Estefano atravessou os corredores da mansão com Amélie nos braços, o coração batendo forte de preocupação e raiva.O corpo dela era leve demais tão leve que parecia quebrar a cada movimento. O rosto pálido e a respiração fraca faziam o desespero crescer em seu peito. Empurrou a porta de seu próprio quarto e a colocou sobre a cama, cuidadosamente.O contraste era c***l: os lençóis de linho branco, perfumados, e ela frágil, com o uniforme simples sujo de ** e o cabelo desgrenhado. — Amélie… — murmurou, tocando o rosto dela com delicadeza. — Fale comigo, por favor… Nada.Ela apenas respirava com dificuldade. Ele correu até o armário, pegou uma jarra de água e molhou um lenço, passando suavemente pela testa dela.Depois chamou por uma criada de confiança Lucía, a única que ele sabia que não ti

