CAPÍTULO 104 SOMBRA NARRANDO Mano… Quando eu vi ela ali, montada em mim, peito nu, cabelo bagunçado e aquele olhar de quem tava dividida entre o certo e o que o corpo dela pedia… Fudeu. A mina tava uma visão. E era só minha. Passei a mão devagar na cintura dela, sentindo a pele arrepiar de leve. Beijei o canto da boca, depois desci pro pescoço, e ela já soltou aquele suspiro que me deixa doido. Era o corpo dela me chamando sem precisar dizer nada. — Fica mais um tempo aqui, Duda… só mais um pouquinho — murmurei no ouvido dela, com a voz arrastada. Ela só balançou a cabeça, meio que dizendo sim, meio que tentando resistir, mas eu já sabia que ela tava entregue. Minha mão desceu de novo. A ponta dos dedos roçando a calcinha dela por baixo, sentindo aquele mel todo que ela já tava de

