Alhena
Faz uma semana que estou presa, só tenho contato com Nina a elfa doméstica, Snape apareceu alguns dias. Eu já tinha lido todos os livros e refletindo sobre tudo o que aconteceu até agora, fiquei pensando sobre os livros do Newt Scamander, seria uma boa ter um tronquilho, são raros e muito difíceis de achar, eles conseguem abrir portas, seria muito bom.
— Nina?
— Sim, menina?
— Pode me fazer um favor?
— Claro.
— Você consegue um tronquilho para mim?
— São raros, menina boba.
— Mas você consegue?
— Meu mestre não vai gostar.
— Eu me resolvo com ele.
— Vou tentar, mas não prometo. Olá senhor Malfoy. — A porta abriu e Draco entrou.
— Olá Nina, pode sair daqui. — A elfa saiu levando as bandejas de prata.
— O que você quer Malfoy?
— Conversar. — Me sentei na cama e fiquei olhando para ele — Naquele dia em Hogsmeade, eu estava indo comprar algumas coisas, Astória me parou e começou a falar um monte, e então ela me beijou. Eu jamais te trocaria.
— Espera mesmo que eu acredite nisso?
— Eu sei o que Snape está te ensinando, faça comigo.
— Eu não tenho varinha para isso.
— Pode usar a minha. — Me entregou sentando-se. Me levantei e fiquei em sua frente.
Vi todos os seus pensamentos, até Astória o beijando e ele brigando com a mesma na sala, Gina querendo o enfeitiçar e Draco chorando na maioria das vezes.
— Para — pediu ofegante, devolvi sua varinha e o encarei.
— Por que aceitou matar Dumbledore?
— Para te salvar.
— Mas precisamos dele.
— E eu preciso de você. — Levantou-se e caminhou em minha direção — Não importa o que tenha que fazer. — Me beijou, estava com saudade do seu toque, foi melhor do que qualquer coisa que eu pudesse ter experimentado.
— Draco, seus pais, alguém pode entrar aqui.
— Não tem ninguém aqui, foram todos para Hogsmeade. — Sorriu me olhando, me beijou novamente e empurrou para a parede, suas mãos passavam por meu corpo. Ele me levantou em seu colo e mordeu meu pescoço — Você sabe que eu gosto de você, não sabe?
— Sim.
— Eu jamais faria nada para te machucar. — Voltei a beijá-lo, desabotoei sua blusa aos poucos e vi seu tórax nu, Draco era perfeito, todos os detalhes do seu corpo eram incrivelmente atraentes. Tirei sua blusa e ele me jogou na cama deitando-se por cima — Não é estranho fazermos isso? Tipo, estou presa. — Draco deu risada me olhando.
— Se quiser nós paramos.
— Não. — Draco começou a beijar e morder meu pescoço tirando minha blusa, descendo os beijos. Ele parou e me olhou.
— Não quero que seja assim, não nessa situação. — Beijou minha barriga e mordeu.
— Então deveria parar de me provocar, porque eu estou querendo muito.
— Muito? — Draco me olhou com um olhar malicioso e sorriu. Ele acabava comigo — Pede. — Voltou a me beijar e mordeu minha orelha — Você é toda minha — sussurrou me fazendo arrepiar por completo.
— Vem.
Draco me puxou para cima dele e continuou me beijando enquanto puxava meu cabelo, abri sua calça e senti sua i********e encostar na minha.
Draco me apertou contra seu corpo, naquele momento eu não me importava se estava presa, apenas queria ser dele. Mordi seu pescoço e desci beijando todo seu corpo e ele sorriu.
— Já fez isso antes? — perguntou me olhando e neguei com a cabeça. — Então deixa eu te mostrar como um Malfoy faz, confia em mim?
— Sim. — Draco deitou na cama e puxou minha calça para baixo, ficou me olhando e sorriu. Segurou meus braços para cima e voltou a me beijar e morder com força.
Draco
Estava com Alhena embaixo de mim, essa era a cena mais bonita que eu via, toda vez que passava a língua em seu corpo e mordia ela fechava os olhos, já estava ofegante antes mesmo de fazermos algo.
