Noah
Resolvi pegar a rodovia com destino a Alegre, pois aproveitaria o dia de hoje para fazer a visita aos meus pais, já que ontem não deu. Durante o caminho, comecei a pensar em tudo que tinha acontecido ontem, e principalmente hoje. Quando a Lindsay pensou que eu ainda fosse casado com a Verônica. Na hora como estávamos em um lugar movimentando, eu decidi não contar nada, por isso a chamei para o carro na intenção de falar toda a verdade a ela, e também deixar claro o meu interesse, só que infelizmente ainda tinha um porém: Ela tinha um namorado, que mesmo a deixando plantada no serviço, a própria ainda estava dando ideia, pois na hora em que estávamos na padaria tomando café, eu a vi mexer no celular, do qual eu acabei vendo a própria visualizar algumas mensagens que ele mandou em seu w******p. No momento eu acabei pensando em tudo o que o Christóvão me falou, e também pensei se valeria a pena continuar com as minhas investidas ou dar uma recuada de leve, fazendo ela enxergar a realidade bem diante do seu nariz. No entanto, eu acabei ficando com as duas opções que era fazê-la enxergar o óbvio e também ir conquistando a gata aos poucos.
Um pouco antes de chegar a Jerônimo Monteiro, outra mensagem do mesmo número desconhecido surgiu na tela do meu celular. Então eu acabei parando o carro no acostamento, e resolvi abri-la só para saber quem era o engraçadinho que estava me enviando àquelas mensagens.
''Foi muito s*******m da sua parte ter me bloqueado, sabia Noah?''
Respirei fundo e apertei o volante do carro ao sacar rapidamente que era a Verônica. Quando que ela vai entender de uma vez por todas que acabou e que nunca mais irá ter volta? De fato essa mulher estava totalmente perturbada, ou só estava fazendo isso tudo para me irritar.
''Verônica, eu sei que esse número é seu. Então pare de fazer gracinhas enchendo o meu w******p de mensagens.''
Enviei a ela que logo respondeu:
''Então você sabia que era eu o tempo todo, né, seu cretino? Olha só Noah, eu quero saber onde foi que você se meteu? Porque eu estou querendo ir ao apartamento pegar o restante das minhas coisas.
Que coisas! De fato essa mulher não estava em seu perfeito juízo.
Verônica lembre-se de que não tem mais nada seu no apartamento, você pegou tudo.
Enviei rapidamente a ela que respondeu:
''Não tô lembrada, esqueci.
''Afs''
Enviei a mensagem da qual seria a última, pois logo em seguida, fiz questão de bloquear aquele número, e também faria o mesmo, com qualquer outro número desconhecido que fosse o mínimo suspeito.
(...)
Quando cheguei à Guaçui, vi que a cidade estava um pouco diferente da última vez que eu tinha vindo, pois ela passou por algumas pequenas reformas: Como o estádio de futebol que ficava logo na entrada da cidade que acabou virando uma escola, e as estradas que estavam menos esburacadas, pelo menos isso.
Ao chegar no bairro Vale do Sol, onde ficava o sítio dos meus pais, eu vi que infelizmente a estrada que dava acesso ao local, estava da mesma forma. Então eu tive que passar com cuidado para que o carro não ficasse preso, ou enguiçasse durante o caminho devido às ruas lamaçentas por qual eu ia passando.
E logo após passar pela porteira que dava acesso ao sítio, vi o carro do meu irmão estacionado ali, e já imaginei que o pai e a mãe estivessem na loja, e a Bel, Ana e a Gabi no trabalho.
- Fala ai maninho, quanto tempo. - Luan veio me cumprimentar com um abraço logo após eu ter saído do carro.
- E aí rapaz, como estão as coisas por aqui? E o pessoal? - Também retribui o seu abraço.
- A mãe e o pai estão na loja, e as meninas trabalhando.
- Ah sim, já imaginei... E você porque não está na oficina?
- Me dei folga hoje. - Ele riu.
- Isso é o bom de nós sermos o nosso próprio patrão. - Ri.
- É verdade maninho, não fala não. - Ele bateu no meu ombro e em seguida me encarou.
- Tá diferente irmão. Realmente a separação te fez muito bem. Parece mais feliz, mais leve...
- Nem me fale cara, se eu soubesse que isso iria me fazer tão bem, teria feito antes, inclusive ter ido nas lanchonetes de Cachoeiro assim que me separei dela.
- Por quê? O que foi que você viu lá que te deixou assim com essa cara de bobo? - Ele me encarou desconfiado, e em seguida disse: - Eu aposto que essa sua felicidade toda tem a ver com alguma mulher, acertei?
