Capítulo 11

1981 Words
Senti minhas pernas fraquejarem com a confiança carregada na voz dele. Engoli em seco, sentindo o arrepio que percorreu meu corpo. Ele sorriu de canto, satisfeito com a minha reação, e voltou sua atenção ao maître que, sem levantar os olhos, finalmente anunciou: — Mesa para dois, senhor Moretti. Sejam bem-vindos. Com a mão ainda na minha lombar, Noah me guiou para dentro do restaurante, como se não tivesse acabado de fazer uma promessa. O ambiente era elegante, iluminado por uma luz suave que refletia nos detalhes dourados das mesas. As conversas ao redor eram discretas, abafadas pelo som baixo do piano ao fundo. Noah puxou a cadeira para que eu me sentasse e, em seguida, ocupou o lugar à minha frente. Assim que nos acomodamos, o garçom apareceu com os cardápios, entregando um a cada um de nós. — Já decidiu o que vai querer? — perguntou fechando o cardápio. — Decidi — lambi os lábios secos. Noah levantou o braço chamando o garçom. — Vou querer um prato de Ravioli de Lagosta, por favor. — pedi quando fechei o cardápio e o entreguei sorrindo e agradecendo em seguida. — Obrigada. — Eu vou querer o mesmo, obrigado. — Ele entregou o cardápio sem desviar os olhos de mim. — Antes, traga um copo de água para a senhorita, por favor. O garçom fez um aceno discreto e se afastou. Sorri em agradecimento ao Noah. — Como está indo na faculdade? — perguntou. — Cansativo — sorri. — Mas eu gosto. — Eu não gostava. — Deu de ombros, levando a taça de vinho aos lábios. Abaixei o olhar para o meu copo de água. Eu ainda era menor de 21 anos, não podia consumir bebida, então só ficava na água ou suco. — Então por que fez? — perguntei curiosa, erguendo os olhos para ele. — Porque às vezes a gente faz o que esperam da gente — Apoiou a taça na mesa. — Não necessariamente o que gosta. A resposta me pegou de surpresa. — Seu pai? — perguntei. — Não, meu irmão mais velho — a voz dele tem um tom de carinho e seriedade. — Antes de morrer, ele me pediu para eu tomar conta dos negócios. — Soltou uma risada amarga. — Sinto muito… — minha voz saiu baixa. — Não sinta, eu estou bem — bebeu mais um gole do vinho — Ele me disse que era até ele se recuperar, sair do hospital. — O que você quis estudar? — perguntei. — Eu ia comandar uma empresa mesmo, só teria sido de outro ramo. A sorte que o seu pai estava sempre por perto, eu não sabia nada sobre aérea. — segurou a minha mão. — Chega de assunto melancólico. No mesmo momento o garçom chega com as nossas comidas. ……. — Continua tendo pesadelo? — perguntou segurando a minha mão, enquanto caminhamos pelo jardim. — Sim, menos que antes — continuei olhando para frente. Não é mentira, eu fiquei tão envolvida com o Noah e Storm, que nem me lembrava da existência do meu pesadelo. — Vai me contar o ocorrido? — perguntou acariciando a minha mão com o dedo polegar. — Não combinamos não falar sobre assunto melancólico? — perguntei desviando do assunto. — Está certa, mas uma hora, você vai precisar falar com alguém. — parou me puxando para si. Meu corpo colidiu contra o dele, seus olhos estavam fixos nos meus, intensos, e a mão quente acariciava a minha bochecha antes de deslizar para o meu cabelo, puxando-o para trás. Um pequeno gemido escapou da minha garganta, involuntário. Ele soltou uma leve risada, baixa, rouca, como se gostasse do efeito que havia causado. Tentei falar alguma coisa, mas as palavras simplesmente não saíram, estava hipnotizada. Seus dedos se enroscaram mais firmes nos meus fios, mantendo meu rosto inclinado para cima, antes que eu soltasse algumas piadinhas, a boca dele colidiu com a minha, fazendo eu soltar um gemido abafado. Ele me beijava com firmeza, como se não tivesse dúvidas do que queria, enquanto eu me agarrava ao tecido da sua camisa, tentando me equilibrar. O beijo não era suave, era intenso, exigente, mas ao mesmo tempo era carinhoso. Chegamos no nosso bairro, assim que saímos do carro, entramos correndo e rindo baixo, não queremos acordar a vizinhança, sendo que umas das vizinhanças e os meus pais. Assim que Noah fechou a porta atrás de nós, meu riso se perdeu num suspiro surpreso. Ele me empurrou delicadamente, me prensando contra a madeira fria. Seu corpo quente colado ao meu, seu olhar fixo, faiscando em meio à respiração ofegante. — Você tem certeza de que quer isso mesmo? — perguntou, a voz grave, carregada de desejo. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Eu não conseguia olhar para nenhum outro lugar além dos olhos dele, antes castanhos, estão escuros, intensos. Engoli em seco, sentindo as mãos dele firmes na minha cintura, e deixei escapar um gemido trêmulo. — Absoluta — respondi, colidindo minha boca na dele, não dando espaço para mais perguntas ou dúvidas. Ele tirou o meu casaco dos meus braços sem tirar os lábios do meu. Assim que o casaco caiu no chão, suas mãos deslizaram suavemente pelas minhas curvas, parando na minha cintura, enquanto os lábios dele desciam pelo meu pescoço, provocando arrepios que subiam pelo meu corpo inteiro. Ele grudou a sua pelve na minha, consigo sentir a rigidez na minha barriga, um suspiro escapou de mim, involuntário, e ele sorriu contra a minha pele, como se estivesse se deliciando com cada reação minha. Seus lábios continuaram descendo lentamente pelo meu pescoço, enquanto uma de suas mãos deslizou da minha cintura até minhas costas, mantendo-me presa contra ele. A sensação de calor e proximidade era quase insuportável, e cada toque dele parecia me deixar mais vulnerável, mas ao mesmo tempo completamente entregue. — Ayla — A voz rouca e baixa, quase sufocante de desejo — Você não faz ideia do efeito que causa em mim. — Se é o mesmo efeito que você faz a mim, eu sei sim. — murmurei entre gemidos, minhas mãos buscam instintivamente o tecido da camisa dele, puxando-o para mais perto, incapaz de resistir. Ele desceu os lábios pela minha clavícula, deixando um rastro de beijos quentes, até parar sobre o alto do meu seio. Seus dedos ágeis deslizaram pelo tecido do meu vestido, abaixando a alça com firmeza até revelar o meu seio intumescido. O ar me faltou quando sua mão envolveu meu seio. — Bellissimo! Eles foram feitos para ser meus Cuore. — murmurou com um meio sorriso, antes de envolver o bico sensível com a boca. Um gemido escapou de mim, intenso, quando senti a sucção dele, ao mesmo tempo em que a outra mão apertava e massageava o outro lado, me fazendo perder qualquer controle sobre minha respiração. Meus dedos se enroscaram em seus cabelos, puxando-o instintivamente, implorando silenciosamente por mais daquele toque. Ele soltou o meu seio com um estalo úmido, os olhos escuros fixos nos meus, e então puxou meu cabelo para trás, firme, expondo meu pescoço. — Ajoelhe. — ordenou, a voz baixa e carregada de autoridade. Arqueei uma sobrancelha, o peito subindo e descendo, ofegante. — Se qualquer outra pessoa falasse comigo desse jeito, como se eu fosse uma cachorra para ser adestrada, eu mandava tomar no **. — retruquei, firme, sem desviar o olhar. O sorriso torto dele apareceu, perigoso e satisfeito. E, mesmo assim, sem esperar que repetisse, me ajoelhei diante dele… como a boa garota que eu só conseguia ser para ele. — Me despida — mandou com a voz rouca. Sem hesitar, levei as mãos à braguilha da calça, desfazendo-a com calma calculada, quase desafiadora. Desci o tecido em um movimento seguro. A fina peça branca era a última barreira com uma mancha transparente, com o pré g**o. Em vez de recuar, ergui os olhos para encontrar os dele, e um sorriso provocador surgiu nos meus