Capítulo 08

1328 Words
Alhena Faz uma semana que estou presa, só tenho contato com Nina a elfa doméstica, Snape apareceu alguns dias. Eu já tinha lido todos os livros e refletindo sobre tudo o que aconteceu até agora, fiquei pensando sobre os livros do Newt Scamander, seria uma boa ter um tronquilho, são raros e muito difíceis de achar, eles conseguem abrir portas, seria muito bom. — Nina? — Sim, menina? — Pode me fazer um favor? — Claro. — Você consegue um tronquilho para mim? — São raros, menina boba. — Mas você consegue? — Meu mestre não vai gostar. — Eu me resolvo com ele. — Vou tentar, mas não prometo. Olá senhor Malfoy. — A porta abriu e Draco entrou. — Olá Nina, pode sair daqui. — A elfa saiu levando as bandejas de prata. — O que você quer Malfoy? — Conversar. — Me sentei na cama e fiquei olhando para ele — Naquele dia em Hogsmeade, eu estava indo comprar algumas coisas, Astória me parou e começou a falar um monte, e então ela me beijou. Eu jamais te trocaria. — Espera mesmo que eu acredite nisso? — Eu sei o que Snape está te ensinando, faça comigo. — Eu não tenho varinha para isso. — Pode usar a minha. — Me entregou sentando-se. Me levantei e fiquei em sua frente. Vi todos os seus pensamentos, até Astória o beijando e ele brigando com a mesma na sala, Gina querendo o enfeitiçar e Draco chorando na maioria das vezes. — Para — pediu ofegante, devolvi sua varinha e o encarei. — Por que aceitou matar Dumbledore? — Para te salvar. — Mas precisamos dele. — E eu preciso de você. — Levantou-se e caminhou em minha direção — Não importa o que tenha que fazer. — Me beijou, estava com saudade do seu toque, foi melhor do que qualquer coisa que eu pudesse ter experimentado. — Draco, seus pais, alguém pode entrar aqui. — Não tem ninguém aqui, foram todos para Hogsmeade. — Sorriu me olhando, me beijou novamente e empurrou para a parede, suas mãos passavam por meu corpo. Ele me levantou em seu colo e mordeu meu pescoço — Você sabe que eu gosto de você, não sabe? — Sim. — Eu jamais faria nada para te machucar. — Voltei a beijá-lo, desabotoei sua blusa aos poucos e vi seu tórax nu, Draco era perfeito, todos os detalhes do seu corpo eram incrivelmente atraentes. Tirei sua blusa e ele me jogou na cama deitando-se por cima — Não é estranho fazermos isso? Tipo, estou presa. — Draco deu risada me olhando. — Se quiser nós paramos. — Não. — Draco começou a beijar e morder meu pescoço tirando minha blusa, descendo os beijos. Ele parou e me olhou. — Não quero que seja assim, não nessa situação. — Beijou minha barriga e mordeu. — Então deveria parar de me provocar, porque eu estou querendo muito. — Muito? — Draco me olhou com um olhar malicioso e sorriu. Ele acabava comigo — Pede. — Voltou a me beijar e mordeu minha orelha — Você é toda minha — sussurrou me fazendo arrepiar por completo. — Vem. Draco me puxou para cima dele e continuou me beijando enquanto puxava meu cabelo, abri sua calça e senti sua i********e encostar na minha. Draco me apertou contra seu corpo, naquele momento eu não me importava se estava presa, apenas queria ser dele. Mordi seu pescoço e desci beijando todo seu corpo e ele sorriu. — Já fez isso antes? — perguntou me olhando e neguei com a cabeça. — Então deixa eu te mostrar como um Malfoy faz, confia em mim? — Sim. — Draco deitou na cama e puxou minha calça para baixo, ficou me olhando e sorriu. Segurou meus braços para cima e voltou a me beijar e morder com força. Draco Estava com Alhena embaixo de mim, essa era a cena mais bonita que eu via, toda vez que passava a língua em seu corpo e mordia ela fechava os olhos, já estava ofegante antes mesmo de fazermos algo. Desci aos beijos, fui até sua calcinha e a desci devagar passando minhas mãos por suas pernas. Abri suas pernas lentamente e me abaixei, ela me olhava, passei minha língua em sua i********e a fazendo respirar fundo, continuei beijando e chupando até ouvir seu gemido, caramba! Comecei a estimular sua i********e e quanto mais forte eu ia mais ela gemia, coloquei um dos meus dedos dentro dela e sorri vendo sua reação. — Quer que eu pare? — Continuei com os movimentos. — Não ouse. — Aos poucos parei os movimentos, os deixando mais lento, ela se contorcia na cama — p***a Malfoy. — Meu m****o estava latejando, só queria me sentir dentro dela, mas não era a melhor ocasião. Alhena fechou as pernas e sorriu para mim. — É Draquinho, não são apenas boatos. — Jogou-se em cima de mim, e tirou toda a roupa que me restava deixando apenas minha cueca. — Não acreditava nos boatos? — Sorri enquanto ela me beijava. — Melhor do que dizem. — Mordeu meus lábios colocando sua mão dentro da minha cueca, aquilo me deixava louco por ela. Tentou fazer alguns movimentos mas falhou, segurei sua mão e ela arrancou minha cueca, me deixando guiar. Após poucos minutos soltei sua mão e ela continuou os movimentos sozinha. Alhena Draco estava incrível, seu corpo contraia todas as vezes que eu ia com mais força, o encarei e decidi fazer algo que nem mesmo eu esperava. Me abaixei e lambi seu m****o, ele me olhou e sorriu malicioso. Rapidamente o coloquei em minha boca e comecei a fazer movimentos de vai e vem, ele gemia tão alto que quem estivesse no corredor de cima escutaria, percebo que colocou suas mãos em minha cabeça e começou a guiar. Eu sentia seu gosto na minha boca, aos poucos foi parando os movimentos com as mãos e apertou os lençóis. — Amor, eu vou... — Gemeu mais uma vez e senti um jato seguido de outro em minha boca — p***a, vem cá. — Me puxou e beijou novamente. — Eu amo você — murmurei entre os beijos. — Eu também te amo, muito mesmo. — Parei de beijá-lo e fiquei olhando seus olhos, eles pareciam neblinas, mas ao mesmo tempo pareciam o mar — O que foi? — Só quero te olhar assim. — Gosta do que vê? — Sorri passando a mão em seu cabelo. — Muito... Eu estava pensando, vamos fugir? — Para onde? — Qualquer lugar. — E se nos encontrarem? — Não ligo, só quero estar com você. — Sorriu me olhando, toda vez que sorria ele acabava comigo, não restava Alhena para contar história. — Você é incrível e eu adoraria conhecer Nova Iorque, essa guerra não é nossa. — Não mesmo. — O beijei, ele alisou meu pescoço e sorriu. — Ainda está com o colar. — Foi um presente, e eu daria tudo para voltar nesse dia. — Eu gosto de agora, você, eu, sozinhos. — Me beijou com a mesma intensidade de antes e aprofundou o beijo enquanto puxava meu cabelo, eu passava as mãos em seu cabelo alisando — Eu poderia ficar aqui o resto da minha vida. — Somos dois, mas é melhor nos vestirmos, não quero correr riscos. — Certo, mas só porque não quero que façam nada com você. — Saímos da cama e colocamos nossas roupas novamente, mesmo querendo ficar ali só nós dois eu sabia que se alguém nos pegassem estaríamos encrencados — Você quase me fez rir falando daquele jeito na sala. — Sério? — Acho que ninguém sobreviveu para dizer que chamou Voldemort de sangue r**m. — Acha que ele vai manter a promessa? — Não, mas por isso vou te tirar daqui antes. — Me deitei na cama e Draco me abraçou. Ficamos até tarde assim, ele só foi embora quando seus pais chegaram. (...)
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