes, depois saio e me visto para a festa. Meu vestido é branco, chega acima dos joelhos, não revela nada além dos meus ombros nus, não é tão justo para não ter dificuldade em andar rápido, meus saltos são médios e da mesma cor, como eu tenho a pele levemente escura. Que meu pai gosta de usar cores que contrastem com a minha pele mulata. Desço e me certifico de que está tudo bem antes de sair para o jardim, no caminho encontro Lenin carregando algumas bebidas, muito esperto. – Filha – , ouço a voz da minha mãe e procuro – a com os olhos. Avanço em direção a ela e faço um gesto de menininha balançando meu corpo com entusiasmo. – Você gosta? – Amei, você só precisava ser mais sexy – nós dois rimos do comentário. – Eu já volto – , digo a ele. Eu me afasto dela para ir até a cozinha e fingir que monitoro as coisas, quando na verdade queria ter certeza de que meu namorado não estava se metendo em problemas. Volto para o jardim, mas encontro o Sr. Lombardi, sorrio para ele continuar, ele sorri de volta para mim, mas de grande satisfação. Passo e começo a procurar minha família, vejo eles ao longe discutindo secretamente, não entendo nada então corro para me aproximar mas vejo minha irmã correndo em direção a casa, olho para meus pais e depois para ela , Faço a mesma coisa várias vezes até decidir ir atrás dela. Eu corro atrás dela. – Mariella! – Grito para ela parar, mas ela sobe as escadas correndo, ainda de salto alto. – O que está acontecendo? – Pergunto, pisando em seus calcanhares. – Deixe – me Carina – , ela ordena irritada. – Fale comigo – , insisto. De repente ele se vira para me ver. – Ele te ama! – ele grita, e entra em seu quarto, batendo a porta. Ele me ama? Olho para a porta com a testa franzida, ainda sem conseguir assimilar nada. ELE ME AMA!?

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