Desci aos beijos, fui até sua calcinha e a desci devagar passando minhas mãos por suas pernas. Abri suas pernas lentamente e me abaixei, ela me olhava, passei minha língua em sua i********e a fazendo respirar fundo, continuei beijando e chupando até ouvir seu gemido, caramba! Comecei a estimular sua i********e e quanto mais forte eu ia mais ela gemia, coloquei um dos meus dedos dentro dela e sorri vendo sua reação.
— Quer que eu pare? — Continuei com os movimentos.
— Não ouse. — Aos poucos parei os movimentos, os deixando mais lento, ela se contorcia na cama — p***a Malfoy. — Meu m****o estava latejando, só queria me sentir dentro dela, mas não era a melhor ocasião. Alhena fechou as pernas e sorriu para mim.
— É Draquinho, não são apenas boatos. — Jogou-se em cima de mim, e tirou toda a roupa que me restava deixando apenas minha cueca.
— Não acreditava nos boatos? — Sorri enquanto ela me beijava.
— Melhor do que dizem. — Mordeu meus lábios colocando sua mão dentro da minha cueca, aquilo me deixava louco por ela.
Tentou fazer alguns movimentos mas falhou, segurei sua mão e ela arrancou minha cueca, me deixando guiar. Após poucos minutos soltei sua mão e ela continuou os movimentos sozinha.
Alhena
Draco estava incrível, seu corpo contraia todas as vezes que eu ia com mais força, o encarei e decidi fazer algo que nem mesmo eu esperava. Me abaixei e lambi seu m****o, ele me olhou e sorriu malicioso.
Rapidamente o coloquei em minha boca e comecei a fazer movimentos de vai e vem, ele gemia tão alto que quem estivesse no corredor de cima escutaria, percebo que colocou suas mãos em minha cabeça e começou a guiar. Eu sentia seu gosto na minha boca, aos poucos foi parando os movimentos com as mãos e apertou os lençóis.
— Amor, eu vou... — Gemeu mais uma vez e senti um jato seguido de outro em minha boca — p***a, vem cá. — Me puxou e beijou novamente.
— Eu amo você — murmurei entre os beijos.
— Eu também te amo, muito mesmo. — Parei de beijá-lo e fiquei olhando seus olhos, eles pareciam neblinas, mas ao mesmo tempo pareciam o mar — O que foi?
— Só quero te olhar assim.
— Gosta do que vê? — Sorri passando a mão em seu cabelo.
— Muito... Eu estava pensando, vamos fugir?
— Para onde?
— Qualquer lugar.
— E se nos encontrarem?
— Não ligo, só quero estar com você. — Sorriu me olhando, toda vez que sorria ele acabava comigo, não restava Alhena para contar história.
— Você é incrível e eu adoraria conhecer Nova Iorque, essa guerra não é nossa.
— Não mesmo. — O beijei, ele alisou meu pescoço e sorriu.
— Ainda está com o colar.
— Foi um presente, e eu daria tudo para voltar nesse dia.
— Eu gosto de agora, você, eu, sozinhos. — Me beijou com a mesma intensidade de antes e aprofundou o beijo enquanto puxava meu cabelo, eu passava as mãos em seu cabelo alisando — Eu poderia ficar aqui o resto da minha vida.
— Somos dois, mas é melhor nos vestirmos, não quero correr riscos.
— Certo, mas só porque não quero que façam nada com você. — Saímos da cama e colocamos nossas roupas novamente, mesmo querendo ficar ali só nós dois eu sabia que se alguém nos pegassem estaríamos encrencados — Você quase me fez rir falando daquele jeito na sala.
— Sério?
— Acho que ninguém sobreviveu para dizer que chamou Voldemort de sangue r**m.
— Acha que ele vai manter a promessa?
— Não, mas por isso vou te tirar daqui antes. — Me deitei na cama e Draco me abraçou. Ficamos até tarde assim, ele só foi embora quando seus pais chegaram.
(...)