bc

TERRORISTA

book_age18+
188
FOLLOW
2.1K
READ
dark
HE
curse
badboy
mafia
love at the first sight
like
intro-logo
Blurb

Quem poderia imaginar que a filha de um famoso Delegado se apaixonaria justamente por um criminoso internacional?

Khalid Shal é um homem cru-el e extremamente controlador, veio para o Brasil com a missão de "eliminar" algumas pessoas, entre elas o Delegado Rocha, mas o que o árabe não esperava é que encontraria Anne Rocha em seu caminho...

"Se o beijo é capaz de transformar sapo em príncipe, Anne acredita que trará luz à alma sombria do TERRORISTA."

chap-preview
Free preview
Colégio para moças
Por Anne Rocha Brasília, 2015 Olá, me chamo Anne, assim mesmo, com dois "n". Assim porque meus pais quiseram e pronto! Minha mãe faleceu quando eu era bebê; de uma hora para outra ficou acamada e partiu. Meu pai nunca se casou de novo, mas acredito que tenha uma namorada. O fato é que ele nunca me apresentou ninguém. Meu pai se chama Antônio Rocha. Ele é delegado e controlador ao extremo. Faz de tudo para que eu não me relacione com nenhum garoto, sempre dizendo que ainda sou muito nova para perceber o perigo. Dá para acreditar que, com 17 anos, eu só beijei dois garotos? Um foi meu primo, que hoje em dia foge de mim como o dia-bo da cruz, porque meu pai deu um soco nele quando descobriu. O outro era nosso vizinho aqui do condomínio, o Hélio Júnior, que é alguns anos mais velho do que eu. Os pais dele têm uma rede de restaurantes. Era um dia de semana qualquer, e eu havia acabado de chegar do colégio para moças. Sim, isso ainda existe, infelizmente. Um colégio somente para meninas, onde estudo desde o primário. Estou no último ano, graças a Deus! Mas voltando ao assunto, assim que cheguei do colégio, lá estava o Hélio, na calçada da casa dele, me olhando. Já fazia alguns dias que ele me observava chegar da escola. Ele é muito lindo, desses garotos que cuidam do corpo, super sarado. Às vezes aparecia sem camisa, e eu registrava detalhe por detalhe daquele corpo perfeito. Corri para o chuveiro e tomei um banho bem rápido, só para me refrescar. Mas que calor maldito, ou será que só eu estava pegando fogo? Coloquei um shortinho, desses que mostram a polpa da bun-da, e que meu pai dizia que, se me pegasse usando aquilo fora do meu quarto, deixaria uma marca tão grande na minha bun-da que eu precisaria de muito pano para cobri-la. Acariciei minha bun-da só de imaginar. Quem conhece a força daquela mão pesada pensaria duas vezes antes de desafiá-lo. Vesti uma blusinha rosa fininha e passei meu perfume favorito, um pouco adocicado com um toque floral. Espirrei um pouco no pescoço e mais um pouco pelo corpo todo. — Hmmm, acho que assim está bom — falei para mim mesma. Fui para a varanda com um livro na mão, mas fiquei de olho mesmo na casa da frente. Não demorou muito, e ele apareceu do jeito que eu gosto: sem camisa. Ora, ora, não sou a única com calor... Ele me observava e eu fingi não notar, depois de um tempo, olhei descaradamente e dei um sorrisinho. Ele acenou com a mão, parecia meio agitado. Virou de costas, e era óbvio que o que estava lhe incomodando estava dentro da bermuda. Ele voltou o olhar para mim e me chamou: — Anne, desce aqui... Eu sacudi a cabeça em negativa e ele ficou confuso. Eu tentei ficar séria e respondi: — Vem tomar um suco comigo — o convidei. — Sério? — ele perguntou. Ele entrou na minha casa meio desconfiado. Eu o chamei para a área da piscina e pedi que se sentasse enquanto fui buscar algo para bebermos. Quando voltei, ele já estava mais relaxado. Coloquei os copos numa mesinha, junto com a jarra de suco. Ele levantou bruscamente e me puxou para o seu peito, segurando meu cabelo com uma das mãos e com a outra na minha cintura. Ele me direcionou até a parede mais próxima e se esfregou em mim. Eu me senti corar. Ele passou a língua no meu pescoço. — Safado — resmunguei. O Hélio me beijou, com a sua língua invadindo minha boca de forma severa. Puxou mais o meu cabelo para baixo, de forma que fiquei com a cabeça inclinada para trás. Passou a língua na minha orelha e sussurrou coisas safadas no meu ouvido. Enquanto ele falava, eu ia imaginando cena por cena do que ele dizia. Mas chegou um momento em que comecei