lábios. Inclinei-me para frente e, sem aviso, deslizei a língua no p*u dele sobre o tecido, arrancando dele um gemido grave, involuntário. Os dedos dele se fecharam no meu cabelo, firmes, mas eu continuei, destemida, no controle da provocação. Eu sabia exatamente o efeito que estava causando. Com um movimento lento, puxei a última barreira entre nós, expondo-o por completo o p*u dele, que saltou para cima, com algumas veias, na ponta está vazando o pré g**o. O olhar dele escureceu ainda mais, e o jeito como prendeu meu cabelo entre os dedos denunciava o quanto estava à beira de perder o controle. Ele inclinou a cabeça para baixo, a respiração quente e entrecortada. — Brava ragazza… — murmurou, como se fosse um aviso, mas soou mais como rendição. Com a ponta da língua, deslizei lenta e provocadoramente na f***a do p*u, arrancando dele um gemido grave que ecoou no ambiente. — Cazzo! — praguejou, jogando a cabeça para trás, a respiração falhando. — Desse jeito você vai me destruir, cuore. Sorri olhando sob os cílios, saboreando cada reação. — Essa é a minha intenção, querido. — murmurei, antes de me entregar por completo ao momento, usando meus lábios e minhas mãos, decidida a levá-lo à beira da loucura. O corpo dele reagia sem reservas, cada músculo tenso, cada som escapando como se ele não conseguisse mais controlar nada diante de mim. Ele segurou o meu cabelo e r**o de cavalo, empurrando o quadril para frente freneticamente, fodendo a minha garganta com o p*u, a intensidade dele era quase selvagem. — Dio mio, cuore… — a voz dele soou rasgada, carregada de prazer e tormento ao mesmo tempo. Meus olhos se ergueram para ele, úmidos, e a visão pareceu incendiá-lo ainda mais. — Chega! — a voz dele soou áspera, carregada de desejo. Com um puxão brusco no meu cabelo para trás, me fazendo levantar. Antes que eu pudesse reagir, ele me levantou com facilidade, e minhas pernas se enroscaram em volta de sua cintura por instinto e caminhou comigo colada ao seu corpo, subindo a escada para o seu quarto. Ele me jogou na cama sem delicadeza, o colchão afundando sob o impacto do meu corpo. Antes que eu pudesse me mover, suas mãos firmes me viraram de barriga para baixo. Ele agarrou meu quadril e o puxou para cima, me deixando de quatro, e exposta, enquanto meu rosto permanecia colado ao lençol, arfando. Ele acariciou a lateral da minha pele exposta com o vestido embolado na minha cintura, até que sua palma desceu em um estalo forte. O calor da ardência espalhou-se imediatamente, fazendo um gemido escapar da minha garganta, abafado contra o lençol. Sentir uma ardência quando ele deu um puxão, rasgando a minha calcinha, dei um grito de surpresa. — Alguém já te tocou aqui, Ayla? — A voz dele ecoou grave atrás de mim, acariciando a parte intocada de trás, e fiquei tensa. — Não se preocupe, não vou comer o seu ** hoje. — Ele segurou as bandas da minha b***a, e deslizou o p*u entre os lábios, acariciando meu c******s e parou na entrada, não deslizando para dentro. — Tem algum método contraceptivo? — perguntou com a voz grave. — Estou limpo. — Tenho DIU — levantei a cabeça o encarando sob o meu ombro empinando mais a b***a, fazendo vai e vem com o p*u dele, deslizando entre os lábios molhados da minha excitação. — Me fode, Noah, por favor! O pedido saiu quase como um gemido, carregado de urgência e desejo. Foi tudo o que ele precisou ouvir, ele entrou numa estocada só. Gemi alto. Sua mão agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça para trás, forçando minha coluna a se arquear ainda mais, deixando a minha b***a mais inclinada, a perna mais aberta. Ele estoca com força, frenético. A cada investida firme, o ar parecia me faltar, e ainda assim eu pedia por mais.
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