- Sim maninho, conheci uma garota muito linda lá na lanchonete do centro. - Sorri ao me lembrar dela.
- Ih, eu aposto que foi uma cliente toda gostosona que apareceu por lá, e você ficou aí todo embasbacado pela moça.
- Negativo. Foi uma funcionária.
- Funcionária? Opa! Então quer dizer que o Jaime contratou funcionárias gatas para trabalhar lá?
Ele disse com a sua típica cara de s****o, pois ele era o tipo de cara que não perdia tempo quando o assunto era mulheres, das quais o próprio tinha uma diferente a cada dia.
- Sim e irei investir pesado nela, pois a Lindy é uma moça encantadora. - Não consegui evitar de sorrir feito um bobo.
- Ih, já estou até vendo que não vai demorar muito para você se apaixonar por ela, mas e aí tem alguma foto da moça para me mostrar? - Ri.
- Sabia que você ia perguntar isso.
Tirei o celular do bolso e destravei abrindo a galeria, e mostrei a foto da qual eu tinha tirado do seu i********:.
- c*****o! Maninho com todo respeito, que gata! Parece uma modelo, ainda por cima tem uma carinha de novinha... - Fez cara de s****o, e confesso que aquilo me deixou um pouco enciumado.
- Mas ela é novinha, tem só dezoito anos.
- Uhh! Agora eu entendo o motivo por você estar assim todo babão, a mina é uma gracinha.
- Mas tem um porém. - Eu disse.
- Qual? - Perguntou curioso.
- Infelizmente ela tem um namorado.
- Putz, ih irmãozinho que falta de sorte. - Ele bateu novamente no meu ombro.
- É, infelizmente as coisas não são como nós queremos, mas mesmo com esse pequeno obstáculo, eu não desistirei assim tão fácil, ainda mais depois do que vi ontem.
- E o que você viu ontem? - Ergueu as sobrancelhas de modo sugestivo.
Contei tudo a ele sobre o namorado dela que a deixou plantada na lanchonete, inclusive falei sobre tudo que ocorreu hoje pela manhã.
- Oh cara, quer a minha opinião? Eu acho que esse namoro dela não vai durar por muito tempo, ainda mais que a mina deve estar carente de atenção, aí vê um cara todo bonitão e rico igual a você que a cerca de mimos e gentilezas, rapidinho vai entrar na sua.
- Você não está falando isso só para me animar, não é?
- Claro que não rapaz! Eu estou sendo bem sincero. Depois você me diz.
- Tomara viu... Porque depois do que eu vi hoje quando estávamos na padaria, me deixou menos esperançoso.
- Mas não fica assim irmão, vai dar tudo certo. - Me abraçou de lado. - E outra, cadê aquele cara todo confiante que eu conheço, ele ainda mora aí dentro? - Apenas assenti rindo.
- Só vou te pedir uma coisa, não conte nada aos nossos pais ainda.
- Que isso, aqui é fechamento. - Fizemos o nosso toque de acordo e depois eu disse:
- Vamos lá na loja para eu ver o pai e a mãe, pois eu estou morrendo de saudades deles, e também das meninas, é claro.
- Ok! As pirralhas também estão morrendo de saudades de você, principalmente a Gabi.
- Aquela ali é interesseira que só. - Ele riu.
- Não é nada, maninho, ela gosta muito de você, e vive falando que você é o irmão preferido dela, fico até com ciúmes disso. - Ri. - E aí, vamos em seu carro ou no meu? - Ele perguntou tirando as chaves do bolso.
- Na sua picape, pois eu estou com receio do meu enguiçar no meio do caminho, já que a estrada aqui é uma porcaria.
- Então vamos nessa.
Nós caminhamos até a sua picape, e em seguida ele disparou o alarme, destravando todas as portas do veículo, para logo após entrarmos.
Durante o caminho, até a loja de materiais de construção dos nossos pais que ficava localizado no centro de Guaçui, começamos a conversar sobre algumas amenidades, inclusive a formatura da Bela que estava se aproximando, já que a própria iria se formar em arquitetura.
- Depois que a Bela se formar, bem que nós poderíamos fazer aquela viagem que combinamos para Floripa, já que agora você está solteiro. - Sorriu malicioso.
- Por enquanto, porque em breve eu estarei comprometido novamente. - Também sorri.
- A autoconfiança do cara é f**a. - Falou após ter desviado o carro de um cavalo que estava quase no meio da estrada.
- Eu não sei porque esses fazendeiros deixam seus animais soltos por aí, depois querem reclamar. - Falei enquanto olhava pelo retrovisor outro cavalo romper da cerca que estava sem o arame farpado.