a me sentir incomodada com as coisas que ele dizia que pretendia fazer comigo, e tentei me desvencilhar dos seus braços. Ele facilmente me imobilizou com o seu corpo, me apertando contra a parede. Eu suspirei ofegante. — Mas, o que foi, gata? Você tava tão no clima... — ele falou indignado. — Eu não quero fazer amor com você! — Me afastei, peguei o meu suco e bebi um pouco, tentando me acalmar. — Poxa, gata, você não pode me deixar assim! — ele apontou para a bermuda. — Grande... — eu o analisei e nem percebi que o fiz em voz alta. — Todo seu — ele tirou o p*u para fora. — Pode guardar isso — falei revoltada. — Só um beijinho. Ele tá assim por sua causa! — ele pediu e deu um passo em minha direção. — Vem, gata, só um beijo... Comecei a ficar irritada pra valer. — SAIA JÁ DA MINHA CASA, HÉLIO JÚNIOR! — gritei. Virei de costas para beber mais um gole do meu suco de laranja. Ele me agarrou por trás, me fazendo derrubar o copo. — Porraa, Hélio, olha o que você fez... Ele riu e rasgou minha blusa com fúria, me expondo da cintura para cima. — Eu sei o que você quer... — ele falou, rindo e me apertando de forma dolorosa. Eu soltei um grito. Ele riu. — Delícia, adoro esse seu gritinho de prazer! Ele me arrastou pela casa enquanto eu gritava pela Selma, a governanta. Já não me importava que meu pai descobrisse o que eu fiz, desde que este monstro me soltasse. Ele me jogou no sofá e se pôs em cima de mim. Ele tentava arrancar o meu short de todo jeito. Eu comecei a soluçar. Sempre soluço quando estou assustada. Não são soluços de mocinha delicada; é horrível, meu corpo se sacode todo. Ele ainda tentava arrancar meu short quando, de repente, ouvi o barulho de uma porta batendo e uma voz de trovão dominou o ambiente: — SAIA DE PERTO DA MINHA FILHA! — Saí — ouvi a voz assustada do Hélio responder. Meu pai estava com a arma apontada para ele. — Sua filha que me convidou para entrar, estávamos só... — ele não encontrou palavras para definir a selvageria que estava fazendo comigo. — Verdade isso, Anne? Sua resposta decide se ele vive ou morre! Droga, pai, não precisa matar o garoto, pensei comigo. — Verdade — respondi com a voz fraca, sentindo meu rosto corar até o último fio de cabelo. — Suba para o seu quarto! — meu pai tira a camisa e me entrega. — Vista-se! Subo para o meu quarto com dificuldade; minhas pernas parecem gelatina. Do meu quarto, posso ouvir gritos, socos e pontapés. Me encolho na cama, assustada. Tento tapar os ouvidos, mas é em vão... A noite vai se aproximando, e eu acabo adormecendo. Por volta das onze e meia da noite, ouço meu pai entrar no quarto. Está arrumado e perfumado; com certeza vai sair. — Anne, tudo o que eu faço é para te proteger. Se te coloquei em uma escola apenas para meninas, é porque é o melhor para você. Eu só quero o seu bem. Os homens são uns animais... — ele suspira pesadamente. — O senhor é? — dou um sorrisinho cínico. — Eu sou o quê, Anne? — ele fala, pensativo. — Um animal? — respondo, atrevida. — Eu sou diferente, mas a maioria são uns animais! E até que você compreenda bem as coisas, deve ficar longe deles! Agora me responda, Anne, o que adianta eu afastar os garotos de você, se você mesma os põe dentro da nossa casa? Droga, mil vezes droga. A conversa está seguindo para um caminho muito perigoso. — Responda, Anne!!! Ele fala, e o semblante antes tranquilo se endurece. — Nada — respondo, olhando para baixo. — Ou seja, não basta eu te proteger dos outros. Tenho que ensiná-la a se proteger de si mesma, para que não se ponha em situação de risco outra vez. Maldita forma de ensinar, praguejo mentalmente. E a anjinha que habita em mim resmunga um "eu avisei". Droga, eu devia ter posto uma calça. Este short não cobre nem metade da minha b***a. Por que não previ o resultado dessa confusão toda antes? Sou uma burra. Ele saiu do quarto resmungando o velho sermão: "Dói mais em mim do que em você". Eu sinceramente duvido!

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

O Lobo Quebrado

read
121.8K
bc

De natal um vizinho

read
13.9K
bc

Sanguinem

read
4.3K
bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Kiera - Em Contraste com o Destino

read
5.8K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook