Capítulo 6

1041 Words
Gabriela Braga Depois de tanta tristeza com aquela mulher preconceituosa as coisas começaram a dar certo para mim, Dona Sandra conseguiu uma bolsa integral em uma das melhores faculdades de São Paulo para mim, e hoje eu começo minhas aulas, Dona Sandra autorizou o João me levar e me trazer todos os dias depois do trabalho, sou muito grata a ela por está me dando essa oportunidade de ser alguém na vida. — Gabi, bom dia — Lia me cumprimenta aí me ver no corredor. — Bom dia Lia. — Já está sabendo que o Saimon chega hoje? — Não, ninguém me falou nada. — Dona Sandra manou fazer o prato que ele gosta e daqui a pouco ele deve tá por aí, mais ele é um bom menino não se preocupe. — Gabi vamos começar nosso dia.— Flora chega toda animada. — Vamos sim — Então pegamos as coisas e começamos o trabalho, eu fico com a parte de cima e ela com a de baixo, limpo o quarto dos patrões e recolho a roupa suja, troco toda a roupa de cama e lavo o banheiro, em seguida vou para os hóspedes trocando toda a roupa de cama , ao acabar vou para o quarto do Saimon já que ele volta hoje Dona Sandra pediu pra caprichar no quarto dele, começo pelo banheiro lavando todo ele, depois vou li par as prateleiras, estou distraída com meus afazeres e com fone de ouvidos em um forró arretado, pego o porta retrato com a foto do Saimon e fico olhando o beleza que é esse homem, volto dança aperto o porta retrato em meu peito com se estivesse dançando com o Saimon, então dou uma virada e ele está lá na porta parado. — Aí meu Deus que susto — Deixo o porta retrato dele cair e o vidro espalhar por todo quarto, um pedaço do vidro entra na minha perna fazendo um corte profundo, quando eu olho em direção a minha perna e vejo o sangue descer eu desmaio. [....] Saimon Chego dia viagem e vou direto para o meu quarto tomar um banho e descer pra almoçar, quando chego na porta do meu quarto vejo a visão mais linda que poderia ver, uma mulher de pele negrä, cintura fina e b***a redonda de tirar qualquer um do sério, ela dançava rebolando de um lado para o outro no ritmo da música, aquela cena deixou meu amigão aqui embaixo já animado, ela faz um giro e me ver, nesse momento ela se assusta e deixa o porta retrato de vidro cair, ao perceber que está sangrando ela desmaia, eu corro e seguro ela evitando a queda e uma possível batida na cabeça, coloco ela na cama e vou até o banheiro e pego uma toalha limpa para estancar o sangramento, envolvo a toalha em sua perna e pego ela no colo descendo as escadas rapidamente. — Saimon o que aconteceu, ela tá sangrando — Pergunta Flora assustada. — Ela deixou o porta retrato cair e um pedaço de vidro cortou a perna dela, ela deve está em choque por causa do sangue, vou levar ela para o hospital, pode chamar o João por favor — Ela corre pra chamar o motorista e eu vou levando a menina para o carro, não demora muito João chegar e entra no lado do motorista e em pouco tempo ele coloca o carro em movimento, em alguns minutos chegamos ao hospital, um enfermeiro trás uma maca e leva a garota para dentro. — Sr pode ir até recepção para fazer a fixa dela que assim que for concluído o atendimento o médico vem falar com o Sr. — E agora eu nem sei o no e dela, olho para o João e ele toca em meu ombro me acalmando, então ele vai até a recepção e faz a fixa da menina e depois retorna para sala de espera perto de mim. — Qual o nome dela João? — Gabriela, começou lá na casa tem pouco tempo, fique longe dela Saimon ou vai se ver comigo, ela não é igual as meninas que você conhece. — Que isso João, eu so perguntei o nome dela e nada mais, você que tem a mente poluída de mais. — Se eu não te conhecesse talvez acreditaria nessa sua história. — Logo o médico vem falar com a gente. — Então Dr o que ela teve? — Ela falou que sempre que ver sangue desmaia então foi um choque, e a perna o vidro cortou alguma vasos que foram devidamente suturados e ela já pode ir para casa. — Quando o Dr termina de falar um enfermeiro trás a menina que agora sei que se chama Gabriela em uma cadeira de rodas, então ele leva ela até o estacionamento e eu ajudo a se acomodar no banco do carro, e sento do outro lado, o João coloca o carro em movimento a caminho de casa . — Está tudo bem com você, sente alguma dor. — Eu pergunto olhando em seus olhos. — Não estou sentindo nada, ainda está anestesiado, Sr João precisamos passar na farmácia pra comprar curativo e um antibiótico — Ela fala toda decidida. — Gabriela eu sou Saimon, você me assustou, fico feliz por você está bem, pode me dar a receita que eu compro tudo que precisar. — pego a receita e logo o João para na farmácia, eu saiu e compro tudo que está prescrito, volto para o carro e seguimos para casa. — Quer ajuda Gabriela, eu te levo no colo até seu quarto. — Obrigada Sr Saimon eu consigo ir sozin.. aí , aí, a. — Deixa de ser teimosa menina, eu te levo — Pego ela no colo e levo até o quarto, coloco ela com cuidado na cama. — Pronto nem arranquei pedaço nenhum de você. — Obrigada, e desculpe por quebrar o porta retrato com sua foto, pode descontar do meu salário. — Pode ficar tranquila, depois peço pra alguém comprar outro, agora o importante é você ficar bem. — Levanto deixo um beijo no canto da boca dela e saiu, tenho certeza que ela se interessou por mim, do jeito que ela olhava para minha foto.
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