-Vamos! _Lucas falou levantando Cayle pelos ombros.
-Vamos aonde? _perguntou ainda atordoado.
-Para minha casa, para aonde mais seria? _disse com um sorriso provocativo.
-Sua casa?! _Cayle tentou se soltar para sair correndo, mas teve seus braços erguidos e só conseguiu reagir ao ouvir um click.
-Você é minha propriedade, como pois eu deixaria você ficar vagando sozinho pelas ruas e ficar longe de seu dono? _falou balançando a corrente reajustável que acabara de colocar no pulso do garoto.
-Você... está me tratando como um animal de estimação? _perguntou incrédulo.
-E como mais eu te trataria? _Lucas perguntou enquanto ajustava a corrente e puxava Cayle para sua casa.
...
Ao chegarem na enorme mansão de Lucas, o pequeno foi levado para o quarto dele, pois o maior não queria perdê-lo de vista.
Cayle sentou na enorme cama e encarou-o secamente.
-Você já viu o que eu sou e o que posso fazer antes, então não tem porque fingir que eu não sou capaz de quebrar essas correntes. _falou olhando com olhos fumegantes para Lucas.
-Sim, eu vi. _o maior falou se aproximando.
Cayle novamente foi pego de surpresa ao ver a mão do maior ser levada ao seu pescoço e uma coleira de metal ser presa nele.
-Por isso eu já tinha planejado colocar essa coleira em você. Ela tem gps e por isso sempre saberei onde lhe encontrar, fora que essa pulseira eletrônica no meu braço me permite acessar muitas funções dessa belezinha. _falou acariciando a coleira. _Eu posso te dar choque se você for desobediente e também posso extinguir seus movimentos com apenas um click. _falou todo cheio de sorrisos, enquanto o rosto de Cayle ficava cada vez mais escuro.
-Você realmente acha que eu vou deixar você me usar como bichinho de estimação? _falou se levantando, mas para sua surpresa, ele não conseguia dar mais nenhum passo.
-Sim. Você vai ter que aguentar minhas carícias e meus beijos. _falou estendendo a mão e acariciando o tapa-olho de Cayle.
-Eu... eu. não. sou. gay. _falou com um pouco de dificuldade pois a coleira apertava seu pescoço.
-Own... que fofinho. Não é gay, então porque suspirou com meu beijo? Não precisa inventar nenhuma mentira, seu corpo reflete o oposto do que sai de seus deliciosos lábios. _falou estendendo a língua e lambendo os lábios de Cayle, dando-lhe um tremor.
Lucas olhou para ele de forma provocativa e saiu do quarto deixando-lhe só.
Ao recuperar seus movimentos, a primeira coisa que Cayle fez foi limpar a boca incontáveis vezes com as costas da mão.
-Maldito seja! Como ousa me beijar e ainda me chamar de gay? Quem suspirou com o quê?! Eu apenas fui forçado! _o menor reclamou procurando por um pano para continuar limpando os lábios lambidos.
-Tão fofo! _Lucas sussurrou para si, enquanto observava o menor pela tela do computador de seu escritório.
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