Sua mão deslizou por debaixo da minha blusa, tocando a minha pele sensível da barriga. Meus s***s endurecerem tão forte que o sutiã se tornou um incomodo.
Não consigo respirar, mas não quero parar.
Sua boca na minha é tão bom que não quero perder um segundo sequer. Eu quero mais. Eu quero tudo.
Segurei os botões de sua camisa e os tirei um a um. Puxei suas roupas enquanto ele sorria maliciosamente entre os meus lábios.
— O que pretende fazer menina maliciosa?
— A questão é o que você vai fazer, Dom. — Em seu pescoço deixo uma mordida e uma beijo, dor e prazer, como deve ser. — Como você vai me f0der?
— Que boca suja, Nora. — Com sua mão ele segura o meu queixo, apertando a minha mandíbula enquanto me encara com luxúria e cobiça. — Quer mesmo fazer isso? Não vai ter volta.
— Eu quero. — Não teria chegado até aqui se não quisesse. Retiro a minha própria blusa, ficando somente de sutiã branco com detalhes em renda. — Eu quero você.
Dom tomou a minha boca, segurando minha cabeça e cintura. Deixei que ele assumisse o controle, deixei que ele me guiasse. Nossas roupas acabaram no chão ou em qualquer lugar da sala, e nem mesmo quando seus pés engancharam na calça, Dom deixou de me beijar.
— Venha cá, sente-se em meu colo.
Dom me puxou enquanto eu tentava montar em seu colo sem cair do sofá. As poucas barreiras entre nós facilitava sentir sua ereçã0 abaixo de mim.
Apesar de eu já ter visto boa parte do seu corpo, eu nunca vi essa parte em questão. Estou curiosa. Como deve ser? Ele é pálido e tão deve ter o mesmo tom. E a cabeça deve ser...
Merda.
Rebolo sobre Dom, calvogando nele lentamente. A sensação de senti-lo abaixo de mim me faz perder um pouco do controle. Dom solta uma risada rouca e afetada.
— Ainda não, ainda não. — Ele respira fundo, muito provável que para controlar os próprios sentidos.
Uma das mãos de Dom permanece em minha cintura enquanto a outra se esqueira para dentro da minha calcinha. Eu sei aonde isso vai acabar mas estou tão sensível que um mínimo toque me faria goz@r.
Seus dedos habilidosos entram pelos meus grandes lábios e eu tenho que suprimir o gemido, que ficou preso em mim garganta. Encontro a sua boca, mas não é isso que eu quero, não ainda. Dentro de mim, aqueles dedos maldit0s encontram um caminhão.
— Dom, está tão bom.
— Você é gostos@ pra caralh0, Nora. — Ele arfa. Seus dedos tomam constância, e aos poucos eu sinto meu corpo se contrair e explodir, como uma combustão espontânea.
Os segundos em que o orgasm0 me tiram de órbita se vão a tempo de ver Dom encarar os dedos cobertos de meus resquícios.
— Ainda não é o suficiente. — Ele diz baixinho.
Não estou interessada no que é ou não suficiente. Quero vê-lo, quero saber como é. Sorrateiramente,abaixo brevemente sua cueca e sua ereçã0 salta diante de mim.
Ainda não é o suficiente.
Agora eu entendo o que ele quis dizer. É tão...
Merda. Isso vai me causar um estrago!
Mas, colocando o receio de lado, sua espessura e tamanho são um tanto assustadores mas é tão sensual que sinto a necessidade de testa-lo em minha boca.
Me levanto, ficando um pouco de lado a Dom.
— O que está fazendo? Volte aqui...
Não ouço suas palavras, não ouço o que ele quer fazer agora, porque neste momento eu só quero colocá-lo na boca.
Seguro o p@u rijo e me curvo, sua cabeça rosada é a primeira a encontrar a minha boca.
— Awn, Nora...Sua boca é quente pra caralh0.
Como eu pensava, é difícil de engoli-lo por inteiro, mas é tão bom lambe-lo, prova-lo e basta que eu olhe em seus olhos para saber o quão rendido ele está. Seu gosto é limpo, e não há cheiro forte, pelo contrário, o cheiro de Dom é agradável.
Enquanto eu o chupo, sua mão percorre as minhas costas e por trás encontra a minha entrada. Ele brinca comigo enquanto eu o chup0.
— Porr@! Eu deveria ficar irritado por você fazer isso tão bem. — Ele rosna entre dentes.
O corpo de Dom contraí e antes que ele exploda em minha boca eu o solto para que ele jorre sozinho.
— Você me fez goz@r. Sabe o quanto eu esperei por isso? Por estar com você?
— Vem. — Me coloco de pé e estendo minha mão a ele. Dom a aceita. — Vamos pro quarto.
{•••}
Dom
Eu sempre me senti sujo por deseja-la. Achava uma atrocidade querer me perder em seu sorriso, mas agora enquanto eu entro e saio dela, enquanto eu a fod0 e ela geme o meu nome, me pergunto o porquê de eu ter esperado tanto.
