CAPÍTULO 129 EDUARDA NARRANDO O toque da boca dele nos meus s***s era uma perdição. Quente, molhado, cheio de vontade. Cada chupada dele arrancava um gemido da minha garganta, cada lambida me fazia arrepiar até a alma. As mãos dele segurando firme minha cintura, os dedos passeando pela minha pele como se soubessem exatamente onde me deixar louca. — Porrä, amor… tu tá pingando — ele murmurou, com aquele sorriso safado que só ele sabia dar. E tava mesmo. Meu corpo implorava por ele. Cada músculo, cada batida do meu coração, cada parte de mim gritava pelo toque dele, pela posse dele. Era mais que t***o… era necessidade. Rebolei mais forte no colo dele, sentindo o volume do paü duro por baixo da bermuda pressionar minha i********e molhada. Ele gemeu baixo, mordendo o canto do meu seio, e

