Capítulo 4 – “O Escritório do Dragão”

1378 Words
A noite caiu pesada sobre a mansão, como se o próprio céu soubesse que algo perigoso estava prestes a acontecer. Valentina esperou até meia-noite passar. Não porque tivesse medo — medo não era algo que existia no vocabulário dela —, mas porque queria que ele esperasse. Queria que o coreano sentisse o gosto da impaciência. Vestiu algo simples, mas calculado: um short de cetim preto curtíssimo que m*l cobria o bumbum, uma regata branca fina sem sutiã — os m*****s marcados contra o tecido —, e um robe de seda vermelho curto por cima, que deixava as pernas bronzeadas à mostra. Sem maquiagem pesada, só batom vermelho escuro. O cabelo solto, bagunçado de propósito. Nos pés, descalça. Queria sentir o chão frio sob os pés enquanto caminhava até o covil dele. O escritório de Woo-Jin ficava no andar superior, no fim de um corredor escuro iluminado só por arandelas fracas. A porta estava entreaberta, luz amarelada vazando pela fresta. Ela empurrou devagar, sem bater. Ele estava lá, sentado na cadeira de couro preto atrás da mesa enorme de mogno. Camisa social preta desabotoada até o meio do peito, revelando as tatuagens que pareciam vivas sob a luz baixa. Um copo de uísque na mão direita, a esquerda apoiada no braço da cadeira. Os olhos dele a encontraram imediatamente — penetrantes, magnéticos, famintos. — Você demorou — disse ele, voz rouca, sem levantar da cadeira. Valentina fechou a porta atrás de si com o calcanhar. O clique ecoou como um tiro. — Eu não corro atrás de homem nenhum, coreano. — Ela caminhou devagar até a mesa, balançando os quadris de propósito. Parou bem na frente dele, do outro lado da madeira. — Você que me chamou. Então fala logo o que quer. Woo-Jin deu um gole lento no uísque, sem desviar o olhar. Desceu os olhos pelo corpo dela: os s***s livres sob a regata fina, a barriga exposta, o short que m*l cobria nada, as coxas grossas e bronzeadas. — Quero ver se você aguenta o que prometeu na cozinha hoje de manhã. — Ele colocou o copo na mesa com um som seco. — Ou se foi só papo furado de mexicana brava. Ela riu baixo, inclinou-se sobre a mesa, apoiando as mãos na madeira. Os s***s se inclinaram para frente, o decote da regata deixando pouco para a imaginação. — Papo furado? — repetiu ela, voz baixa e provocante. — Eu não falo o que não pretendo cumprir. Mas e você? Tá aí sentado como um rei no trono… será que tem coragem de levantar e vir pegar o que acha que é seu? Ele se levantou devagar. 1,95m de músculos e tatuagens se erguendo como uma sombra viva. Contornou a mesa sem pressa, parando a centímetros dela. O calor do corpo dele a envolveu. Valentina teve que erguer o rosto para encará-lo — a diferença de altura era absurda, mas ela não recuou nem um milímetro. — Você veio aqui descalça, vestida como se quisesse ser comida — murmurou ele, voz grave, quase um rosnado. — E ainda pergunta se eu tenho coragem? Ela estendeu a mão e traçou com a ponta da unha o contorno do dragão tatuado no peito dele, descendo devagar até a linha do abdômen definido. — Eu vim aqui porque você prometeu ação. — Os olhos castanhos dela brilharam com desafio. — Então me mostra, Dragão. Me mostra o que acontece quando uma mulher te provoca de verdade. Woo-Jin segurou o pulso dela com força — não para machucar, mas para controlar. Puxou-a contra si, colando os corpos. O p*u dele já estava duro, pressionando contra a barriga dela através da calça social. — Cuidado com o que pede, Valentina. — Ele inclinou o rosto, roçando os lábios na orelha dela. — Porque uma vez que eu começar… não paro até você implorar. Ela sentiu o arrepio descer pela espinha, mas manteve o tom provocante. — Implorar? — sussurrou de volta, mordendo de leve o lóbulo da orelha dele. — Eu não imploro, cariño. Eu exijo. Agora me beija de uma vez ou admite que só sabe falar. Foi o estopim. Woo-Jin segurou a nuca dela com uma mão, os dedos se