Ótima pretendente

1005 Words
NARRAÇÃO DE KAITO... Seu sabor... Foi suficiente para me enlouquecer. Estava molhada, extremamente molhada, com um sabor único, que me fez perder o controle. Quanto mais a chupava, mais queria o seu mel. Ela não ajudava rebolando em minha boca... Sem dúvidas é extremamente virgem, sua entrada é pequena o bastante para encaixar apenas minha lingua, e ela ousada gostava, gemia baixo. Meu pai não poderia ficar mais duro! Com toda certeza nunca fiquei tão louco por uma mulher como ela. Eu não queria parar, mesmo em meio ao frio, eu suava pela tamanha vontade de fazer amor com ela pela primeira vez. Perdi a noção do tempo, perdi todo o controle quando abocanhei sua i********e molhada. Me sentia como um animal sedento no deserto, me alimentando de água. Mas a demora teve consequências. Bateram na porta. Levantei as pressas, puxando sua calcinha em seguida calça. Pedi silêncio, corri para a escrivaninha, liguei o notebook com o coração disparado. Fingi estudar, abri logo na planilha de estudos. Olhei Bela que respirava ofegante, lancei um olhar permitindo abrir a porta. Segurei o riso quando ela se ajeitou pegando o óculos do chão, colocou antes de abrir. Quando a porta foi aberta, meu pai estava ali, sorriu ao me ver em frente ao notebook. - Brenda, então. Acredito que Hitler entrou no poder dia 30 de Janeiro de 1933. - Falei sem desviar os olhos do notebook. Apenas falei sobre algo que estudamos em sua mansão. - S-sim. Foi isso mesmo. Acho que iremos tirar a melhor nota da classe. - Coloquei a mão na boca contendo o riso. Até nervosa era engraçada, não duvido ter falado enquanto sua i********e molhava toda sua calcinha. - Pelo visto atrapalhei os estudos de vocês, mas estou orgulhoso Kaito. A história de Hitler sempre me atraiu, já viram o filme o pianista? O cara foi um monstro. - Meu pai perguntou entrando no quarto, se sentindo à vontade. - Eu já vi! - Bela falou chamando sua atenção, acho que ela estava com medo do meu pai perceber minha ereção, e o quanto lutava pra esconder. Mas aos poucos passava, a pressão com ele ali, rapidamente sumiu o t***o. Meu pai a olhou admirado. Então ela prosseguiu. - Foi um dos filmes que mais me fez chorar, não só pelo fato de ser triste, mas por ter acontecido de verdade. Várias famílias inteiras dizimadas... - Murmurou. Meu pai apenas sorriu ainda mais. Admirado com ela. - É o meu filme preferido, gosto de filmes que tocam no íntimo e nos faz refletir, filmes de fatos reais, tristes mas preciso. Assim como Titanic, O impossível, 12 anos de escravidão e assim por diante. - Bela sorriu ainda mais. Agora menos nervosa, mais entrosada. - Já viu o filme A sociedade da neve?! É tocante! Os passageiros lutando pra sobreviver em meio à neve após um acidente... - E recorrem ao canibalismo pra sobreviver. -Meu pai concluiu sorridente. Se sentindo à vontade com aquela troca de experiências de filme. Bela sorriu. - Eu sempre gostei. Não tenho paciência pra filmes fictícios, ou terror. Onde tudo é fantasioso demais. Eu gosto da realidade. - Bom gosto senhorita Brenda... - Ele sorriu orgulhoso. Bela sorriu animada. Ela não imagina, mas conquistou a confiança do meu pai com facilidade. Ele nos olhou constrangido. - Bom. Não quero atrapalhar o trabalho de vocês, filho estou feliz por se interessar na história do passado. Isso não pode ser esquecido. Parabéns... - Ele saiu sorridente. Falando baixo o quanto estava satisfeito. Ao menos uma coisa é certa. Ele não vai proibir a nossa amizade, quer dizer... Romance, não por enquanto. Pois quando descobrir a verdade, não sei se terá a mesma reação. Bela riu, fechou a porta empolgada. - Seu pai tem ótimo gosto para filmes. - E eu tenho um ótimo gosto... Gostei do seu sabor. - Falei baixo. Ela se aproximou e sentou em meu colo. - Quero fazer mais, mas sem pessoas interferindo, principalmente os nossos pais. Suspirei pensativo acariciando suas coxas. - Vamos matar aula amanhã? Existe uma propriedade dos meus pais que vive vazia, teremos cinco horas livres, acredito que Lucas vai colaborar. Podemos ver algum filme, comer algo diferente, e claro... Fazer amor. - Seu sorriso sumiu, inspirou como se prendesse um soluço. - Eu nunca fiz isso... - Quer experimentar? - Sussurrei. - Muito... - Mordi os lábios sedento, louco pela nossa primeira vez. Ela me beijou mas logo recuou. - Eu preciso voltar logo! Do contrário amanhã pode nada acontecer. Meu pai me deu duas horas apenas. Eu preciso que ele confie em mim. Quanto mais confiar, menos desconfiado ficará. - Suspirei em negação, pois no fundo, queria deitá-la em minha cama pra continuar com o nosso proibido, afinal seu sabor ainda estava aceso em minha lingua. - Precisa voltar mesmo...? - Perguntei quase em súplicas. - Preciso. Pois quero muito matar aula com você amanhã. - Sorri rendido. Era um consolo, não terei hoje, mas certamente amanhã a terei por inteira. - Está bem. Eu te levo. - Ela se levantou negando. - Não. Eu preciso chamar um táxi. Eu estava na casa de uma amiga. Se os segurança avistar você me entregando, certamente vai chegar aos ouvidos do meu pai. Mas... Foi bom conhecer os seus pais. De fato, ambos são apenas vitimas da quinta série. - Ri alto. Ela riu, depositou um selinho em meus lábios. - Vou te acompanhar até o táxi chegar. - Sussurrei. Assim fizemos, é difícil me despedir de alguém que apenas desejo perto a todo momento. Mas foi necessário, um pouco doloroso quando a vi entrar no táxi sorridente. Então meu pai parou ao meu lado observando o táxi partir. - É uma boa garota, inteligente, não é superficial. É bonita mas se esconde naquele jeito. Óculos e tranças. Acho que ela seria uma ótima pretendente pra você filho... - Segurei o riso, entrei em silêncio deixando ele curioso o suficiente, sem comentários. Nada além do desejo de vê-la no dia seguinte.
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