A sensação dos nossos corpos unidos, a forma como nós movemos juntos, é tão surreal que não me surpreendeu gozar vezes seguidas.
Eu queria mais e mais e mais.
Enquanto me roçava nela, enquanto eu preenchia seu interior, o desejo apenas crescia e mesmo depois de goz@r, eu permanecia duro feito pedra.
— Não, não, está demais. — Ele chora de prazer. — Eu o sinto na minha barriga!
— Está sentindo? Estou enchendo você. — Mordo sua orelha. — Quando terminarmos não vai restar um lugar sequer que eu não tenha tocado.
— Awn, Dom! Eu vou go...eu vou...
O corpo de Nora contraí contra o meu, sua mente se esvazia quando o prazer lhe atinge. Vê-la tão sexy e linda assim é como me implorar para fod3-la até desmaiar.
Meus músculos se contraem, a sensação de despencar em um abismo é surreal, me faz aumentar as investidas, o que faz Nora gritar.
— Mais rápido! Mais!
— Porr@! — Merda! Como e mu vou conseguir parar?
Eu nunca vou querer parar.
{•••}
Nora
Eu não sinto as minhas pernas, mas isso é bom, pois é só mais um sinal do que fizemos aqui. Eu achei que não pudesse mais sair nada de mim, mas quanto mais ele me preenchia mais eu adorava. Só paramos porque a energia em nossos corpos acabou e Dom está paralisado ao meu lado.
Aconteceu, depois de tá tô tempo evitando e ignorando, aconteceu o inevitável. Eu transei com o meu padastro e isso poderia me fazer uma filha terrível e c***l se eu não tivesse a mãe que tenho.
E agora? O que vai acontecer? Em alguns dia estarei indo pra uma viagem que durará o tempo que precisar, não é como se ele fosse me esperar...
— Você ficou tensa do nada. O que foi?
— Só uma coisa que se passou pela a minha cabeça.
— Nora. — Seu tom diz exatamente " me conte, está escondendo algo de mim, me diga por favor".
Hummm.
— Pelos meus cálculos eu vou passar dez meses em alto mar.
É a vez de Dom tensionar. Ele procura meus olhos rapidamente e sua voz é estridente quando ele diz:
— Dez meses? Dez meses, Nora!?
— Eu sei que parece demais...
— Demais? É quase um ano longe! — Ele suspira com pesar. — No que está pensando, hein? Isso é loucura.
— Eu sei que parece isso, mas eu prometi ao meu pai que faria isso. Não posso e não vou quebrar essa promessa. Eu vou ficar bem, eu só...hum, achei que me desoedi5 de você assim seria melhor, mas só me faz querer ficar.
— Então fique. Por favor, fique. Eu vou pedir o divórcio, vamos faz isso da certo. — ele acaricia meus cabelos e então segura meu rosto. — Fica comigo, hum?
— Eu...
Ah, eu adoraria, de verdade. Mas...
— Ajuda em alguma coisa se eu disser que eu volto pra cá?
Às sobrancelhas dele se franzem em irritação.
— E por acaso você pensava em não voltar?
— Hum. Me desculpa, Dom, mas isso é maior que a minha vida. Meu pai era tudo pra mim e eu vou cumprir essa promessa. Só...só me dá esse tempo.
O que eu tô pedindo?
O que eu fiz?
Seria mais fácil ir embora sem ter ido pra cama com ele porque agora tudo ficou tão turvo em minha mente.
— Que droga. — Dom se senta na cama e então se levanta.
— Pra onde você vai?
— Embora. — Ele é curto e grosso.
É claro que seria, ele não está nenhum pouco interessado em me deixar ir nessa viagem. Me levanto e o sigo para a sala.
— Dom, espera um pouco.
— Esperar, é o que você quer que eu faça, certo? Se eu esperar por você, quais das chances de você voltar viva pra mim, Nora? Não vê que isso é arriscado?! São dez meses longe da civilização?! E se você ficar doente? E se algo acontecer?!
— Eu tenho toda a capacidade...
— Não me venha com "eu sou uma profissional" caramba! É a sua vida em jogo!
— Certo! Okay! — Eu não quero brigar. — De uma forma ou de outra eu vou nessa viagem, Dom.
— Então ao menos me deixa ter alguma garantia que você vai ficar bem! Poxa, Nora! — Ele esfrega os cabelos negros.
Essa viagem ia ser nos meus termos, mas parece que para ir em paz terei que escutar a voz da única pessoa que se importa comigo, e que por acaso é o meu amante.
Ah, não, eu quem sou a amante.
— Tá, vamos conversar e então você vai me dizer as suas condições. Está feliz assim?
Ele não está sorrindo, mas está balançando a cabeça em afirmação.
— Mas antes, eu vou encontrar a minha calcinha.