- Mas eles prendem. - Ele riu. - Só que os bichos são meio ariscos, e acabam fugindo.
Após ele estacionar o carro em frente a loja de materiais de construção dos nossos pais, eu desci do carro vendo que a mãe, estava conversando com uma moça que provavelmente deveria ser alguma cliente.
- Olá, boa tarde coroa! - Luan disse logo após termos entrado na loja enquanto eu observei a mãe se afastar da moça que acabou saindo pelo outro lado da loja.
- Oi meninos! - Mamãe sorriu amplamente assim que me olhou. - Noah! Que saudades! Até que fim você resolveu aparecer por aqui para nos fazer uma visita. - Ela me abraçou forte, e depois beijou o meu rosto. - Meu menino! E aí, como você está?
- Estou ótimo, e a senhora?
- Também estou muito bem, e melhor agora com o meu primogênito aqui. - Me abraçou novamente, só que de lado.
- E o pai? Cadê ele?
- Foi resolver algumas coisas na rua, mas daqui a pouco está aqui.
- Ah sim, estou morrendo de saudades do meu coroa. - Lhe dei um beijo na cabeça, e em seguida me afastei.
- Vai almoçar com a gente?
- Claro, com certeza. E tem mais, vamos todo mundo almoçar no restaurante e tudo por minha conta.
- Agora sim. - Luan comemorou batendo palmas.
- Filho, não precisa fazer isso, eu posso muito bem cozinhar pra vocês.
- Nem pensar! Colocar a senhora na cozinha após um dia cansativo de trabalho é muita s*******m.
- Ah, meu filho! - Ela me abraçou de lado novamente, seguido de um beijo. - Estou tão orgulhosa do homem que se tornou. Confesso que fiquei com muito receio na época em que você fugiu de casa, de vê-lo enveredar pelo caminho errado, mas graças a Deus isso não aconteceu.
- E ao seu Antônio. - Não pude deixar de mencioná-lo já que parte do que eu me tornei hoje tinha sido graças à sua generosidade.
- É verdade, ele foi um anjo em nossas vidas. Tenho muita gratidão a esse homem por ter cuidado tão bem do meu menino. - Apertou a minha bochecha, e em seguida olhei para rua, vendo o pai entrar junto com as meninas que também fizeram a mesma cara de surpresa que a mãe fez.
- Noah! - Gabi veio correndo igual a um furacão, e pulou em meu pescoço. - Que saudades! - Até que fim você veio nos visitar. - Beijou o meu rosto.
- Fala aí interesseira. - Foi só eu falar para a própria ficar bicuda. - Brincadeira maninha. - Apertei a pontinha do seu nariz. - E aí como você está?
- Estou ótima! Melhor agora que o meu irmão preferido está aqui.
- Puxa saca! - Luan a provocou logo após ter se aproximado de nós.
- Tá se roendo porque eu sempre me dei melhor com o Noah do que com você.
- Nem um pouco. - Deu de ombros. - Ainda mais de uma pirralha chata igual a você.
Comecei a dar risada com esses dois que só tinham tamanho e idade, pois ambos pareciam duas crianças.
- Chispa Gabi que eu quero falar com o Noah. - Ana disse com sua típica voz de brava lhe dando um t**a no braço.
- Ai! - Gabi murmurou passando a mão sobre o local do qual Ana tinha dado um t**a.
- E aí irmão, como você está? - Saudades! Vê se aparece mais vezes. - Falou enquanto me abraçava.
- Estou bem graças a Deus, e você?
- Estou ótima, e trabalhando muito lá na loja.
- Tá lucrando bastante? - Perguntei com uma certa curiosidade.
- Óh as vendas estão uma maravilha, as clientes amam a minha marca.
Ana tinha feito faculdade de moda, e abriu o seu próprio atelier aqui mesmo na cidade.
- Excelente! Estou muito feliz por você. - Ri.
- E essa sua carinha aí de felicidade, hei? Tá diferente, parece até mais feliz sorridente, separar daquela lá te fez muito bem.
- Ôh se fez, se eu soubesse disso teria feito antes, e nem me casaria com ela pra início de conversa.
- Hum como estamos mudados. - Me cutucou com o cotovelo. - Algum motivo especial, ou alguém especial? - Sorriu com uma certa malícia.
- Bom, tem alguém aí em vista.
- Aí a Gabi! - Ana chamou ela que logo virou o rosto e nos encarou.
- O quê? Qual é a novidade da vez?
- Parece que o nosso maninho está com alguém em vista.
Ela repetiu para Gabi a mesma coisa que eu disse, e isso foi o motivo para deixá-la ainda mais curiosa.
- Quem é? - Arregalou os olhos enquanto apertava o meu braço.
- Larguem de ser curiosas, que em breve vocês saberão, é só questão de tempo.
- Ah não irmão, não acredito que você vai fazer isso com a gente. - Ana deu um t**a em meu braço, e logo em seguida o pai se aproximou.
- Será que agora as duas poderiam largar um pouco o irmão de vocês, para que eu possa falar com ele? - Pronunciou o pai logo após ter me abraçado.
- E aí pai, como o senhor está? - Retribui o abraço dando uma leve batida em suas costas.
- Estou ótimo filho, e você?
- Também estou ótimo pai, e feliz em estar aqui com vocês.
- Que bom, fico feliz por isso.
O pai me analisou por alguns segundos, e eu não consegui esconder a minha cara de felicidade, pois de fato eu estava nas nuvens. - E essa cara aí de felicidade? Tá diferente, parece mais leve, menos tenso. Algum motivo especial ou conheceu alguém?
- Não, é a liberdade que me deixou assim, me separar da Verônica foi a melhor coisa que eu fiz. - Dei uma batida leve em seu ombro.
- Foi sim filhão, não deveria nem ter se casado com essa mulher.
- É verdade, eu estava falando isso com a Ana. - Olhei para ela que apenas assentiu, e depois desviei o olhar vendo que a mãe estava atendendo uma cliente, e Bela que tinha acabado de falar no celular se aproximar de nós.
- Minha caçulinha. - Abracei ela seguido de um beijo. - E aí, como você está?
- Bem, e melhor agora por ter você aqui com a gente. - Ela também retribuiu o meu abraço.
- Ah que bom, eu também estou muito feliz por estar aqui com vocês. - Ela se afastou e foi abraçar o pai que lhe deu um beijo no topo da cabeça. - E aí animada para a formatura?
- Com o coração a mil, e muito ansiosa para me formar.
- É isso aí tem que estar mesmo, nossa futura arquiteta. - Sorri.
Ela também fez o mesmo, enquanto continuava abraçada com o pai.
(...)
- Boa noite, gatinha!
Parei o carro exatamente as dez em ponto em frente a lanchonete, e fiquei louco assim que a vi com uma sainha rodada azul que estava sendo balançada pelo vento. Involuntariamente desci o meu olhar reparando as suas coxas que eram completamente grossas, e depois em seu bumbum que ficou ainda mais volumoso naquela roupa. c*****o! Não consegui me segurar, pois comecei a sentir um t***o da p***a, o que acabou me deixando de p*u duro. Meu Deus! Essa menina era uma verdadeira tentação, da qual eu não sei se conseguiria resistir por muito tempo, pois a vontade que eu tinha de levá-la até o meu apê e f********r com ela a noite toda era inevitável.
- Boa noite! - Ela sorriu timidamente logo após ter virado de frente para mim, e a carinha de inocente que ela fez, não estava ajudando em nada, pois eu fiquei ainda mais tentado em levá-la para o meu apartamento.
- E aí como foi o seu dia? - Perguntei logo após vê-la se aproximar ainda mais do carro.
- Foi comum igual aos outros e o seu?
Mordeu o canto do seu lábio inferior. Delícia! Discretamente coloquei a mão sobre o volume da minha calça, tentando empurrá-lo para baixo, pois eu não queria que ela me visse nesse estado e me achasse um p********o, já que em hipótese alguma eu queria afastá-la.
- Fui em Guaçui visitar a minha família. Conhece?
- Não, mas o meu pai sim, pois ele trabalha como representante de vendas, e nos disse uma vez que foi fazer um cliente lá.
- Ah sim... - Sorri. - Entra aí, para eu te levar em casa.
- Então Noah, eu agradeço, mas eu vou de ônibus. - Ela foi bem categórica.
- Nem pensar, eu faço questão de te levar em casa, e outra, eu não posso deixar uma garota linda andar sozinha na calada da noite vestindo apenas uma sainha.
Novamente o meu olhar desceu e parou em suas pernas torneadas, com isso eu mordi os lábios e novamente tentei empurrar o meu p*u para baixo, já que eu não estava conseguindo me controlar.
- Então. - Ixi! Eu acho que ela acabou percebendo os meus olhares descarados sobre o seu corpo, pois a própria sorriu e em seguida disse: - Eu só troquei de roupa, porque aconteceu um pequeno acidente. - E novamente estava ela mordendo o canto do seu lábio inferior. - É que eu acabei entornando Milk shake na calça, por isso eu tive que trocar. - Riu.