enfiando nos cabelos escuros, e a beijou com violência controlada. Não foi gentil. Foi possessivo, faminto. A língua invadiu a boca dela sem pedir permissão, explorando, dominando. Valentina gemeu contra os lábios dele — um som baixo, rouco, que fez o p*u dele pulsar com mais força. Ela retribuiu na mesma intensidade, mordendo o lábio inferior dele com força suficiente para tirar sangue. O gosto metálico se misturou ao uísque na língua dos dois. Woo-Jin grunhiu, apertou a b***a dela com a outra mão, apertando a carne firme através do cetim fino. — c*****o… você é uma v********a brava mesmo — murmurou ele contra a boca dela, entre beijos. — E você é um filho da p**a arrogante — rebateu ela, empurrando-o de volta até ele bater na mesa. — Mas eu gosto disso. Valentina subiu na mesa com um pulo ágil, sentando na borda, pernas abertas ao redor dos quadris dele. Puxou-o pela camisa aberta, arranhando o peito tatuado com as unhas. — Tira essa camisa. Quero ver tudo. Ele obedeceu — rápido, sem cerimônia. A camisa caiu no chão. O torso dele era uma obra de arte sombria: músculos definidos, tatuagens pretas cobrindo ombros, peito, braços, descendo até o V que sumia na calça. Cicatrizes antigas misturadas às linhas tribais. Valentina lambeu os lábios. — Gostoso pra c*****o… — murmurou ela, passando as mãos pelo peito dele, sentindo os músculos contraírem sob os dedos. Woo-Jin segurou os pulsos dela de novo, prendendo-os atrás das costas dela com uma mão só. Com a outra, puxou a regata para cima, expondo os s***s fartos. Os m*****s estavam duros, escuros, implorando. — Você veio preparada — disse ele, voz rouca, antes de baixar a boca e capturar um mamilo. Chupou com força, mordendo de leve. Valentina arqueou as costas, gemendo alto. — p***a… isso… — Ela enfiou os dedos nos cabelos dele, puxando. — Mais forte. Ele obedeceu. Mordeu, chupou, lambeu, alternando entre os dois s***s enquanto a mão livre descia pelo short, enfiando por baixo do cetim. Os dedos encontraram a b****a dela já molhada, inchada, quente. — Molhada pra c*****o… — grunhiu ele contra a pele dela. — Pensou em mim o dia todo, não foi? Valentina riu entre gemidos. — Talvez… talvez eu tenha gozado duas vezes ontem pensando na sua cara de safado… imaginando esse p*u grosso me abrindo… Ele enfiou dois dedos de uma vez, sem aviso. Ela gritou baixo, quadris subindo contra a mão dele. — Filho da p**a… — gemeu ela, apertando os olhos. — Isso mesmo. — Ele bombava os dedos devagar, curvando para acertar o ponto certo. — Me chama de filho da p**a enquanto goza na minha mão, princesa. Ela apertou as coxas ao redor da cintura dele, rebolando contra os dedos. O polegar dele encontrou o c******s, circulando com pressão exata. — Woo-Jin… p***a… mais rápido… Ele acelerou, mordendo o pescoço dela, marcando com os dentes. Valentina gozou forte, tremendo inteira, unhas cravadas nos ombros dele, gemendo o nome dele como uma maldição. Quando o orgasmo passou, ela abriu os olhos, ainda ofegante. — Agora… sua vez. Ela desceu da mesa, ajoelhou-se na frente dele. Abriu o zíper da calça devagar, olhando para cima com olhos demoníacos. — Vamos ver se esse dragão aguenta uma mexicana de joelhos. Woo-Jin segurou o queixo dela com força. — Abre a boca, Valentina. E não para até eu mandar. Ela sorriu, maliciosa. — Ordens? — Lambeu os lábios. — Só se for pra te fazer perder o controle. E então ela o tomou na boca — devagar no começo, depois fundo, sem engasgar. Woo-Jin grunhiu alto, cabeça caindo para trás, mão enfiada nos cabelos dela. A noite estava só começando. E nenhum dos dois pretendia parar. 😈😈😈 “Gente… eu mesma tô surtando aqui escrevendo. Esse ciúme tá me consumindo! Se você sentiu a mesma coisa, deixa seu like, vota e compartilha o link pros grupos. Quanto mais a gente espalhar, mais rápido eu libero os capítulos quentes que vêm por aí. Combinado? 😘 Próximo já já!”
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