Vítor Goulart
— Cara conseguimos a vaga, agora precisamos comemorar — Falo para Lucas assim que saímos da Garcia .
— Vamos no barzinho, bebemos alguma coisa e depois eu vou para casa quero comemorar com minha vó também. — Então saímos em direção ao bar, chegamos e ocupamos uma mesa ao ar livre, eu e Lucas pedimos um chopp, em meio a conversa duas garotas se aproximam de nós.
— Lucas vejo que está deixando de ser tão certinho , no barzinho e aínda faltou trabalho hoje. — Ela fala em um tom de deboche olhando para o Lucas.
—Oi Charlote , sente - se, vamos comemorar meu novo emprego na Construtora Garcia - Lucas fala todo feliz — Amanhã vou pedir demissão do restaurante ,deixa te apresentar meu amigo, Vitor essa é uma colega lá do restaurante a Charlote.
—Oi Vitor — Charlote fala não muito animada — vira pra o Lucas e fala alguma besteira no ouvido dele, logo se aproxima outra menina, uma gata, branquinha dos cabelos lisos e um corpo escultural , eu fico logo doido pra beijar as seus lábios carnudos, o Lucas nos apresenta e vejo que ela também gostou de mim , esquento Lucas conversar com a Charlote eu fico conversando com a outra amiga.
— Val você é solteira? — Ela me olha e da um sorriso de canto.
— Eu sou sim, e você ?
— Também, nunca namorei ninguém, gosto de liberdade.
— Eu fui noiva por três anos, então ele foi estudar medicina fora do Brasil e decidiu terminar comigo, sofri bastante e decidi vir para São Paulo, moro com a minha tia e primas e trabalho de garçonete no Terra Nostra. — Depois de muita conversa resolvemos ir para o apartamento da Charlotte.
— Podem ficar no quarto de hóspedes, que eu e Lucas vamos ficar no meu quarto — Charlote fala e entra no quarto com o Lucas, a Val segura na minha mão e me puxa para dentro do quarto também.
— Você é muito gostoso Vitor, esses músculos, essa barriga trincada. — Eu puxo ela para um beijo forte, enquanto nos beijamos Val tira minha blusa, e solta meu cinto descendo minha calça junto com a cueca — Nossa que p*u enorme.
— Ele é todo seu querida, pode ficar a vontade — Val segura em minha base e passa a língua na minha cabeça melada, me fazendo soltar um gemido, ela engole todo meu cumprimento me chupando com maestria, seguro em seu cabelos e vou intensificando os movimentos, fodö sua boca com precisão, ao perceber que vou gozar eu levanto ela pelos cabelos e tomo sua boca em um beijo, tiro o vestido que ela está usando e a jogo na cama, r***o a sua calcinha pois ela estava sem sutiã, beijo sua boca, e logo desço para os seus s***s, chupo um a aperto outro com a ponta dos dedos, vou descendo pela barriga até chegar em sua bocetä, dou uma mordidinha de leve em seu c******s e ela grita, coloco dois dedos dentro dela e começo um movimento de vai e vem, Val geme meu nome e logo sinto seu primeiro orgasmo, abro bem suas pernas e chupo sua bocetä sem pudor, fico fazendo isso por algum tempo e ela goza novamente em minha boca — gostosa pra c*****o.
— Por favor Vitor, me come, me fode com forca, eu quero sentir seu paü na minha bocetä.
— Vou fazer como você quer gostosa — Pego um preservativo e coloco, olho para Val que está com a boca entre aberta, meto de uma vez e ela grita .
— Ahhhh , p***a, que delícia — Ela fala enquanto eu estoco forte dentro dela — Eu vou gozar, aiiii eu vou gozar — E percebo que ela se derrama mais uma vez, eu estoco um pouco mais e chego também ao meu limite — Isso foi ...
— Incrível — Eu completo, realmente foi incrível nossa conexão. — você é maravilhosa, posso facilmente ficar viciado nessa sua bocetä, nessa sua boca com o meu p*u dentro.
— Eu também posso facilmente me viciar em você, gostei de estar com você. — Volto a beijar ela e transamos novamente, horas depois eu começo a colocar minha roupa e a Val está dormindo, decido não acorda – lá e saiu devagar, como não sei se Lucas está aí da aqui eu vou chamar um uber, não demora muito para chegar a casa do meu tio, desço do carro e agradeço ao motorista, passo na recepção cumprimentando o porteiro e logo entrando no elevador, seleciono o andar do apartamento do meu tio e não demora muito para o elevador chegar, eu abro a porta e me deparo com a minha mãe sentada na sala do meu tio.
— Meu filho — Ela vem e me abraça, segura meu rosto entre duas mãos e beija todo meu rosto.
— Mamãe, o que a senhora faz aqui?
— Eu vim conversar com você Vitor, meu filho você precisa voltar pra casa, não tem cabimento a coisa dessas.
— Mamãe eu estou bem aqui, consegui uma vaga na Garcia como eu sempre quis, estou feliz , meu tio não me critica, ele me apoia e você não torce por mim, vive jogando água fria nos meu sonhos.
— Eu prometo que não vou implicar com suas escolhas, volta pra casa por favor meu filho, eu te amo, mesmo que não seja o que eu queria que você seguisse eu vou deixar você em paz .
— Tudo bem mãe eu vou voltar, mais não vou aceitar você querer me atrapalhar, se meter em minha vida, eu já sou um homem e posso escolher meu futuro. — Ela concorda e eu vou pegar algumas coisas, mando uma mensagem para meu tio avisa do que vou voltar para casa com a minha mãe, ele me deseja boa sorte, com as coisas já arrumadas eu volto para sala e desço com a minha mãe para o carro dela , coloco minhas coisas na mala e os livros no banco de trás e entro do lado do passageiro, seguimos em silêncio, meu pensamento está na transa com a Val, ela parece ser delicada e eu vou querer com certeza encontrar ela novamente, não demora muito minha avisa que chegamos, saiu e pego minhas coisas e entro.
— Menino que saudade, você não pode fazer isso comigo — fala Joana a governanta da minha mãe.
— Desculpa Jô, mais agora estou de volta e se a Dona Daniela cumprir o que prometer eu vou ficar aqui para sempre. — Ela gargalha e sai indo para cozinha, eu subo para meu quarto, tomo um banho e depois que secar e colocar uma roupa confortável eu deito e adormeço.