- Entendi. - Sorri. - Você ficou ainda mais linda com essa roupa. - Elogiei vendo ela encostar na janela do carro, logo após ter olhado rapidamente para trás.
- Obrigada pelo elogio! Bom, eu acho que vou aceitar a sua carona, mas tem um porém: Não quero que as meninas e nem o Jaime me vejam saindo com você, pois eles podem acabar especulando algo depois, entende?
- Claro, sem problemas.
Era loucura minha ou eu tinha acabado de ver um sorriso malicioso surgir em seus lábios juntamente com um olhar s****o?
- Ok! Então vou te esperar em frente aquela padaria que nós tomamos café hoje de manhã, fechado?
- Fechado! - Ela disse por fim, e logo após virou as costas para mim, e antes de ligar o carro eu fiquei a observá-la segurar a saia que era balançada pelo vento.
Após ligar o veículo, eu resolvi sair dali, antes que alguém me visse, pois eu não queria deixar a gatinha ainda mais constrangida, já que ela não queria que ninguém visse nós dois juntos, por isso eu parei o carro em frente a padaria do qual tínhamos combinado, e alguns minutos depois a vi se aproximar pelo retrovisor.
- Aí! Tive que vir a mil, já que a Bianca estava com um jeito meio suspeito de que queria me seguir. - Ela disse logo após ter aberto a porta e se acomodado no banco do carona.
- Sério?
Não consegui evitar de olhar para as suas pernas que agora estavam um pouco mais a mostra devido a saia ter subido um pouco. Delícia! Estava doido para ver a sua lingerie e não só isso, como também f********r gostoso com ela a noite toda.
- Para de olhar pra minhas pernas. - Levei um pequeno susto, ao escutar sua linda e suave voz me advertir.
- Mas eu não consigo, porque você é muito linda.
Mordi o lábio inferior com uma certa força, tentando controlar a vontade que eu tive de beijar a sua boca.
- Consegue, e tem mais, eu sei perfeitamente bem o que você quer de mim, portanto eu não sou boba. - Proferiu com uma certa segurança, e inevitávelmente aquilo acabou aumentando ainda mais a minha admiração por ela.
- Sim, não vou negar, que eu quero muito f********o com você, mas não só isso, te quero também como minha companheira de vida. Gostei muito de você, Lindy, desse seu jeitinho meigo, doce e simples, me encantei total.
- Será? Vamos ver com o tempo, ele vai dizer... - Sorriu de um jeito bem atrevido, eu diria, e eu acabei gostando daquilo.
- Vai sim, e você vai se surpreender muito.
Dessa vez não consegui evitar de colocar a mão em seu joelho e também continuar olhando, já que aquela sainha estava subindo à medida que ela se mexia no banco.
- E para de ficar olhando pra minha calcinha, pois só o meu namorado pode fazer isso.
- Ah, então abaixa a saia para que eu não veja, pois senão eu vou te levar para o meu apartamento ao invés de te deixar em casa. - Ela riu.
- Você não perde uma hein, sempre tão direto.
- Isso eu serei sempre, meu bem. - Dessa vez eu acabei dando um leve apertada no seu joelho. - Agora abaixa a saia, gatinha.
- Ok!
Sorriu com uma certa malícia, enquanto acariciou a sua v***a por cima da calcinha, passou a língua entre os lábios, e continuou acariciando a sua v***a, e logo em seguida abaixou a calcinha.
- Fiquei pasmo com você agora, jamais eu esperaria isso de você.
- Cuidado que você pode se surpreender comigo. - Continuou sorrindo com uma certa malícia.
- Eu achei que você fosse tímida.
- E sou às vezes, mas na maioria eu sou bem ousada.
- Gostei muito em saber disso. Nas outras vezes, eu quero que você seja assim igual hoje, bem ousadinha. - Ela riu.
- Então Noah, eu acho melhor nós pararmos por aqui, ok? Isso está ficando muito perigoso.
Porra! Porque ela tinha que dizer isso dando aquela encarada para o volume da minha calça que estava bem evidente? Ainda mais fazendo uma cara de s****a, e passando lentamente a sua língua entre os lábios. Que morena é essa, meu pai?
- Eu também acho.
Fui obrigado a concordar, já que infelizmente eu ainda não podia meter os pés pelas mãos com ela que ainda estava comprometida com outro cara, e por mais que a ideia de levá-la ao meu apartamento e f********r com ela a noite toda fosse tentadora, eu não podia fazer isso, pois não era esse tipo de cara que se envolvia com mulheres comprometidas.
- Vamos! - Falei logo após ligar o veículo e seguir com ele pela avenida até a sua casa.